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sexta-feira, 11 de abril de 2014

Blog Lucas Prado Kallas -Porto Sul - Bahia

Fazendo parte do Sistema Integrado Sul Bahia, adicione-se a participação do Projeto Ferro Bahia na concorrência para a construção do novo Porto Sul, na Bahia. Licenciado pelo Ibama em Novembro de 2012, o Porto está com obras previstas para iniciarem-se ainda ao final de 2013.

O projeto está sendo desenvolvido considerando os seguintes aspectos:
  • Parceria com o estado na Mina, Ferrovia e Porto;
  • Desenvolvimento de janela no Porto Sul em Ilhéus que garante a exportação de até 25Mtpa a custo baixo;

Integração Logística e Investimentos

Além da integração com a FIOL, para escoamento do minério até o Porto Sul, a Biogold está investindo na aquisição de espaço próprio nas dependências do Porto, com capacidade para armazenamento de mais de 25 milhões de toneladas de ferro por ano.
A Mineração Biominer, braço operacional do Biogold Investment Fund, compõe hoje uma SPE juntamente com mais duas empresas: UTC Investimentos e SAM Sul Americana de Metais, do grupo Votorantin. Essa sociedade já manifestou interesse, junto ao Governo do Estado da Bahia, em investir no Porto Sul em Ilhéus-BA

Fipbiogold  Lucas Prado Kallas

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Blog Lucas Prado Kallas -Capacidade da Samarco aumenta 37%

lucas prado kallasCom a inauguração de sua quarta usina de pelotização, na qual investiu R$ 6,4 bilhões, a Samarco aumenta em 37% sua capacidade de produção de pelotas, tornando-se um dos líderes mundiais nesse segmento. Com o projeto P4P, localizado em Ubu, município de Anchieta (ES), a capacidade de produção passa a 30,5 milhões de toneladas/ano.
“A entrega do projeto possibilitará à empresa atuar em um novo patamar. A ampliação da capacidade de produção consolida a posição da Samarco como uma das maiores exportadoras do Brasil e a coloca entre as principais fornecedoras de pelotas de minério de ferro do mundo”, ressaltou Ricardo Vescovi, Diretor-Presidente da Samarco.
A produção atingirá sua capacidade de produção nominal em 2015. O projeto contemplou a construção da quarta usina de pelotização, com capacidade de produzir 8,25 milhões de t/ano de pelotas de minério de ferro, de um terceiro concentrador, com capacidade de 9,5 milhões de t/ano, na unidade de Germano (localizada entre os municípios de Ouro Preto e Mariana, em Minas Gerais), e de um terceiro mineroduto da Samarco, construído paralelamente aos outros dois já existentes. Com 400 km de extensão, ele passa por 25 municípios mineiros e capixabas e tem capacidade para transportar 20 milhões de t/ano de polpa de minério de ferro.
Já o Terminal Portuário de Ubu, até agora apto a escoar 23 milhões de t/ano, foi adaptado e teve sua capacidade de movimentação de carga aumentada para até 33 milhões de t/ano, garantindo todo o escoamento da produção.
A Quarta Pelotização gerou 13 mil postos de trabalho no pico das obras. Com a conclusão do empreendimento (após 35 meses de obras), serão gerados aproximadamente 1.100 empregos, entre diretos e indiretos.
A Samarco já contratou quase a totalidade desses profissionais, que atuarão na operação das novas plantas. Dentre as iniciativas voluntárias relacionadas ao projeto, destaca-se a carboneutralização. Isso quer dizer que o balanço das emissões de gases de efeito- estufa, durante a fase de construção, foi igual ou inferior a zero. A Samarco assinou também Termo de Compromisso Socioambiental (TCSA) - firmado entre o Estado do Espírito Santo, com interveniência técnica do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (IEMA), o Ministério Público, os municípios de Anchieta, Guarapari e Piúma e a Samarco. aplicará R$ 12,2 milhões em ações definidas no TCSA.

Brasil Mineral

Blog Lucas Prado Kallas -Plano de Mineração do Estado do Pará será lançado em 14 de abril

Lucas Prado KallasSerá lançado oficialmente no próximo dia 14 de abril, às 19h, no Espaço São José Liberto, o Plano de MINERAÇÃO do Estado do Pará, o primeiro a ser elaborado no país após a edição do documento do Governo Federal. Coordenado pela nova titular da Secretaria de Indústria Comércio e MINERAÇÃO (Seicom), Maria Amélia Enriquez, o documento traça um perfil do setor mineral do Pará, sugere políticas públicas, fatores plenos de governança, entre outros objetivos, e ainda tem foco no conhecimento de nossas potencialidades e oportunidades minerais, voltados a melhoria das condições econômicas, sociais e ambientais.
O Plano assegurou a participação de atores e segmentos, direta e indiretamente envolvidos com o cenário de MINERAÇÃO no estado, com a realização de treze oficinas temáticas, na capital e principais cidades minerárias, e discussões que remeteram às contribuições de empresas, setor público, lideranças políticas, sindicais e organizações da cadeia econômica.
O estado do Pará abrange 14,6% do território nacional, abriga 4% da população brasileira e é o segundo estado minerador do Brasil, superado somente por Minas Gerais. Entre 1980 a 2012, a venda externa de metais e minerais extraídos gerou ao país divisas da ordem de US$ 150 bilhões. O peso da indústria mineral no PIB do Pará é de 26,3%, sendo que 23,5% deve-se à indústria extrativa e 2,9% à indústria de transformação. Muito embora seja pequena a participação nos empregos diretos, em torno 3,3%, dos quais 1,5% na indústria extrativa e 1,8% na de transformação, os empregos totais gerados a partir dos investimentos em MINERAÇÃO se multiplicam por quatro, quando são considerados os empregos indiretos, os induzidos, e os da infraestrutura de apoio.
Os dados são suficientes para afirmar que o setor mineral tem potencial para contribuir decisivamente com o desenvolvimento local e regional, constituindo-se em uma plataforma de oportunidades para alavancagem de ações estratégicas, desde que haja compreensão mínima sobre os temas complexos do setor, a partir de uma diretriz alicerçada nos três Cs - consenso, cooperação e comprometimento - entre os atores que regulam, atuam e convivem com a MINERAÇÃO, nesse Estado.
Dessa forma, o setor mineral do Pará, entendido como um conjunto de atividades que abrange desde a prospecção (pesquisa mineral), a lavra (extração mineral), o beneficiamento, até a transformação mineral, com a elaboração de produtos finais, passa a contar com uma importante ferramenta de planejamento que indica diretrizes, estratégias e ações definidas pelo Governo do Pará, para nortear os programas necessários ao desenvolvimento do Estado, a partir de sua plataforma mineral.
Assim, o principal objetivo do PEM-2030 é servir de instrumento de planejamento para a gestão dos recursos minerais, com base no uso sustentável e na agregação de valor aos minérios e ao território, a fim de promover a competitividade e combater a pobreza e a desigualdade no Pará, por intermédio da geração de emprego, renda e multiplicação de oportunidades.

Agência Pará de Notícias

Blog Lucas Prado Kallas -Alcoa em Juruti é referência em mineração sustentável

Lucas Prado KallasExpoente da MINERAÇÃO no Pará, o município de Juruti, no oeste do estado, celebrará 131 anos de fundação nesta quarta-feira, dia 9 de abril. O município é sede de uma unidade de MINERAÇÃO de bauxita da Alcoa, empresa líder de mercado, que completará cinco anos de operações na localidade este ano. A presença da mineradora trouxe para a região a oportunidade de crescer com suas riquezas e identificar novos caminhos para o desenvolvimento, valorizando suas duas principais vocações: a MINERAÇÃO e a agricultura.
Na busca diária pela excelência e sucesso do negócio, em meio ao cenário desfavorável de crise global que ainda impacta o mercado do alumínio e o alto custo da energia no Brasil, a Alcoa tem cumprido o compromisso de operar um empreendimento no coração da Amazônia em harmonia com as pessoas que vivem na localidade e com o meio ambiente, consolidando-se como uma das empresas com melhores práticas de responsabilidade socioambiental na região. Em 2013, a Alcoa foi reconhecida - pela sétima vez - como uma das empresas-modelo do Guia Exame de Sustentabilidade. No ranking, a Companhia ficou em primeiro lugar no seu setor de atuação e também na categoria Relação com os Fornecedores.
A Alcoa desenvolve em Juruti uma série de programas que integram o Plano de Controle Ambiental (PCA) e beneficiam a comunidade, atuando em áreas como educação patrimonial, manejo florestal, agricultura familiar, capacitação de mão de obra, entre outros. Além disso, suas operações são conduzidas sob os mais rígidos controles socioambientais. A etapa de reabilitação das áreas mineradas, por exemplo, tem se destacado com a aplicação do método de nucleação.
Restauração natural - A Alcoa aplica nas áreas mineradas uma metodologia que induz a restauração natural, especialmente considerando as características das chuvas amazônicas, buscando recriar um ambiente com ecossistema semelhante ao original. O processo consiste em depositar nas áreas montes de galhos, sementes e solo orgânico, que produzem uma base natural para o desenvolvimento de espécies de flora e fauna, através da captura e infiltração de água rica em nutrientes no solo.
Mais do que reabilitar as áreas mineradas, a Alcoa viu nesta atividade uma oportunidade de geração de renda adicional aos comunitários da região. "As mudas que utilizamos na reabilitação das áreas são cultivadas por produtores de quatro associações, que reúnem ao todo 16 comunidades da região de Juruti Velho. Além de ser uma fonte de renda alternativa para estes comunitários, optamos por utilizar espécies florestais nativas de interesse social que contribuem também para o enriquecimento da área no futuro", conta Pedro Pinto, gerente de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da Alcoa Juruti. As comunidades são capacitadas e contam com a assistência técnica com investimentos da Alcoa para o cultivo de mudas de espécies florestais, frutíferas e ornamentais. De 2008 a 2013, 322.907 mudas já foram compradas pela Companhia, gerando aproximadamente R$ 568 mil em renda para quatro associações representantes dos produtores engajados no programa. Entre as espécies cultivadas estão o ipê-roxo, castanheira, itaubeira, seringueira, jatobazeira, entre outras.
O reflorestamento das áreas ocorre simultaneamente ao avanço das frentes de lavra e todo o trabalho de reabilitação é monitorado periodicamente para acompanhar e avaliar as evoluções do processo. "Realizamos também monitoramentos periódicos de diversos fatores dos meios físico e biótico, que resultam em dados ambientais sobre a área de influência da Mina. Isso permite que possamos acompanhar a resposta da qualidade ambiental, facilitando ainda a identificação de aspectos ambientais, tratando-os para que não causem possíveis impactos sobre a água superficial e subterrânea, o ar, o clima, a fauna e a flora, além dos níveis de ruído. Todas essas análises são acompanhadas pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente (SEMA)", completa Pedro Pinto.
Valorizando Juruti - O mesmo cuidado que a Empresa demonstra com a natureza, é também presente em sua relação com as pessoas da região. Para estimular o desenvolvimento local, a Alcoa aposta no trabalho conjunto com o Poder Público, SENAI e outras importantes instituições parceiras, de nível regional e nacional, a fim de promover a melhoria da qualidade de vida da população. "Nós acreditamos no potencial de Juruti e queremos avançar junto com o município. Investir no desenvolvimento da cidade e da população, trabalhando de forma parceira com o Poder Público e outras instituições, é parte de nosso compromisso e um Valor para nós", avalia Claudio Vilaça, gerente geral da Alcoa Mina de Bauxita de Juruti.
A parceria está presente em todas as suas ações em benefício da comunidade, garantindo a continuidade e a manutenção das iniciativas, como as melhorias resultantes da Agenda Positiva - conjunto de obras de infraestrutura, saúde, educação, assistência social, segurança e cultura voltados à qualidade de vida da sociedade jurutiense - desenvolvida em conjunto com a Prefeitura, a Câmara de Vereadores e a comunidade em geral. A Agenda Positiva, por exemplo, fortaleceu a saúde pública do município e garantiu mais salas de aula na cidade e melhores vias de acesso às comunidades rurais. "A Alcoa trouxe grande desenvolvimento para minha terra e eu estou muito satisfeito. Juruti não tinha o desenvolvimento que temos hoje. A cidade está muito bem", comenta o aposentado jurutiense Zaqueu Bruce.
O município ganhou também com a oferta de oportunidade de emprego e formação profissional de qualidade na própria região. Como um dos resultados, o alto índice de paraenses no efetivo da Alcoa: cerca de 75% dos funcionários têm origem no Pará. Desde 2006 a parceria Alcoa e Senai vem investindo na oferta de cursos profissionalizantes no município, que já formaram cerca de 3.400 pessoas, nos mais de 70 tipos de cursos disponíveis, em 205 turmas e totalizando 36.334 horas/aula. No Programa de Formação de Operadores e de Mão de Obra de Manutenção, foram mais de 200 formados, sendo 90% de Juruti e região. Destes, 54% foram absorvidos pela Companhia. Além disso, a unidade de Juruti é destaque em empregabilidade de mulheres. Elas que estão à frente de 45% das posições técnicas, de engenharia e liderança. A aposta da Alcoa na valorização da diversidade e no potencial da mão de obra feminina rendeu no último ano - pela segunda vez consecutiva - o reconhecimento da Alcoa como a Melhor Empresa para Mulher Trabalhar no Brasil , de acordo com a pesquisa do Instituto Great Place to Work. Além disso, a Alcoa também recebeu o Catalyst 2013, prêmio internacional que homenageia ações inovadoras relacionadas à contratação, formação e promoção de mulheres no trabalho.
A Alcoa também movimenta a economia local. Em 2013, investiu R$ 157 milhões em compras de fornecedores paraenses, das quais 95% foram feitas na região oeste do Estado. Deste montante, só em Juruti foram R$ 88 milhões em compras, o que representa 56% do valor total investido no Pará. A fim de fortalecer a cadeia de fornecedores locais por meio da otimização e qualidade dos serviços prestados, a Companhia apoia o programa REDES/Fiepa, que contribui com a qualificação de fornecedores e o desenvolvimento de boas práticas de gestão de negócios, além da adequação aos padrões de saúde, segurança e meio ambiente do mercado.
Para o deputado Raimundo Santos, presidente da Frente Parlamentar de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável da MINERAÇÃO no Estado do Pará, Juruti constrói hoje um legado pautado pela sustentabilidade em benefício desta e das próximas gerações. "O povo jurutiense está vendo que as suas riquezas hoje estão sendo aproveitadas em favor do país e em favor de suas próprias famílias. A implantação da Alcoa em Juruti tem tido efeito multiplicador em todas as cadeias produtivas, impulsionando a economia local, da circunvizinhança e porque não dizer, do país. Juruti está fazendo um belo trabalho e sua população está de parabéns, pois têm o seu lugar de destaque garantido na região", finalizou o parlamentar.

A Critica online


sexta-feira, 21 de março de 2014

Blog Lucas Prado Kallas -Liebherr renova parceria com Immersive em mineração

Lucas Prado KallasA Liebherr, fabricante de equipamentos industriais para construção e mineração, renovou a parceria para continuar presente na linha de simuladores da Immersive Technologies voltados para a indústria de mineração. As empresas trabalham juntas nessa linha há dez anos, e o novo contrato renova a parceria por mais cinco anos.
De acordo com o novo contrato, a Immersive desenvolverá kits de treinamento específicos para os equipamentos de mineração da Liebherr.
A Liebherr considera essa parceria essencial para o desenvolvimento de simuladores para os equipamentos da marca, para que eles alcancem um alto nível de qualidade no treinamento efetivo de operadores de equipamentos. Isso também assegura que os usuários de simuladores possam alcançar os resultados mensuráveis no site da mina, por meio de treinamento dos operadores para que eles alcancem altos níveis de segurança e produção.
“A estratégia inovadora de desenvolvimento de produtos da Immersive Technologies está bem alinhada com nossos próprios valores. Essa cooperação proporciona valor aos nossos clientes, uma vez que permite desenvolver produtos mais competitivos e contribui para a segurança dos operadores e outro pessoal no local. A Immersive é líder de mercado nessa indústria e muitos dos nossos clientes incentivam essa parceria, para que possamos continuar desenvolvendo produtos para toda nossa gama de equipamentos”, disse Joerg Lukowski, vice-presidente de Vendas e Marketing da Liebherr para o setor de Mineração.
“Essa aprovação é baseada na confiança e credibilidade que a Immersive Technologies oferece com seus produtos de simulação e nós estamos muito orgulhosos de pelo fato de que a parceria com a Liebherr continuará por mais cinco anos”, disse Peter Salfinger, CEO da Immersive Technologies.
Immersive Technologies tem acordos técnicos e de licenciamento exclusivos com outras três fabricantes de equipamentos originais (OEM) do setor de mineração: Caterpillar, Hitachi, Komatsu.
Immersive Technologies é considerada a maior fornecedora mundial de simuladores para indústria de mineração de superfície e subterrânea. Os Simuladores de Equipamento Avançados ajudam as companhias de mineração a aumentar a segurança de seus operadores e a rentabilidade em áreas de mineração por meio de treinamento simulado.
No Brasil, a Liebherr emprega 1.300 pessoas na unidade de Guaratinguetá (SP), onde produz, desde 1974, escavadeira sobre esteiras, escavadeiras sobre pneus, pás carregadeiras, betoneiras, guindastes de torre. Na mesma cidade, o grupo produz peças para aeronaves na Liebherr Aerospace Brasil, desde 2005, segundo o website da empresa.

Notícias de Mineração Brasil

quarta-feira, 19 de março de 2014

Blog Lucas Kallas -Polo de cobre do RJ pode atrair indústrias do setor

Lucas KallasA Indústria Brasileira de Metais (Ibrame) quer atrair outras empresas do setor para a região de Itatiaia (RJ), onde foi inaugurada a IBR-LAM, primeira indústria de cobre do Estado. “Queremos mostrar a nossa capacidade de produção, logística e infraestrutura, e tentar atrair clientes e fornecedores para perto de nós”, afirmou o CEO Sérgio Ragusa, durante a inauguração na sexta-feira (14).
A IBR-LAM é a primeira das duas plantas que o Ibrame construirá no Estado. A segunda planta, a Ibrame Metais, está prevista para o segundo semestre deste ano e comprará parte da produção da IBR-LAM para produzir fios, cordas e barras. As duas plantas irão gerar 200 empregos diretos e 600 indiretos.
Segundo Ragusa, aproximadamente 85% dos profissionais contratados são da região. “O objetivo é capacitar a mão de obra local, que terá oportunidades de desenvolver suas capacidades com a instalação de uma escola técnica no município, em parceria com a prefeitura de Itatiaia”, afirmou.
“Acredito que a instalação da IBR-LAM em Itatiaia pode atrair empresas de transformação de metais. É um passo a mais que o Estado dá com um metal de grande valor como o cobre, pois trará uma circulação econômica mais forte”, disse.
A IBR-LAM aumentará o faturamento da Ibrame de R$ 2 bilhões para R$ 3 bilhões em três anos. O investimento coloca a empresa entre as principais fornecedoras de cobre do Brasil. “Como o cobre semielaborado é um insumo básico para diversos processos industriais, a presença da IBR-LAM na região tem potencial para atrair outras empresas da cadeia de processamento”, disse Luiz Osvaldo Pastore, diretor-presidente da Ibrame.
O cobre participa da cadeia produtiva da indústria de base e é matéria-prima para os setores automotivo, telecomunicações, mineração e óleo e gás. Em 2012, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, assinou um decreto que determina tratamento tributário especial para a cadeia do cobre. “Essa indústria vai beneficiar muito essa região e trará outras indústrias de transformação”, afirmou Cabral na cerimônia de inauguração.
Entre as autoridades presentes no evento, estavam o vice-presidente Michel Temer (PMDB), o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), vice-governador Luiz Fernando de Souza Pezão (PMDB), os senadores Ricardo Ferraço (PMDB) e Valdir Raupp (PMDB), e o prefeito de Itatiaia, Luis Carlos Ypê (PP).

Notícias de Mineração Brasil

sexta-feira, 14 de março de 2014

Blog Lucas Prado Kallas -Olavo Machado Junior é reeleito na Fiemg

Lucas Prado KallasA indústria mineira precisa de igualdade de tratamento para poder se diversificar cada vez mais e aumentar sua contribuição ao desenvolvimento da economia do Estado. Esta é a avaliação do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Olavo Machado Junior, reeleito ontem para mais quatro anos à frente da entidade.
Segundo ele, é grande o potencial das empresas mineiras. Porém, para que o mesmo seja aproveitado, é preciso que o governo adote medidas mais assertivas e menos centralizadas. "Nosso desejo, enquanto representante do setor no Estado, é que a indústria possa estar presente de maneira sólida no mercado nacional e internacional. Temos capacidade de ajudar a atividade no país, mas é necessário um esforço de todos para equalizar as condições de competitividade", diz Machado Junior.
Em seu primeiro mandato, que começou em 2010 e se encerra no dia 15 de maio, quando é comemorado o Dia da Indústria, foi dada prioridade, entre outras coisas, à questão da competitividade. Nesse sentido, o presidente da Fiemg destaca quatro ações realizadas nos últimos quatro anos. E adianta que na gestão 2014-2018 o trabalho será de continuidade.
"Nesse período, destacamos a implantação do Senai/Cetec, que visa à diversificação da nossa indústria; a escola móvel do Sesi/Senai, que leva oportunidade de trabalho a inúmeros mineiros; o Minas Sustentável, que representa o desenvolvimento consciente do Estado; e a segurança do trabalho, importante em todos os campos de atuação", enumera.
Machado Junior ressalta ainda que durante seu novo mandato à frente da entidade, o objetivo será manter estas e outras iniciativas, sem, no entanto, deixar de ousar na implementação de novas estratégias para alavancar e promover a valorização da indústria, defendendo os interesses do setor.
Por isso, conforme ele, o trabalho deverá ser focado tanto na área de tecnologia, na busca de melhores condições para investimentos, quanto na de recursos humanos, para proporcionar mais treinamentos e melhoras as condições de trabalho aos funcionários das empresas do segmento. Outro trabalho que deverá ser feito pela Fiemg é a busca por uma representatividade adequada na política.
Unanimidade - Machado Junior foi reeleito por unanimidade, pela primeira vez na história da entidade. Dos 136 sindicatos filiados, 133 estavam aptos a votar na eleição da nova diretoria. Dois justificaram a ausência, 131 se credenciaram para a votação e 128 presenças foram registradas. Todos os presentes votaram na chapa única, não tendo sido registrado nenhum voto nulo ou em branco.
Além dele, foram eleitos vice-presidentes: Aguinaldo Diniz Filho, Alberto José Salum, Carlos Mário de Moraes, Edwaldo Almada de Abreu, Flávio Roscoe Nogueira, José Batista de Oliveira, José Fernando Coura, Lincoln Gonçalves Fernandes, Luiz Fernando Pires, Petrônio Machado Zica, Ricardo Vinhas, Romeu Scarioli, Teodomiro Diniz Camargos, Valentino Rizzioli e Vicente de Paula Aleixo Dias.

Diário do Comércio

Blog Lucas Prado Kallas -Simineral lança 3º Anuário Mineral do Pará

Lucas Prado KallasO Ministro Finlandês de Meio Ambiente Sr. Ville Niinistö, juntamente com uma comitiva de onze empresas finlandesas líderes em tecnologia de mineração participará, no dia 3 de abril, do Seminário “Mineração: Tecnologia, Produtividade e Sustentabilidade”. O evento, que conta com o apoio do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM – www.ibram.org.br), será realizado na sede da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), em Belo Horizonte (MG).
A preocupação com as questões ambientais e sociais tornou-se cada vez mais importante no setor de mineração em todo o mundo. A altamente desenvolvida indústria finlandesa de tecnologia da mineração está empregando grande esforço no desenvolvimento de novas tecnologias e procedimentos sustentáveis visando alta produtividade. A Finlândia é um dos países que mais investe em pesquisa (4% do PIB), desenvolvimento e inovação tecnológica no mundo e tem conseguido aliar aumento de produção industrial com simultânea redução de emissões ambientais, através do desenvolvimento de tecnologias limpas.
A realização do Seminário tem como principais objetivos destacar soluções sustentáveis que possuam conexão com o desenvolvimento da indústria de mineração brasileira. O evento contará com tradução simultânea e, ao final, haverá oportunidade de realização de reuniões individuais com as empresas apresentadoras.
O Diretor de Assuntos Minerários do IBRAM, Marcelo Ribeiro Tunes conta que, desde 2013, quando a representação comercial finlandesa no Brasil se aproximou do IBRAM no sentido de verificar a possibilidade de realização de um seminário, o IBRAM acatou e aceitou a ideia com muito entusiasmo, dado o notório conhecimento que a Finlândia tem em relação à sustentabilidade na mineração. “A importância do evento é difundir ainda mais os conhecimentos específicos da indústria Finlandesa. Com isso, esperamos aumentar a possibilidade de intercâmbio comercial. É preciso lembrar também que as empresas finlandesas possuem importantes investimentos em indústria no Brasil e empregam, apenas em nosso País, cerca de 21 mil trabalhadores”.
Entre os palestrantes confirmados estão: Olavo Machado Junior, Presidente da FIEMG, José Fernando Coura, Diretor-Presidente do IBRAM, Ville Niinistö, Ministro de Meio Ambiente da Finlândia, Sérgio Augusto Dâmaso de Sousa, Diretor-Geral do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e Paulo Sérgio Machado Ribeiro, Subsecretário de Política Mineral e Energética da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais.
Participarão do seminário as seguintes empresas: Ab Nanol Technologies Oy, Centre For Measurement And Information Systems (Cemis), Kemira Chemicals, Kopar Oy, Metso Brasil Indústria & Comercio Ltda, Normet Do Brasil, Outotec, Premix Oy, Antasalo Moventas – Moventas Brazil Ltda., Sleipner Finland Oy e Vtt & Vtt Brasil.
Serviço:
Seminário“Mineração: Tecnologia, Produtividade e Sustentabilidade”
Data: 3 de Abril de 2014
Local: FIEMG – Belo Horizonte (MG)
Informações: (31) 3444-4794 - etica@uaigiga.com.br


IBRAM – Profissionais do Texto

Blog Lucas Prado Kallas -IBRAM apoia Seminário “Mineração: Tecnologia, Produtividade e Sustentabilidade”

Lucas Prado KallasO Ministro Finlandês de Meio Ambiente Sr. Ville Niinistö, juntamente com uma comitiva de onze empresas finlandesas líderes em tecnologia de mineração participará, no dia 3 de abril, do Seminário “Mineração: Tecnologia, Produtividade e Sustentabilidade”. O evento, que conta com o apoio do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM – www.ibram.org.br), será realizado na sede da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), em Belo Horizonte (MG).
A preocupação com as questões ambientais e sociais tornou-se cada vez mais importante no setor de mineração em todo o mundo. A altamente desenvolvida indústria finlandesa de tecnologia da mineração está empregando grande esforço no desenvolvimento de novas tecnologias e procedimentos sustentáveis visando alta produtividade. A Finlândia é um dos países que mais investe em pesquisa (4% do PIB), desenvolvimento e inovação tecnológica no mundo e tem conseguido aliar aumento de produção industrial com simultânea redução de emissões ambientais, através do desenvolvimento de tecnologias limpas.
A realização do Seminário tem como principais objetivos destacar soluções sustentáveis que possuam conexão com o desenvolvimento da indústria de mineração brasileira. O evento contará com tradução simultânea e, ao final, haverá oportunidade de realização de reuniões individuais com as empresas apresentadoras.
O Diretor de Assuntos Minerários do IBRAM, Marcelo Ribeiro Tunes conta que, desde 2013, quando a representação comercial finlandesa no Brasil se aproximou do IBRAM no sentido de verificar a possibilidade de realização de um seminário, o IBRAM acatou e aceitou a ideia com muito entusiasmo, dado o notório conhecimento que a Finlândia tem em relação à sustentabilidade na mineração. “A importância do evento é difundir ainda mais os conhecimentos específicos da indústria Finlandesa. Com isso, esperamos aumentar a possibilidade de intercâmbio comercial. É preciso lembrar também que as empresas finlandesas possuem importantes investimentos em indústria no Brasil e empregam, apenas em nosso País, cerca de 21 mil trabalhadores”.
Entre os palestrantes confirmados estão: Olavo Machado Junior, Presidente da FIEMG, José Fernando Coura, Diretor-Presidente do IBRAM, Ville Niinistö, Ministro de Meio Ambiente da Finlândia, Sérgio Augusto Dâmaso de Sousa, Diretor-Geral do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e Paulo Sérgio Machado Ribeiro, Subsecretário de Política Mineral e Energética da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais.
Participarão do seminário as seguintes empresas: Ab Nanol Technologies Oy, Centre For Measurement And Information Systems (Cemis), Kemira Chemicals, Kopar Oy, Metso Brasil Indústria & Comercio Ltda, Normet Do Brasil, Outotec, Premix Oy, Antasalo Moventas – Moventas Brazil Ltda., Sleipner Finland Oy e Vtt & Vtt Brasil.
Serviço:
Seminário“Mineração: Tecnologia, Produtividade e Sustentabilidade”
Data: 3 de Abril de 2014
Local: FIEMG – Belo Horizonte (MG)
Informações: (31) 3444-4794 - etica@uaigiga.com.br


IBRAM – Profissionais do Texto

terça-feira, 11 de março de 2014

Lucas Prado Kallas -Após prêmio, CBMM quer seguir como empresa número um do Brasil

Lucas Prado KallasNo prêmio Melhores de 2013, a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) foi eleita pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) a empresa número um do Brasil. Tadeu Carneiro, presidente da CBMM, esteve recentemente em Araxá. Ele recebeu a equipe do G1 na empresa e contou como foi 2013 e as expectativas para o "Projeto de 2015", que visa aumentar a produção da companhia até o próximo ano. Tadeu também falou um pouco das histórias sobre as conspirações em torno do nióbio que rondam o Brasil.
Com quase 70 anos no mercado, atualmente a CBMM, situada em Araxá, no Alto Paranaíba, é considerada empresa-modelo. Ao longo dos anos, a companhia desenvolveu tecnologias voltadas para a produção de nióbio e hoje é a única empresa que oferece ao mercado mundial quatro produtos do metal: ferro-nióbio, óxido de nióbio, ligas de nióbio e nióbio metálico.
“Algumas vezes as pessoas distorcem a realidade e esquecem dos esforços que são feitos dentro do programa do nióbio”. Foi assim que Tadeu começou a conversa dentro de uma sala de reunião na CBMM. Segundo ele, ao contrário do que muitos pensam, para chegar onde estão, pesquisas e tecnologias foram desenvolvidas na empresa para transformar o minério em produto de valor agregado, criando até mesmo melhores condições de trabalho aos funcionários da empresa.
Tadeu explicou que apesar da companhia ter a mineração como parte da cadeia produtiva, a produção envolve 15 etapas de processamento para vender produtos de nióbio de alto valor agregado. “Por mais que trabalhamos com mineração, não vendemos minério, daqui só sai produto pronto para a siderurgia”, disse.
Segundo ele a primeira etapa consiste em retirar o óxido de nióbio do minério e chegar ao concentrado. Porém, de acordo com o presidente, para chegar a este resultado são várias etapas. “O minério passa pela moagem, separação magnética, flotação, até chegar ao concentrado. Temos que retirar ainda o enxofre, fósforo e chumbo. Existem vários passos para chegar neste concentrado”, explicou.
A partir do concentrado, saem os produtos comercializados pela CBMM. O principal produto em vendas da companhia, segundo Tadeu, é o ferro-nióbio que representa quase 90% da comercialização. Este é o produto usado na indústria siderúrgica, que utiliza esta composição como elemento de liga de aço. O ferro-nióbio é utilizado na fabricação de pontes, gasodutos, oleodutos e automóveis. Tadeu explicou que é isso que deixa o aço mais resistente. Tadeu contou que existem pessoas que acreditam que o nióbio deixa o aço mais leve, o que não é verdade. “O aço não fica mais leve, o que fica mais leve é a estrutura, pois é utilizado menos aço na composição”, comentou.
Nos automóveis por exemplo, com a utilização do ferro-nióbio, a estrutura do veículo fica mais resistente e usando menos aço, consequentemente mais leve. “Isso faz com que o carro consuma menos combustível e polua menos o meio ambiente. O raciocínio para a quantidade de nióbio utilizado é de 400 gramas por tonelada de aço produzido”, explicou Tadeu.
CBMM procura mercado para produção de terras-raras
Outros produtos da companhia representam 13% das vendas. O níquel de nióbio é aplicado principalmente em turbinas. Segundo Tadeu Carneiro, esta aplicação permite que a turbinas trabalhem em altas temperaturas. Já o nióbio metálico é aplicado em campos magnéticos. De acordo com o presidente, ele é utilizado em tomógrafos de ressonância magnética. O quarto produto comercializado na companhia é o óxido de nióbio, que é utilizado em lente óticas, baterias e catalisadores.
Ao todo, a CBMM exporta para 60 países, com destaque para a China, que atualmente é o principal produtor de aço no mundo. Mas, segundo Tadeu, todos os países são importantes nesse processo. “Nosso programa é muito detalhado e toma conta de muitos países ao mesmo tempo”, comentou Tadeu.
Expectativa da mina
Muitos já foram os números que rondaram a expectativa de vida da mina da CBMM. Mas Tadeu explica que a real perspectiva vai depender de como o consumo possa aumentar. “Na verdade, nossa reserva ainda não é totalmente conhecida. Nossa mina tem duas partes, em uma delas, o minério é chamado de intemperizado, aquele que a natureza ao longo dos anos o enriqueceu, e abaixo desse minério existe uma rocha que nós fizemos três furos de 800 metros e não chegamos ao fim dela. Acreditamos que temos nióbio para mais de 200 anos, mas vai depender da demanda e de conhecermos a mina”, explicou Tadeu.
Nióbio não é raro
No Brasil, além da CBMM, uma companhia em Catalão (GO) também produz ferro-nióbio. No mundo,  Rússia, Canadá e Austrália são países onde também há empresas produtoras do metal. Porém, somente a CBMM produz os quatro produtos para o mundo. Segundo levantamento do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM),  existe nióbio em vários outros países, porém são locais não explorados. Entre os países que ainda não possuem estudos das minas estão: Angola, Arábia Saudita, Uganda, dentre outros.
Segundo Tadeu, diferente do que muitas pessoas acreditam, o nióbio não é raro. “Existem concentrações de nióbio em todo mundo para fazer com que ele não seja considerado raro, porém poucos investem em estudos para explorar a mina. O nióbio conhecido e medido está, talvez, só no Brasil”, comentou.
Tadeu contou que muitas pesquisas foram realizadas para chegarem a utilidade do nióbio, o que faz o mineral um elemento essencial na fabricação do aço, porém, de acordo com o presidente, isso pode mudar. “Existe uma solução tecnológica em que o nióbio se mostra a melhor solução em condições atuais, agregando valor para o custo. Porém, se houver necessidade de outra solução, existe, basta pesquisar. O que faz com que o nióbio não seja insubstituível”, disse.
Em relação ao contrabando do nióbio no Brasil, Tadeu disse que seria impossível. “Sai 70 mil toneladas por ano de produto final daqui, quantidade que seria impossível contrabandear, além de sermos uma companhia que é fiscalizada rigorosamente”, comentou.
Projeto 2015
A CBMM divulgou um projeto em 2010 que visa aumentar a produção da companhia de 70 mil toneladas anualmente para 150 mil. “Ao longo dos anos, vamos adequar os gargalos de cada uma das etapas de produção e devemos atingir 150 mil toneladas entre 2015 e 2016. E outra parte da expansão é onde se coloca o rejeito. O investimento desse projeto para a companhia será de cerca de R$ 1 bilhão. O plano continua em pé e estamos seguindo adiante”, comentou Tadeu Carneiro.
De acordo com ele, em 2013, a empresa produziu, porém não expandiu. "Não crescemos como esperávamos, mas não decrescemos. Para 2014 esperamos crescer por volta de 10%", contou.

G1

Lucas Prado Kallas -TNC está entre as instituições mais éticas de 2013

lucas prado kallasA The Nature Conservancy foi reconhecida como uma das organizações mais éticas de 2013 pelo Instituto Ethisphere, que se dedica à pesquisa e ao debate sobre as melhores práticas de ética empresarial, responsabilidade social corporativa, de anticorrupção e de sustentabilidade.
“Estamos honrados em receber essa importante distinção”, disse Charlotte D. Young, líder do departamento de Ética e Conformidade da TNC, nos Estados Unidos. “Acredito ser a comprovação do trabalho duro de todas as nossas equipes ao redor do mundo e seu compromisso com os valores da organização.”.
A premiação The World’s Most Ethical Companies (Empresas mais Éticas do Mundo) reconhece instituições que vão além do discurso, transformando suas propostas em ações concretas. Os indicados não só adotaram normas e procedimentos éticos em suas práticas internas, como influenciaram o desenvolvimento de padrões mínimos para a indústria em todo o mundo.
Para a edição de 2013, a Ethisphere analisou milhares de indicações de empresas em mais de 100 países, de 36 segmentos. A pesquisa resultou numa lista de 145 instituições, das quais 43 foram premiadas. A metodologia para o ranking das Empresas mais Éticas do Mundo inclui revisar códigos de ética, histórias de litígio e infrações regulatórias; avaliar o investimento em inovação e práticas de negócios sustentáveis; olhar para as atividades desenhadas para melhorar a cidadania corporativa; e estudar indicações de altos executivos, parceiros na indústria, fornecedores e clientes.
A The Nature Conservancy é guiada por cinco valores organizacionais: Integridade irrepreensível; Respeito por pessoas; Comunidades e culturas; Comprometimento com a diversidade; Uma única TNC; e Resultados tangíveis e duradouros. Esses valores são refletidos nas políticas e procedimentos habituais da organização.
Além disso, a TNC possui diretrizes claras sobre como atingir os mais altos padrões éticos e de conformidade, o que inclui políticas e procedimentos em conflitos de interesse; informações confidenciais; limitações com lobby; participações em eleições; relatos de violações suspeitas da lei ou da política (política de denúncia); oportunidades iguais de emprego; ações de diversidade; prevenção e relatos de assédio moral no trabalho; e gerenciamento de registros.
A TNC criou o departamento de Ética e Conformidade em 2004. Esse setor supervisiona áreas como treinamentos, desenvolvimento de política e procedimentos, avaliação de riscos e investigações por descumprimento das normas. Uma linha de ouvidoria (hotline) está disponível para que todos os empregados possam fazer relatórios anônimos ou inquéritos sobre questões relativas à conformidade. Um treinamento de cumprimento regular é oferecido para qualquer funcionário TNC, seus conselheiros e voluntários.

TNC

Lucas Prado Kallas -Brazil Minerals acerta transação com diamantes

lucas prado kallasA mineradora Brazil Minerals, baseada nos Estados Unidos, recebeu US$ 500 mil de dois compradores individuais norte-americanos como pagamento por diamantes polidos que serão entregues no período de um ano, conforme comunicado enviado ontem ao mercado. O mineral é produzido pela companhia no complexo Duas Barras, no Vale do Jequitinhonha.
De acordo com o comunicado, nos últimos dois meses a empresa recebeu cerca de US$ 1 milhão sem vender os estoques imediatos em operações bem-sucedidas, as quais foram levantados recursos para a compra de equipamentos de mineração para Duas Barras, além de outras finalidades.
O chief executive officer (CEO) da Brazil Minerals, Marc Fogassa, classificou, em nota, a transação com uma notícia excelente para a companhia. "Na verdade, tínhamos pedido US$ 250 mil, mas recebemos uma contraoferta de US$ 500 mil", observou.
Segundo ele, a operação dará condições para a empresa realizar algumas melhorias adicionais no complexo minerário do Vale do Jequitinhonha. Além disso, os recursos permitirão "acelerar" outras oportunidades estratégicas.
A Brazil Minerals detém 55% do capital da Mineração Duas Barras. O restante pertence a um grupo de investidores brasileiros. O ativo pertencia à companhia canadense Vaaldiam, que vendeu o projeto entre 2006 e 2007. A empresa mantém também projetos de exploração de vanádio, titânio, ferro e ouro.
Além da produção de diamantes, o complexo instalado às margens do rio Jequitinhonha conta com reservas de ouro. A companhia detém ainda um empreendimento, denominado Projeto Borba, no Amazonas. A jazida ainda não é operacional.
Mercado interno - No mês passado, a mineradora anunciou que realizou a primeira venda de diamante polido e cortado no mercado interno. Na ocasião, a empresa se limitou a informar que o comprador das pedras preciosas é uma grande joalheria regional, no mercado desde 1944 e com 11 lojas no Brasil.
Normalmente estes diamantes são exportados para os Estados Unidos para classificação e certificação no Instituto Gemológico da América (GIA, da sigla em inglês). Porém, a joalheria brasileira optou por comprar sem a certificação do instituto norte-americano.
Conforme o último balanço divulgado, a Brazil Minerals registrou prejuízo operacional de US$ 87,199 mil no terceiro trimestre de 2013, ante resultado negativo de US$ 153,461 mil no período anterior.
Já a receita bruta da companhia cresceu 83% na mesma base de comparação. O faturamento passou de US$ 145,619 mil no segundo trimestre de 2013 para US$ 266,070 mil no acumulado do terceiro trimestre do exercício passado.

Diário do Comércio

Lucas Prado Kallas -MINERAÇÃO realiza curso “Gerenciamento e Controle de Emergências na Mineração”

Lucas Prado KallasO Programa MINERAÇÃO promove nos dias 19 e 20 de março, em Criciúma (SC), a terceira edição do curso “Gerenciamento e Controle de Emergências na Mineração”. O objetivo do evento é transmitir conhecimento de qualidade a profissionais ligados ao atendimento às emergências e apresentar as tecnologias disponíveis no mercado para garantir eficiência nestas operações, seja nas unidades de plantas mineradoras ou industriais.

Segundo a Coordenadora do Programa, Cláudia Pellegrinelli, esse treinamento pretende usar conceitos básicos da metodologia utilizada para gerenciar as ações e os recursos destinados para as operações de resposta, por meio de uma estrutura organizacional com procedimentos e comunicações definidas nos Planos de Atendimento às Emergências (PAE).

Para ela, este é um assunto que tem apresentado uma demanda expressiva no setor mineral. “A ideia é levar a informação  a todas as empresas ligadas ao setor, de forma a igualar o nível de conhecimento em relação às questões de Saúde e Segurança do Trabalho (SST) na mineração”.  Segundo Cláudia, este é um curso direcionado aos profissionais responsáveis diretamente pelo atendimento às emergências e seu gerenciamento.

Segundo a Coordenadora do Programa, esta é uma forma indireta de apresentar o MINERAÇÃO para as mineradoras da região que ainda não são associadas. “Os riscos inerentes à mineração estão cada vez mais sendo objeto de atenção por parte das indústrias do setor. É necessário que todas as empresas estejam atualizadas em relação ao assunto no intuito de diminuir os acidentes de trabalho. O MINERAÇÃO proporciona condições para que todas as empresas de mineração do País possam dispor de meios para gerenciar seus riscos e desenvolver a cultura de segurança em suas operações de trabalho”, ressalta.

As inscrições podem ser realizadas pelo site www.programamineracao.org.br até o dia 11 de março. As vagas são limitadas a 20 participantes. Além dos associados, o público externo também pode participar.

A terceira edição do Curso conta com o apoio do Sindicato da Indústria de Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina (SIECESC) e Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), além da parceria com a Fire&RescueGroup. O grupo foi escolhido para desenvolver e ministrar programas de treinamentos sobre controle de emergências voltado para o setor mineral, tanto em minas a céu aberto quanto nas subterrâneas.

Confira a agenda de cursos do Programa MINERAÇÃO:

Março:

28/03 - Fórum Compartilhando Boas Práticas

Abril:


29/04 – Palestra sobre e-Social

Maio:

22/05 – Mesa redonda- Tema “Álcool e Drogas”
30/05 – Fórum Compartilhando Boas Práticas

Junho:
03 a 06/06 – Curso de Formação de Instrutor de Câmara de Regúgio – Nível I – Belo Horizonte/MG

Agosto:
27 e 28/08 – Curso Busca e Resgate em Áreas Remotas Nível I – Belém/PA

Setembro:

24 e 25/09 – Curso Gerenciamento e Controle das Emergências na Mineração – Belo Horizonte/MG

Serviço:
Curso “Gerenciamento e Controle de Emergências na Mineração”
Local:Edifício do SINDICATO DA INDÚSTRIA CARBONÍFERA DE SANTA CATARINA (SIECESC)- Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina ( SATC)
Endereço: Rua Pascoal Meller, 73 - Bairro Universitário -Criciúma – Santa Catarina
Data: 19 e 20 de Março/2014
Horário: 9h às 18h
Mais informações: www.programamineracao.org.br

IBRAM - Profissionais do Texto

Lucas Prado Kallas -IBRAM participa de Seminário de Mineração Sustentável

Lucas Prado KallasO Diretor de Assuntos Ambientais do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM – www.ibram.org.br),Rinaldo Mancin, participará, nos dias 25 e 26 de março, do Seminário de Mineração Sustentável. O evento, promovido pela Revista Página sustentável, será realizado no Hotel Mercure, na cidade de São Paulo (SP). 
O objetivo é discutir as melhores práticas ambientais relacionadas à mineração e o papel desempenhado pelo setor na economia brasileira. Por meio do encontro, o setor pretende mostrar como a adoção de atitudes sustentáveis tem feito parte das ações de exploração mineraria em todo o País.
O público alvo das discussões são as mineradoras e siderurgias, profissionais das áreas de infraestrutura, consultorias de meio ambiente, fornecedores de equipamentos, associações, instituições financeiras, geólogos, centros de pesquisas, engenharias, escritórios de advocacia, órgãos ambientais, secretarias de planejamento, mineração e infraestrutura, empreendedores, construtoras, profissionais das áreas de meio ambiente/sustentabilidade, marketing e planejamento e demais interessados pelo assunto.
A gestão dos riscos ambientais no setor de mineração será o assunto discutido pelo Diretor de Assuntos Ambientais do IBRAM, Rinaldo Mancin, que apresentará um histórico de pauta ambiental no setor de mineração brasileiro, mostrará a importância da utilização de ferramentas de gestão de riscos, os mecanismos de verificação e preparação para atendimento às emergências ambientais e a questão da segurança e gestão de riscos em barragens de rejeitos.
Programação
O primeiro tema abordado será a gestão das emissões no setor de mineração, discutido pelo Diretor de Desenvolvimento Sustentável na Mineração do Ministério de Minas e Energia (MME), Edson Farias Mello. Em seguida, o assessor Técnico de Mineração do Governo do Estado de São Paulo, Marcos Koritiake, falará sobre Mineração Sustentável e o Diretor Técnico do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (IEMA), Elias Alberto Morgan sobre a redução de partículas de poeira do manejo de minerais.
O Chefe do Serviço de Novos Produtos Minerais do Centro de Tecnologia Mineral (Cetem), Francisco Mariano Souza Lima, tratará sobre as fontes energéticas renováveis aplicadas à mineração e o secretário de Meio Ambiente do Governo do Estado de Sergipe, Genival Nunes Silva, abordará a questão do licenciamento como ferramenta de gestão ambiental para o setor de mineração.
Já pesquisadora da Embrapa Cerrados, Lidiamar Albuquerque, tratará a questão da restauração ecológica de matas de galeria e ciliares por meio do processo de recuperação das matas ripárias e o Presidente da Associação Nacional dos Municípios Produtores (Anamup), Carlos Casteglione mostrará a relação entre o novo código de mineração e o seu impacto econômico.
O Pesquisador da Embrapa Solos, Silvio Tavares e o Diretor da Bioflora André Nave serão os responsáveis pelo painel “Aspectos Essenciais para Restauração Ecológica de Áreas Degradadas”, que falará sobre a escolha de espécies adequadas para a restauração florestal e os cuidados necessários durante as fases de implantação e manutenção. E, para finalizar o evento, o Diretor Técnico da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (FEPAM), Rafael Volquind, abordará as características essenciais dos Estudos de Impacto Ambiental.
Serviço:
Conferência Mineração Sustentável
Data: 25 e 26 de março
Local: São Paulo (SP)
Informações e inscrições: Podem ser realizadas pelos telefones (11) 3452-3155 e (11) 2339-3900 e pelo endereço eletrônico  atendimento@paginasustentavel.com.br.

IBRAM – Profissionais do Texto – com informações da assessoria do evento

sexta-feira, 7 de março de 2014

Lucas Prado Kallas -Especialistas esperam nova onda de projetos de grafite no mundo

lucas prado kallas
De acordo com especialistas, o aumento das aplicações da ponta de lápis em baterias de íon-lítio, usadas em carros, telefones celulares e tablets, em conjunto com a queda na produção de grafite na China, vai contribuir para a maior onda de projetos de grafite no mundo das últimas décadas. No Brasil, a Lara Exploration possui o projeto Canindé, no Ceará, e a Paringa Resources detém os empreendimentos de grafite São Fidélis e Santo Antônio, ambos no Rio de Janeiro.
O especialista Don Hains, da consultoria para geologia e mineração Watts, Griffis and McQuat Limited, disse que muitas companhias estão interessadas em áreas ricas em grafite. “Existem, pelo menos, quase 300 empresas ou projetos individuais que estão sendo analisados em todo o mundo”, afirmou.
As mineradoras acreditam que o grafite produzido seria bem aproveitado para a indústria de carros elétricos. Brian Brockman, porta-voz da Nissan, disse que há 57 libras de grafite na bateria de íon-lítio de cada Leaf, um modelo elétrico da montadora. Entretanto, em 2013, foram vendidas 97 mil baterias de íon-lítio nos Estados Unidos, menos de 1% dos 15,5 milhões de veículos, segundo dados da Eletric Drive Transportation Association.
Segundo Hains, baterias para fontes de energia renováveis, como energia solar e energia eólica podem ser de uso mais importante. O US Geological Survey (USGS) diz que as companhias do setor de energia têm desenvolvido em grande escala, de forma que podem, em breve, consumir mais grafite do que todos os outros setores juntos.
Hains lembra que as mineradoras precisam encontrar compradores para o grafite que pretendem produzir. “Não se trata de simplesmente produzir grafite para vender e esperar que alguém vá bater na sua porta e comprar”, disse o especialista.
A China foi responsável por 750 milhões de toneladas métricas das 1,1 bilhão de toneladas métricas de grafite produzidas em todo o mundo em 2012, segundo dados do USGS. Apesar da supremacia chinesa na produção mundial de grafite, os números de 2012 representaram uma queda de 50 milhões de toneladas métricas em relação ao ano anterior. De acordo com o USGS, a queda ocorreu porque o governo fechou minas em função de problemas ambientais e proteção de recursos.
A canadense Graphite One Resources explora o depósito Graphite Creek, considerado de classe mundial, no Alasca. A empresa, que encontrou uma quantidade maior do que a esperada de grafite de alto teor, acredita que a mina pode permanecer sustentável pelos próximos 20 anos.

Notícias de Mineração Brasil

Lucas Prado Kallas -Fábrica de calcário para agricultura deve ampliar consumo em cinco vezes

lucas prado kallasO consumo de calcário agrícola (dolomítico) no Amazonas poderá crescer em até cinco vezes em relação às atuais 50 mil toneladas. O aumento deverá ocorrer com a produção da primeira fábrica de beneficiamento do minério no Amazonas, de acordo com a Secretaria de Estado de Mineração, Geodiversidade e Recursos Hídricos.
A planta da Calnorte será inaugurada hoje no quilômetro 55 da Rodovia Manuel Urbano (AM-70 – Manaus-Iranduba), que processará o mineral extraído de Jatapu, mina localizada no município de Urucará (a 261 quilômetros a leste de Manaus).
A fábrica Calnorte tem capacidade de produção de 40 toneladas de calcário em pó por hora, sendo 400 toneladas por dia. De acordo com o proprietário da fábrica, José Nonato de Almeida, por ano, devem ser produzidas 20 mil toneladas do minério. De acordo com o industrial, a quantidade vai variar de acordo com a procura. A unidade está instalada em um terreno de 7 mil hectares e tem, atualmente, 15 funcionários, número que poderá dobrar conforme o aumento da produção.
Para a secretária estadual de Mineração, em exercício, Jane Crespo, o calcário beneficiado será vendido ao preço de R$ 155 a tonelada, bem abaixo dos mais de R$ 400 pagos hoje pelos produtores amazonenses.
Segundo Jane Crespo, as primeiras 4 mil toneladas do minério, transportadas em balsas até o porto da Calnorte, em Manacapuru, já estão na fábrica prontas para serem beneficiadas, a partir desta sexta-feira. “O produto foi inspecionado pelos técnicos da Secretaria de Mineração e está pronto para ser triturado e moído para ser comercializado aos produtores rurais do Estado”, disse.

Diário do Amazonas

Lucas Prado Kallas -Aquilino Paolucci é nomeado presidente da Alcoa América Latina & Caribe

Lucas Prado KallasA Alcoa anuncia mudanças na liderança da região da América Latina & Caribe.  Franklin Feder decidiu se aposentar depois de 23 anos de dedicação à companhia, a partir de 01 de agosto. Aquilino Paolucci, atual vice-presidente de Desenvolvimento Corporativo e Assuntos Institucionais para América Latina & Caribe, foi nomeado presidente da Alcoa América Latina & Caribe a partir de 01 de março.
"Franklin é um líder íntegro e inspirador, que ganhou o respeito e a gratidão de cada funcionário da Alcoa. Ele promoveu o crescimento sustentável dos negócios da Alcoa na América Latina & Caribe. Seu impacto na região e no negócio global da Alcoa será um legado por muitos anos", afirma Klaus Kleinfeld, Chairman e CEO da Alcoa.
Nos últimos 23 anos, Feder teve um papel importante na orientação e na liderança do processo de crescimento da Alcoa. Como diretor mundial de Desenvolvimento Corporativo tratou da aquisição de diversas empresas que possibilitaram o sucesso dos negócios de downstream. Depois disso, como vice-presidente de Análise e Planejamento Financeiro foi responsável pelo planejamento de expansões internacionais da Alcoa. Desde que assumiu a liderança da região América Latina & Caribe, foi responsável pelo significativo crescimento do portfólio de alumina e alumínio da Alcoa no Brasil.
Além de liderar as operações da Alcoa América Latina & Caribe, Paolucci, 49, também foi nomeado presidente do Grupo Global de Produtos Primários (GPP), responsável por todas as operações da região. Paolucci se reportará ao Chairman e CEO Klaus Kleinfeld para os negócios da região e ao executivo-chefe de operações de GPP Roy Harvey para as operações de Produtos Primários.
“Paolucci tem ampla experiência suportando o crescimento de empresas multinacionais no Brasil, que o qualificam para liderar a Alcoa América Latina & Caribe”, afirma Klaus Kleinfeld. “Ele nos ajudará a capturar o crescimento da demanda de nossos produtos e soluções de alto valor agregado e, ao mesmo tempo, garantir a competitividade dos negócios de alumina, metal primário e energia na região”.
Paolucci iniciou seu trabalho na Alcoa em 2004 e tem 28 anos de experiência em Finanças, incluindo sua atuação como executivo-chefe de finanças na Alcoa América Latina & Caribe, assim como da Pharmacia e Upjohn, que se fundiram criando a Monsanto. Ele também participou da chegada ao Brasil das operações da Compaq Computer e da American National Can Company (incorporada posteriormente pela Rexam). Paolucci graduou-se em Ciências Contábeis no Mackenzie e fez MBA no Ibmec.
Sobre a Alcoa Inc.
Líder mundial em engenharia e produção de metais leves, a Alcoa inova na criação de soluções que avançam o mundo. Nossas tecnologias possibilitam o contínuo aprimoramento dos segmentos de transporte (automotivo, comercial e aeroespacial), industrial e de produtos eletrônicos. Colaboramos com o desenvolvimento de edifícios inteligentes, embalagens de alimentos e bebidas sustentáveis, veículos de defesa aéreos, marítimos e terrestres de alto desempenho, extração de petróleo e gás em áreas profundas e na geração de energia cada vez mais eficiente.Somos pioneiros na indústria de alumínio há 125 anos e, hoje, nossos 60 mil funcionários em 30 países agregam alto valor a produtos feitos com alumínio, titânio e níquel e produzem a melhor bauxita,  alumina e alumínio primário do mercado. Para mais informações, visite www.alcoa.com e siga @Alcoa no Twitter emwww.twitter.com/Alcoa e siga a Alcoa no Facebook em www.facebook.com/Alcoa.

Assessoria