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quinta-feira, 10 de abril de 2014

Blog Lucas Prado Kallas -Alcoa em Juruti é referência em mineração sustentável

Lucas Prado KallasExpoente da MINERAÇÃO no Pará, o município de Juruti, no oeste do estado, celebrará 131 anos de fundação nesta quarta-feira, dia 9 de abril. O município é sede de uma unidade de MINERAÇÃO de bauxita da Alcoa, empresa líder de mercado, que completará cinco anos de operações na localidade este ano. A presença da mineradora trouxe para a região a oportunidade de crescer com suas riquezas e identificar novos caminhos para o desenvolvimento, valorizando suas duas principais vocações: a MINERAÇÃO e a agricultura.
Na busca diária pela excelência e sucesso do negócio, em meio ao cenário desfavorável de crise global que ainda impacta o mercado do alumínio e o alto custo da energia no Brasil, a Alcoa tem cumprido o compromisso de operar um empreendimento no coração da Amazônia em harmonia com as pessoas que vivem na localidade e com o meio ambiente, consolidando-se como uma das empresas com melhores práticas de responsabilidade socioambiental na região. Em 2013, a Alcoa foi reconhecida - pela sétima vez - como uma das empresas-modelo do Guia Exame de Sustentabilidade. No ranking, a Companhia ficou em primeiro lugar no seu setor de atuação e também na categoria Relação com os Fornecedores.
A Alcoa desenvolve em Juruti uma série de programas que integram o Plano de Controle Ambiental (PCA) e beneficiam a comunidade, atuando em áreas como educação patrimonial, manejo florestal, agricultura familiar, capacitação de mão de obra, entre outros. Além disso, suas operações são conduzidas sob os mais rígidos controles socioambientais. A etapa de reabilitação das áreas mineradas, por exemplo, tem se destacado com a aplicação do método de nucleação.
Restauração natural - A Alcoa aplica nas áreas mineradas uma metodologia que induz a restauração natural, especialmente considerando as características das chuvas amazônicas, buscando recriar um ambiente com ecossistema semelhante ao original. O processo consiste em depositar nas áreas montes de galhos, sementes e solo orgânico, que produzem uma base natural para o desenvolvimento de espécies de flora e fauna, através da captura e infiltração de água rica em nutrientes no solo.
Mais do que reabilitar as áreas mineradas, a Alcoa viu nesta atividade uma oportunidade de geração de renda adicional aos comunitários da região. "As mudas que utilizamos na reabilitação das áreas são cultivadas por produtores de quatro associações, que reúnem ao todo 16 comunidades da região de Juruti Velho. Além de ser uma fonte de renda alternativa para estes comunitários, optamos por utilizar espécies florestais nativas de interesse social que contribuem também para o enriquecimento da área no futuro", conta Pedro Pinto, gerente de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da Alcoa Juruti. As comunidades são capacitadas e contam com a assistência técnica com investimentos da Alcoa para o cultivo de mudas de espécies florestais, frutíferas e ornamentais. De 2008 a 2013, 322.907 mudas já foram compradas pela Companhia, gerando aproximadamente R$ 568 mil em renda para quatro associações representantes dos produtores engajados no programa. Entre as espécies cultivadas estão o ipê-roxo, castanheira, itaubeira, seringueira, jatobazeira, entre outras.
O reflorestamento das áreas ocorre simultaneamente ao avanço das frentes de lavra e todo o trabalho de reabilitação é monitorado periodicamente para acompanhar e avaliar as evoluções do processo. "Realizamos também monitoramentos periódicos de diversos fatores dos meios físico e biótico, que resultam em dados ambientais sobre a área de influência da Mina. Isso permite que possamos acompanhar a resposta da qualidade ambiental, facilitando ainda a identificação de aspectos ambientais, tratando-os para que não causem possíveis impactos sobre a água superficial e subterrânea, o ar, o clima, a fauna e a flora, além dos níveis de ruído. Todas essas análises são acompanhadas pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente (SEMA)", completa Pedro Pinto.
Valorizando Juruti - O mesmo cuidado que a Empresa demonstra com a natureza, é também presente em sua relação com as pessoas da região. Para estimular o desenvolvimento local, a Alcoa aposta no trabalho conjunto com o Poder Público, SENAI e outras importantes instituições parceiras, de nível regional e nacional, a fim de promover a melhoria da qualidade de vida da população. "Nós acreditamos no potencial de Juruti e queremos avançar junto com o município. Investir no desenvolvimento da cidade e da população, trabalhando de forma parceira com o Poder Público e outras instituições, é parte de nosso compromisso e um Valor para nós", avalia Claudio Vilaça, gerente geral da Alcoa Mina de Bauxita de Juruti.
A parceria está presente em todas as suas ações em benefício da comunidade, garantindo a continuidade e a manutenção das iniciativas, como as melhorias resultantes da Agenda Positiva - conjunto de obras de infraestrutura, saúde, educação, assistência social, segurança e cultura voltados à qualidade de vida da sociedade jurutiense - desenvolvida em conjunto com a Prefeitura, a Câmara de Vereadores e a comunidade em geral. A Agenda Positiva, por exemplo, fortaleceu a saúde pública do município e garantiu mais salas de aula na cidade e melhores vias de acesso às comunidades rurais. "A Alcoa trouxe grande desenvolvimento para minha terra e eu estou muito satisfeito. Juruti não tinha o desenvolvimento que temos hoje. A cidade está muito bem", comenta o aposentado jurutiense Zaqueu Bruce.
O município ganhou também com a oferta de oportunidade de emprego e formação profissional de qualidade na própria região. Como um dos resultados, o alto índice de paraenses no efetivo da Alcoa: cerca de 75% dos funcionários têm origem no Pará. Desde 2006 a parceria Alcoa e Senai vem investindo na oferta de cursos profissionalizantes no município, que já formaram cerca de 3.400 pessoas, nos mais de 70 tipos de cursos disponíveis, em 205 turmas e totalizando 36.334 horas/aula. No Programa de Formação de Operadores e de Mão de Obra de Manutenção, foram mais de 200 formados, sendo 90% de Juruti e região. Destes, 54% foram absorvidos pela Companhia. Além disso, a unidade de Juruti é destaque em empregabilidade de mulheres. Elas que estão à frente de 45% das posições técnicas, de engenharia e liderança. A aposta da Alcoa na valorização da diversidade e no potencial da mão de obra feminina rendeu no último ano - pela segunda vez consecutiva - o reconhecimento da Alcoa como a Melhor Empresa para Mulher Trabalhar no Brasil , de acordo com a pesquisa do Instituto Great Place to Work. Além disso, a Alcoa também recebeu o Catalyst 2013, prêmio internacional que homenageia ações inovadoras relacionadas à contratação, formação e promoção de mulheres no trabalho.
A Alcoa também movimenta a economia local. Em 2013, investiu R$ 157 milhões em compras de fornecedores paraenses, das quais 95% foram feitas na região oeste do Estado. Deste montante, só em Juruti foram R$ 88 milhões em compras, o que representa 56% do valor total investido no Pará. A fim de fortalecer a cadeia de fornecedores locais por meio da otimização e qualidade dos serviços prestados, a Companhia apoia o programa REDES/Fiepa, que contribui com a qualificação de fornecedores e o desenvolvimento de boas práticas de gestão de negócios, além da adequação aos padrões de saúde, segurança e meio ambiente do mercado.
Para o deputado Raimundo Santos, presidente da Frente Parlamentar de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável da MINERAÇÃO no Estado do Pará, Juruti constrói hoje um legado pautado pela sustentabilidade em benefício desta e das próximas gerações. "O povo jurutiense está vendo que as suas riquezas hoje estão sendo aproveitadas em favor do país e em favor de suas próprias famílias. A implantação da Alcoa em Juruti tem tido efeito multiplicador em todas as cadeias produtivas, impulsionando a economia local, da circunvizinhança e porque não dizer, do país. Juruti está fazendo um belo trabalho e sua população está de parabéns, pois têm o seu lugar de destaque garantido na região", finalizou o parlamentar.

A Critica online


sexta-feira, 7 de março de 2014

Lucas Prado Kallas -Aquilino Paolucci é nomeado presidente da Alcoa América Latina & Caribe

Lucas Prado KallasA Alcoa anuncia mudanças na liderança da região da América Latina & Caribe.  Franklin Feder decidiu se aposentar depois de 23 anos de dedicação à companhia, a partir de 01 de agosto. Aquilino Paolucci, atual vice-presidente de Desenvolvimento Corporativo e Assuntos Institucionais para América Latina & Caribe, foi nomeado presidente da Alcoa América Latina & Caribe a partir de 01 de março.
"Franklin é um líder íntegro e inspirador, que ganhou o respeito e a gratidão de cada funcionário da Alcoa. Ele promoveu o crescimento sustentável dos negócios da Alcoa na América Latina & Caribe. Seu impacto na região e no negócio global da Alcoa será um legado por muitos anos", afirma Klaus Kleinfeld, Chairman e CEO da Alcoa.
Nos últimos 23 anos, Feder teve um papel importante na orientação e na liderança do processo de crescimento da Alcoa. Como diretor mundial de Desenvolvimento Corporativo tratou da aquisição de diversas empresas que possibilitaram o sucesso dos negócios de downstream. Depois disso, como vice-presidente de Análise e Planejamento Financeiro foi responsável pelo planejamento de expansões internacionais da Alcoa. Desde que assumiu a liderança da região América Latina & Caribe, foi responsável pelo significativo crescimento do portfólio de alumina e alumínio da Alcoa no Brasil.
Além de liderar as operações da Alcoa América Latina & Caribe, Paolucci, 49, também foi nomeado presidente do Grupo Global de Produtos Primários (GPP), responsável por todas as operações da região. Paolucci se reportará ao Chairman e CEO Klaus Kleinfeld para os negócios da região e ao executivo-chefe de operações de GPP Roy Harvey para as operações de Produtos Primários.
“Paolucci tem ampla experiência suportando o crescimento de empresas multinacionais no Brasil, que o qualificam para liderar a Alcoa América Latina & Caribe”, afirma Klaus Kleinfeld. “Ele nos ajudará a capturar o crescimento da demanda de nossos produtos e soluções de alto valor agregado e, ao mesmo tempo, garantir a competitividade dos negócios de alumina, metal primário e energia na região”.
Paolucci iniciou seu trabalho na Alcoa em 2004 e tem 28 anos de experiência em Finanças, incluindo sua atuação como executivo-chefe de finanças na Alcoa América Latina & Caribe, assim como da Pharmacia e Upjohn, que se fundiram criando a Monsanto. Ele também participou da chegada ao Brasil das operações da Compaq Computer e da American National Can Company (incorporada posteriormente pela Rexam). Paolucci graduou-se em Ciências Contábeis no Mackenzie e fez MBA no Ibmec.
Sobre a Alcoa Inc.
Líder mundial em engenharia e produção de metais leves, a Alcoa inova na criação de soluções que avançam o mundo. Nossas tecnologias possibilitam o contínuo aprimoramento dos segmentos de transporte (automotivo, comercial e aeroespacial), industrial e de produtos eletrônicos. Colaboramos com o desenvolvimento de edifícios inteligentes, embalagens de alimentos e bebidas sustentáveis, veículos de defesa aéreos, marítimos e terrestres de alto desempenho, extração de petróleo e gás em áreas profundas e na geração de energia cada vez mais eficiente.Somos pioneiros na indústria de alumínio há 125 anos e, hoje, nossos 60 mil funcionários em 30 países agregam alto valor a produtos feitos com alumínio, titânio e níquel e produzem a melhor bauxita,  alumina e alumínio primário do mercado. Para mais informações, visite www.alcoa.com e siga @Alcoa no Twitter emwww.twitter.com/Alcoa e siga a Alcoa no Facebook em www.facebook.com/Alcoa.

Assessoria

quinta-feira, 6 de março de 2014

Blog Lucas Prado Kallas -Alcoa é eleita a empresa mais admirada de metalurgia pelo terceiro ano consecutivo

Desde 1983, a Alcoa faz parte da lista das companhias mais bem avaliadas do mundo, segundo a publicação norte-americana, uma das mais prestigiadas do mundo no setor de negócios

São Paulo, 6 de março de 2014 – A Alcoa é a primeira colocada da edição 2014 da lista das empresas mais admiradas do mundo no setor de metalurgia, publicada pela revista norte-americana Fortune – um dos rankings mais prestigiados internacionalmente na área de negócios. A líder mundial na produção de alumínio primário e alumínio transformado está no topo da lista por três anos consecutivos. A companhia faz parte da lista das “Mais Admiradas” desde que a Fortune criou o ranking anual, 30 anos atrás.
Na avaliação da publicação norte-americana, a Alcoa recebeu a classificação máxima em oito dos nove atributos-chave: inovação; gestão de pessoas; uso dos ativos empresariais; responsabilidade social; qualidade da gestão; solidez financeira; investimentos de longo prazo; e qualidade de produtos e serviços.
Segundo o CEO da Alcoa, Klaus Kleinfeld, a nomeação é uma honra para toda a companhia. “Esse reconhecimento é uma homenagem aos 60 mil funcionários da Alcoa em todo o mundo que estão empenhados em servir, a cada dia, os nossos clientes e as comunidades. Isso mostra a importância crescente dos metais leves e inovadores para a sociedade moderna”, afirmou Kleinfeld.
A lista das empresas mais admiradas é baseada em pesquisas com executivos, diretores e analistas que avaliam companhias de seu próprio setor. O ranking completo da revista Fortune e as histórias relacionadas ao estudo estarão disponíveis na publicação norte-americana de 17 de março.
Sobre a Alcoa Inc.
Líder mundial em engenharia e produção de metais leves, a Alcoa inova na criação de soluções que avançam o mundo. Nossas tecnologias possibilitam o contínuo aprimoramento dos segmentos de transporte (automotivo, comercial e aeroespacial), industrial e de produtos eletrônicos. Colaboramos com o desenvolvimento de edifícios inteligentes, embalagens de alimentos e bebidas sustentáveis, veículos de defesa aéreos, marítimos e terrestres de alto desempenho, extração de petróleo e gás em áreas profundas e na geração de energia cada vez mais eficiente.Somos pioneiros na indústria de alumínio há 125 anos e, hoje, nossos 60 mil funcionários em 30 países agregam alto valor a produtos feitos com alumínio, titânio e níquel e produzem a melhor bauxita,  alumina e alumínio primário do mercado. Para mais informações, visite www.alcoa.com e siga @Alcoa no Twitter emwww.twitter.com/Alcoa e siga a Alcoa no Facebook em www.facebook.com/Alcoa.

Assessoria

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Lucas Prado Kallas - Artigo Franklin L. Feder - Não podemos esperar 2015

lucas prado kallasNão houve a formulação consistente de políticas que permitissem a preservação da vitalidade da cadeia produtiva da indústria do alumínio

A Alcoa celebrará seu cinquentenário no Brasil em 2015. São hoje quase 6.500 alcoanos e alcoanas reconhecidos pela prática de segurança no trabalho, qualidade, engajamento, sustentabilidade, diversidade, inclusão e voluntariado.

Com a mesma disposição que tinha quando chegou ao Brasil, a Alcoa investiu quase US$ 5 bilhões no país na década passada, mesmo durante a crise iniciada em 2008. No entanto, em função do contexto global e nacional, tivemos que anunciar no ano passado o fechamento de um terço da nossa capacidade de produção de alumínio primário.

O mais surpreendente foi que o telefone não tocou nem sequer uma vez. Tínhamos certeza de que tocaria e do outro lado da linha viria a pergunta: "O que podemos fazer para evitar esse fechamento de capacidade?". Nada disso aconteceu.

Os fatos: além dos ajustes de produção anunciados pela Alcoa, duas das sete fábricas de alumínio primário no Brasil pertencentes a outras empresas já fecharam as portas; as importações cresceram 246% nos últimos dez anos e as maiores empresas do setor ocupam as principais posições dos rankings com os mais elevados prejuízos. Isso apesar de o país possuir a terceira maior reserva mundial de bauxita, um significativo potencial hídrico ainda inexplorado, um mercado interno demandante e uma produtividade de mão de obra comparável às melhores fábricas de alumínio do mundo.

Não houve intencionalidade alguma, tampouco a situação atual da indústria de alumínio no Brasil é consequência exclusiva de questões meramente nacionais. Esses dois fatos são indiscutíveis. Mas também é indiscutível que não houve a formulação consistente de políticas que permitissem a preservação da vitalidade da cadeia produtiva, de empregos de brasileiros talentosos e da robustez da balança comercial.

Com o agravamento da crise mundial de 2009 a 2012, veio o declínio do preço do alumínio, reforçado pela valorização da moeda brasileira. Nesse contexto, três tiros, quase de misericórdia. Na energia, depois de anos de diálogo com o governo brasileiro, a medida provisória nº 579, transformada na lei nº 12.783, trouxe um alívio de apenas 6% na nossa conta de energia comparado com os 28% prometidos. Aparentemente, decidiu-se privilegiar a modicidade tarifária, e não a competitividade da indústria de base brasileira.

Concomitantemente, surge no Congresso o projeto do novo Código de Mineração, ainda não votado e louvável em múltiplos aspectos, mas que sinaliza um potencial de aumento dos custos da atividade de mineração. E, como uma pá de cal, por questões fundamentalmente de licenciamento ambiental sem a definição de critérios concretos há mais de uma década, o governo solicitou a devolução de duas concessões de hidrelétricas já licitadas.

Diz-se que 2014 está predestinado a ser um ano perdido. Afinal, teremos Carnaval, Copa do Mundo e eleições. Nada de concreto se faz, segundo a crença popular, num ano como este. Mas não precisa necessariamente ser assim. O que tem de ser feito já é conhecido: a contínua retirada de encargos e tributos, implementação de mecanismos para evitar o "dumping" de produtos importados a preços marginais, o fortalecimento do mercado livre de energia elétrica por meio de cotas para os eletrointensivos e incentivos para que autogeradores invistam na expansão da capacidade geradora e na transformação das reservas minerais brasileiras.

Todas essas medidas são políticas voltadas para fortalecer a competitividade da indústria, não só a do alumínio. São vitais para assegurar a continuidade tanto de programas sociais como da robustez do parque industrial brasileiro. São ações imperativas para que possamos ser mais do que meros exportadores de minério. São medidas necessárias para a preservação de empregos de brasileiros. Não podemos esperar 2015 chegar.
 
 
 
 
 

 

Folha de S. Paulo

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Instituto Alcoa beneficia mais de 30 mil pessoas no Brasil em 2013

Lucas Prado KallasCerca de R$ 5 milhões foram doados durante o ano em prol de projetos comunitários e programas de voluntariado realizados nas localidades de atuação da Alcoa
 Em 2013, o Instituto Alcoa investiu cerca de R$ 5 milhões nas comunidades onde a Alcoa atua por meio dos Programas de Voluntariado, Iniciativas Globais e Programas de Apoio a Projetos Locais. O trabalho dos mais de dois mil funcionários voluntários da Alcoa alcançou 18 mil horas de ações comunitárias em 55 projetos que beneficiaram 30 mil pessoas.
“Em 2013, mais do que números, ajudamos a construir e transformar histórias de vida. Agradecemos imensamente aos nossos parceiros e voluntários por toda dedicação neste ano. Sabemos que fizemos muito, mas ainda temos um longo caminho a percorrer na busca pelo desenvolvimento das comunidades”, ressalta Camila Meirelles, vice-presidente do Instituto Alcoa.
Além de tornar público o balanço das ações realizadas em 2013, o Instituto Alcoa acaba de abrir as inscrições para projetos comunitários, por meio do Programa de Apoio a Projetos Locais. O programa apoia projetos de Organizações da Sociedade Civil (OSC) e do setor público, a partir de seis áreas consideradas prioritárias pelo diagnóstico social desenvolvido pelo Instituto: educação, saúde, meio ambiente, trabalho e renda, segurança e governança.
As inscrições podem ser feitas até 14 de março de 2014. “Neste ano, inovamos o processo para recebimento dos projetos, que está mais ágil e eficaz. As organizações interessadas devem enviar todas as informações dos projetos e documentos necessários por meio do sistema do Instituto https://institutoalcoa.sponsor.com/”, ressalta Camila Meirelles. Os projetos devem seguir as diretrizes do Instituto Alcoa que também estão disponíveis no site.
Para visualizar o balanço completo de 2013 do Instituto Alcoa, acessehttp://www.alcoa.com/brasil/pt/info_page/instituto.asp 
Para mais informações sobre o programa de Apoio a Projetos Locais, que abrange detalhes como relação de documentos necessários, localidades elegíveis e critérios de análise, acesse:http://www.alcoa.com/brasil/pt/info_page/apoio_projetos_locais.asp

Assessoria