Mostrando postagens com marcador Ibram. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ibram. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 21 de março de 2014

Blog Lucas de Prado Kallas -IBRAM defende transporte hidroviário para aumentar competitividade do setor

O Diretor-Presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM – www.ibram.org.br), José Fernando Coura, foi convidado a proferir apresentação no dia 19 de março, na Câmara dos Deputados, sobre a visão do setor mineral a respeito da utilização das hidrovias para transporte de cargas, em audiência pública da comissão especial que analisa o Projeto de Lei 5335/09. O projeto transforma operação de eclusas em serviço público.
Fernando Coura foi acompanhado do Diretor de Assuntos Institucionais, Walter Alvarenga. Também participaram executivos da Confederação Nacional da Indústria, da Confederação Nacional da Agricultura, da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base e do Movimento Pró-Logística Aprosoja.
O relator do projeto, Deputado Eduardo Sciarra (PSD-PR), pretende apresentar seu parecer para votação em maio próximo. O Deputado Bernardo de Vasconcellos Moreira (PR-MG) presidiu a audiência pública.
O dirigente do IBRAM enalteceu a importância das hidrovias para escoar a produção mineral, a exemplo do que ocorre em relação à bauxita, minério de ferro e caulim, além de produtos da indústria metalmecânica. "O custo do transporte hidroviário para a mineração é sinônimo de redução de custos com transporte e, consequentemente, ampliação da competitividade, sobretudo nas exportações", afirmou mostrando aos parlamentares e demais participantes números que comprovam a vantagem econômica de se transportar cargas por hidrovias.
"A economia é de cerca de um terço do valor, na comparação com o transporte rodoviário ou ferroviário", acrescentou. Ele pontou que a conclusão da eclusa do Tucuruí é aguardada pelo setor mineral e metalmecânico, já que viabilizará o polo de produção metalmecânica de Barcarena (PA). O presidente do IBRAM também enfatizou a importância da hidrovia Tocantins-Araguaia para o escoamento da produção mineral, além da advinda do agronegócio.
Fernando Coura também citou o fato de que a o transporte hidroviário irá estimular a produção de gesso no polo gesseiro de Petrolina (PE), que fornece o produto para a indústria cimenteira. "O transporte por hidrovia até Minas Gerais e São Paulo irá baratear o custo do produto para a cadeia produtiva", disse.

Para acessar a íntegra do PL 5335/2009: Clique aqui
Lucas de Prado Kallas
Diretor-Presidente do IBRAM participa de audiência pública na Câmara dos Deputados
Lucas de Prado Kallas
Diretor-Presidente do IBRAM participa de audiência pública na Câmara dos Deputados
Lucas de Prado Kallas
Diretor-Presidente do IBRAM participa de audiência pública na Câmara dos Deputados

IBRAM – Profissionais do Texto



quarta-feira, 19 de março de 2014

Blog Lucas Kallas -IBRAM realiza 8ª edição do CBMINA

Lucas KallasO Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) rInstituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) realiza entre os dias 6 e 8 de agosto de 2014, em Belo Horizonte (MG), a oitava edição  do CBMina, fórum que reúne o Congresso Brasileiro de Mina a Céu Aberto e o Congresso Brasileiro de Mina Subterrânea. O evento, que ocorre a cada dois anos, é resultado da parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).   
       
O Congresso tem o objetivo de promover a discussão e a difusão do conhecimento sobre avanços tecnológicos,  solução de problemas, desafios e tendências para as áreas de lavra a céu aberto e lavra subterrânea. Além disso, visa discutir as práticas rotineiras de seus processos produtivos em talk-shows com líderes do setor mineral, workshop técnico sobre tema de grande destaque, palestras, trabalhos técnicos e a exposição de equipamentos e serviços.
       
Segundo o Diretor de Assuntos Ambientais do Ibram, Rinaldo Mancin, é de extrema importância que o setor esteja em permanente discussão. “O setor mineral é um dos mais importantes para a economia brasileira. Abriga uma enorme massa de trabalhadores, além de representar entre 3% a 5% do Produto Interno Bruto (PIB). A mineração é uma atividade determinante para o sucesso da balança comercial nacional e, por isso, deve estar sempre se atualizando”, afirma. 
       
Mancin ressalta ainda que, desde a primeira edição, o evento tem como foco congregar a academia e a indústria mineral, criando oportunidades mútuas e um ambiente fértil para a discussão de temas técnicos com o intuito de aprimorar a atividade mineral.
       
A apresentação de trabalhos técnicos durante o CBMina pode ser feita por estudantes e profissionais de diferentes empresas do ramo da mineração. As submissões estão abertas, podem ser efetuadas pelo sitewww.cbmina.org.br e seguem até 18 de abril de 2014.  A Data limite para efetivação da inscrição do autor apresentador para inclusão do Trabalho no Programa Oficial e no CD-ROM do Congresso é no dia 6 de junho de 2014. Serão premiados os três melhores trabalhos na Categoria “Estudantes de Cursos Técnicos e Graduação” e o melhor trabalho na Categoria “Profissional”
       
Os trabalhos devem abordar temas como Barragens de Rejeitos (tecnologia, implantação e gestão), Controle de Qualidade, Economia Mineral/Avaliação Econômica, Fechamento de Mina, Geomecânica Aplicada, Hidrogeologia (gestão de recursos hídricos e controle de drenagem ácida), Meio Ambiente (controle ambiental e recuperação de áreas mineradas), Operações Unitárias (automação e outras tecnologias), Planejamento de Lavra, Saúde e Segurança, Ventilação de Mina Subterrânea, Mineração e Sustentabilidade (biodiversidade e comunidades) e Prospecção e Exploração Mineral.

Minérios & Minerales

 
 

sexta-feira, 14 de março de 2014

Blog Lucas Prado Kallas -IBRAM apoia Seminário “Mineração: Tecnologia, Produtividade e Sustentabilidade”

Lucas Prado KallasO Ministro Finlandês de Meio Ambiente Sr. Ville Niinistö, juntamente com uma comitiva de onze empresas finlandesas líderes em tecnologia de mineração participará, no dia 3 de abril, do Seminário “Mineração: Tecnologia, Produtividade e Sustentabilidade”. O evento, que conta com o apoio do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM – www.ibram.org.br), será realizado na sede da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), em Belo Horizonte (MG).
A preocupação com as questões ambientais e sociais tornou-se cada vez mais importante no setor de mineração em todo o mundo. A altamente desenvolvida indústria finlandesa de tecnologia da mineração está empregando grande esforço no desenvolvimento de novas tecnologias e procedimentos sustentáveis visando alta produtividade. A Finlândia é um dos países que mais investe em pesquisa (4% do PIB), desenvolvimento e inovação tecnológica no mundo e tem conseguido aliar aumento de produção industrial com simultânea redução de emissões ambientais, através do desenvolvimento de tecnologias limpas.
A realização do Seminário tem como principais objetivos destacar soluções sustentáveis que possuam conexão com o desenvolvimento da indústria de mineração brasileira. O evento contará com tradução simultânea e, ao final, haverá oportunidade de realização de reuniões individuais com as empresas apresentadoras.
O Diretor de Assuntos Minerários do IBRAM, Marcelo Ribeiro Tunes conta que, desde 2013, quando a representação comercial finlandesa no Brasil se aproximou do IBRAM no sentido de verificar a possibilidade de realização de um seminário, o IBRAM acatou e aceitou a ideia com muito entusiasmo, dado o notório conhecimento que a Finlândia tem em relação à sustentabilidade na mineração. “A importância do evento é difundir ainda mais os conhecimentos específicos da indústria Finlandesa. Com isso, esperamos aumentar a possibilidade de intercâmbio comercial. É preciso lembrar também que as empresas finlandesas possuem importantes investimentos em indústria no Brasil e empregam, apenas em nosso País, cerca de 21 mil trabalhadores”.
Entre os palestrantes confirmados estão: Olavo Machado Junior, Presidente da FIEMG, José Fernando Coura, Diretor-Presidente do IBRAM, Ville Niinistö, Ministro de Meio Ambiente da Finlândia, Sérgio Augusto Dâmaso de Sousa, Diretor-Geral do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e Paulo Sérgio Machado Ribeiro, Subsecretário de Política Mineral e Energética da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais.
Participarão do seminário as seguintes empresas: Ab Nanol Technologies Oy, Centre For Measurement And Information Systems (Cemis), Kemira Chemicals, Kopar Oy, Metso Brasil Indústria & Comercio Ltda, Normet Do Brasil, Outotec, Premix Oy, Antasalo Moventas – Moventas Brazil Ltda., Sleipner Finland Oy e Vtt & Vtt Brasil.
Serviço:
Seminário“Mineração: Tecnologia, Produtividade e Sustentabilidade”
Data: 3 de Abril de 2014
Local: FIEMG – Belo Horizonte (MG)
Informações: (31) 3444-4794 - etica@uaigiga.com.br


IBRAM – Profissionais do Texto

terça-feira, 11 de março de 2014

Lucas Prado Kallas -Após prêmio, CBMM quer seguir como empresa número um do Brasil

Lucas Prado KallasNo prêmio Melhores de 2013, a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) foi eleita pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) a empresa número um do Brasil. Tadeu Carneiro, presidente da CBMM, esteve recentemente em Araxá. Ele recebeu a equipe do G1 na empresa e contou como foi 2013 e as expectativas para o "Projeto de 2015", que visa aumentar a produção da companhia até o próximo ano. Tadeu também falou um pouco das histórias sobre as conspirações em torno do nióbio que rondam o Brasil.
Com quase 70 anos no mercado, atualmente a CBMM, situada em Araxá, no Alto Paranaíba, é considerada empresa-modelo. Ao longo dos anos, a companhia desenvolveu tecnologias voltadas para a produção de nióbio e hoje é a única empresa que oferece ao mercado mundial quatro produtos do metal: ferro-nióbio, óxido de nióbio, ligas de nióbio e nióbio metálico.
“Algumas vezes as pessoas distorcem a realidade e esquecem dos esforços que são feitos dentro do programa do nióbio”. Foi assim que Tadeu começou a conversa dentro de uma sala de reunião na CBMM. Segundo ele, ao contrário do que muitos pensam, para chegar onde estão, pesquisas e tecnologias foram desenvolvidas na empresa para transformar o minério em produto de valor agregado, criando até mesmo melhores condições de trabalho aos funcionários da empresa.
Tadeu explicou que apesar da companhia ter a mineração como parte da cadeia produtiva, a produção envolve 15 etapas de processamento para vender produtos de nióbio de alto valor agregado. “Por mais que trabalhamos com mineração, não vendemos minério, daqui só sai produto pronto para a siderurgia”, disse.
Segundo ele a primeira etapa consiste em retirar o óxido de nióbio do minério e chegar ao concentrado. Porém, de acordo com o presidente, para chegar a este resultado são várias etapas. “O minério passa pela moagem, separação magnética, flotação, até chegar ao concentrado. Temos que retirar ainda o enxofre, fósforo e chumbo. Existem vários passos para chegar neste concentrado”, explicou.
A partir do concentrado, saem os produtos comercializados pela CBMM. O principal produto em vendas da companhia, segundo Tadeu, é o ferro-nióbio que representa quase 90% da comercialização. Este é o produto usado na indústria siderúrgica, que utiliza esta composição como elemento de liga de aço. O ferro-nióbio é utilizado na fabricação de pontes, gasodutos, oleodutos e automóveis. Tadeu explicou que é isso que deixa o aço mais resistente. Tadeu contou que existem pessoas que acreditam que o nióbio deixa o aço mais leve, o que não é verdade. “O aço não fica mais leve, o que fica mais leve é a estrutura, pois é utilizado menos aço na composição”, comentou.
Nos automóveis por exemplo, com a utilização do ferro-nióbio, a estrutura do veículo fica mais resistente e usando menos aço, consequentemente mais leve. “Isso faz com que o carro consuma menos combustível e polua menos o meio ambiente. O raciocínio para a quantidade de nióbio utilizado é de 400 gramas por tonelada de aço produzido”, explicou Tadeu.
CBMM procura mercado para produção de terras-raras
Outros produtos da companhia representam 13% das vendas. O níquel de nióbio é aplicado principalmente em turbinas. Segundo Tadeu Carneiro, esta aplicação permite que a turbinas trabalhem em altas temperaturas. Já o nióbio metálico é aplicado em campos magnéticos. De acordo com o presidente, ele é utilizado em tomógrafos de ressonância magnética. O quarto produto comercializado na companhia é o óxido de nióbio, que é utilizado em lente óticas, baterias e catalisadores.
Ao todo, a CBMM exporta para 60 países, com destaque para a China, que atualmente é o principal produtor de aço no mundo. Mas, segundo Tadeu, todos os países são importantes nesse processo. “Nosso programa é muito detalhado e toma conta de muitos países ao mesmo tempo”, comentou Tadeu.
Expectativa da mina
Muitos já foram os números que rondaram a expectativa de vida da mina da CBMM. Mas Tadeu explica que a real perspectiva vai depender de como o consumo possa aumentar. “Na verdade, nossa reserva ainda não é totalmente conhecida. Nossa mina tem duas partes, em uma delas, o minério é chamado de intemperizado, aquele que a natureza ao longo dos anos o enriqueceu, e abaixo desse minério existe uma rocha que nós fizemos três furos de 800 metros e não chegamos ao fim dela. Acreditamos que temos nióbio para mais de 200 anos, mas vai depender da demanda e de conhecermos a mina”, explicou Tadeu.
Nióbio não é raro
No Brasil, além da CBMM, uma companhia em Catalão (GO) também produz ferro-nióbio. No mundo,  Rússia, Canadá e Austrália são países onde também há empresas produtoras do metal. Porém, somente a CBMM produz os quatro produtos para o mundo. Segundo levantamento do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM),  existe nióbio em vários outros países, porém são locais não explorados. Entre os países que ainda não possuem estudos das minas estão: Angola, Arábia Saudita, Uganda, dentre outros.
Segundo Tadeu, diferente do que muitas pessoas acreditam, o nióbio não é raro. “Existem concentrações de nióbio em todo mundo para fazer com que ele não seja considerado raro, porém poucos investem em estudos para explorar a mina. O nióbio conhecido e medido está, talvez, só no Brasil”, comentou.
Tadeu contou que muitas pesquisas foram realizadas para chegarem a utilidade do nióbio, o que faz o mineral um elemento essencial na fabricação do aço, porém, de acordo com o presidente, isso pode mudar. “Existe uma solução tecnológica em que o nióbio se mostra a melhor solução em condições atuais, agregando valor para o custo. Porém, se houver necessidade de outra solução, existe, basta pesquisar. O que faz com que o nióbio não seja insubstituível”, disse.
Em relação ao contrabando do nióbio no Brasil, Tadeu disse que seria impossível. “Sai 70 mil toneladas por ano de produto final daqui, quantidade que seria impossível contrabandear, além de sermos uma companhia que é fiscalizada rigorosamente”, comentou.
Projeto 2015
A CBMM divulgou um projeto em 2010 que visa aumentar a produção da companhia de 70 mil toneladas anualmente para 150 mil. “Ao longo dos anos, vamos adequar os gargalos de cada uma das etapas de produção e devemos atingir 150 mil toneladas entre 2015 e 2016. E outra parte da expansão é onde se coloca o rejeito. O investimento desse projeto para a companhia será de cerca de R$ 1 bilhão. O plano continua em pé e estamos seguindo adiante”, comentou Tadeu Carneiro.
De acordo com ele, em 2013, a empresa produziu, porém não expandiu. "Não crescemos como esperávamos, mas não decrescemos. Para 2014 esperamos crescer por volta de 10%", contou.

G1

Lucas Prado Kallas -TNC está entre as instituições mais éticas de 2013

lucas prado kallasA The Nature Conservancy foi reconhecida como uma das organizações mais éticas de 2013 pelo Instituto Ethisphere, que se dedica à pesquisa e ao debate sobre as melhores práticas de ética empresarial, responsabilidade social corporativa, de anticorrupção e de sustentabilidade.
“Estamos honrados em receber essa importante distinção”, disse Charlotte D. Young, líder do departamento de Ética e Conformidade da TNC, nos Estados Unidos. “Acredito ser a comprovação do trabalho duro de todas as nossas equipes ao redor do mundo e seu compromisso com os valores da organização.”.
A premiação The World’s Most Ethical Companies (Empresas mais Éticas do Mundo) reconhece instituições que vão além do discurso, transformando suas propostas em ações concretas. Os indicados não só adotaram normas e procedimentos éticos em suas práticas internas, como influenciaram o desenvolvimento de padrões mínimos para a indústria em todo o mundo.
Para a edição de 2013, a Ethisphere analisou milhares de indicações de empresas em mais de 100 países, de 36 segmentos. A pesquisa resultou numa lista de 145 instituições, das quais 43 foram premiadas. A metodologia para o ranking das Empresas mais Éticas do Mundo inclui revisar códigos de ética, histórias de litígio e infrações regulatórias; avaliar o investimento em inovação e práticas de negócios sustentáveis; olhar para as atividades desenhadas para melhorar a cidadania corporativa; e estudar indicações de altos executivos, parceiros na indústria, fornecedores e clientes.
A The Nature Conservancy é guiada por cinco valores organizacionais: Integridade irrepreensível; Respeito por pessoas; Comunidades e culturas; Comprometimento com a diversidade; Uma única TNC; e Resultados tangíveis e duradouros. Esses valores são refletidos nas políticas e procedimentos habituais da organização.
Além disso, a TNC possui diretrizes claras sobre como atingir os mais altos padrões éticos e de conformidade, o que inclui políticas e procedimentos em conflitos de interesse; informações confidenciais; limitações com lobby; participações em eleições; relatos de violações suspeitas da lei ou da política (política de denúncia); oportunidades iguais de emprego; ações de diversidade; prevenção e relatos de assédio moral no trabalho; e gerenciamento de registros.
A TNC criou o departamento de Ética e Conformidade em 2004. Esse setor supervisiona áreas como treinamentos, desenvolvimento de política e procedimentos, avaliação de riscos e investigações por descumprimento das normas. Uma linha de ouvidoria (hotline) está disponível para que todos os empregados possam fazer relatórios anônimos ou inquéritos sobre questões relativas à conformidade. Um treinamento de cumprimento regular é oferecido para qualquer funcionário TNC, seus conselheiros e voluntários.

TNC

Lucas Prado Kallas -MINERAÇÃO realiza curso “Gerenciamento e Controle de Emergências na Mineração”

Lucas Prado KallasO Programa MINERAÇÃO promove nos dias 19 e 20 de março, em Criciúma (SC), a terceira edição do curso “Gerenciamento e Controle de Emergências na Mineração”. O objetivo do evento é transmitir conhecimento de qualidade a profissionais ligados ao atendimento às emergências e apresentar as tecnologias disponíveis no mercado para garantir eficiência nestas operações, seja nas unidades de plantas mineradoras ou industriais.

Segundo a Coordenadora do Programa, Cláudia Pellegrinelli, esse treinamento pretende usar conceitos básicos da metodologia utilizada para gerenciar as ações e os recursos destinados para as operações de resposta, por meio de uma estrutura organizacional com procedimentos e comunicações definidas nos Planos de Atendimento às Emergências (PAE).

Para ela, este é um assunto que tem apresentado uma demanda expressiva no setor mineral. “A ideia é levar a informação  a todas as empresas ligadas ao setor, de forma a igualar o nível de conhecimento em relação às questões de Saúde e Segurança do Trabalho (SST) na mineração”.  Segundo Cláudia, este é um curso direcionado aos profissionais responsáveis diretamente pelo atendimento às emergências e seu gerenciamento.

Segundo a Coordenadora do Programa, esta é uma forma indireta de apresentar o MINERAÇÃO para as mineradoras da região que ainda não são associadas. “Os riscos inerentes à mineração estão cada vez mais sendo objeto de atenção por parte das indústrias do setor. É necessário que todas as empresas estejam atualizadas em relação ao assunto no intuito de diminuir os acidentes de trabalho. O MINERAÇÃO proporciona condições para que todas as empresas de mineração do País possam dispor de meios para gerenciar seus riscos e desenvolver a cultura de segurança em suas operações de trabalho”, ressalta.

As inscrições podem ser realizadas pelo site www.programamineracao.org.br até o dia 11 de março. As vagas são limitadas a 20 participantes. Além dos associados, o público externo também pode participar.

A terceira edição do Curso conta com o apoio do Sindicato da Indústria de Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina (SIECESC) e Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), além da parceria com a Fire&RescueGroup. O grupo foi escolhido para desenvolver e ministrar programas de treinamentos sobre controle de emergências voltado para o setor mineral, tanto em minas a céu aberto quanto nas subterrâneas.

Confira a agenda de cursos do Programa MINERAÇÃO:

Março:

28/03 - Fórum Compartilhando Boas Práticas

Abril:


29/04 – Palestra sobre e-Social

Maio:

22/05 – Mesa redonda- Tema “Álcool e Drogas”
30/05 – Fórum Compartilhando Boas Práticas

Junho:
03 a 06/06 – Curso de Formação de Instrutor de Câmara de Regúgio – Nível I – Belo Horizonte/MG

Agosto:
27 e 28/08 – Curso Busca e Resgate em Áreas Remotas Nível I – Belém/PA

Setembro:

24 e 25/09 – Curso Gerenciamento e Controle das Emergências na Mineração – Belo Horizonte/MG

Serviço:
Curso “Gerenciamento e Controle de Emergências na Mineração”
Local:Edifício do SINDICATO DA INDÚSTRIA CARBONÍFERA DE SANTA CATARINA (SIECESC)- Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina ( SATC)
Endereço: Rua Pascoal Meller, 73 - Bairro Universitário -Criciúma – Santa Catarina
Data: 19 e 20 de Março/2014
Horário: 9h às 18h
Mais informações: www.programamineracao.org.br

IBRAM - Profissionais do Texto

Lucas Prado Kallas -IBRAM participa de Seminário de Mineração Sustentável

Lucas Prado KallasO Diretor de Assuntos Ambientais do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM – www.ibram.org.br),Rinaldo Mancin, participará, nos dias 25 e 26 de março, do Seminário de Mineração Sustentável. O evento, promovido pela Revista Página sustentável, será realizado no Hotel Mercure, na cidade de São Paulo (SP). 
O objetivo é discutir as melhores práticas ambientais relacionadas à mineração e o papel desempenhado pelo setor na economia brasileira. Por meio do encontro, o setor pretende mostrar como a adoção de atitudes sustentáveis tem feito parte das ações de exploração mineraria em todo o País.
O público alvo das discussões são as mineradoras e siderurgias, profissionais das áreas de infraestrutura, consultorias de meio ambiente, fornecedores de equipamentos, associações, instituições financeiras, geólogos, centros de pesquisas, engenharias, escritórios de advocacia, órgãos ambientais, secretarias de planejamento, mineração e infraestrutura, empreendedores, construtoras, profissionais das áreas de meio ambiente/sustentabilidade, marketing e planejamento e demais interessados pelo assunto.
A gestão dos riscos ambientais no setor de mineração será o assunto discutido pelo Diretor de Assuntos Ambientais do IBRAM, Rinaldo Mancin, que apresentará um histórico de pauta ambiental no setor de mineração brasileiro, mostrará a importância da utilização de ferramentas de gestão de riscos, os mecanismos de verificação e preparação para atendimento às emergências ambientais e a questão da segurança e gestão de riscos em barragens de rejeitos.
Programação
O primeiro tema abordado será a gestão das emissões no setor de mineração, discutido pelo Diretor de Desenvolvimento Sustentável na Mineração do Ministério de Minas e Energia (MME), Edson Farias Mello. Em seguida, o assessor Técnico de Mineração do Governo do Estado de São Paulo, Marcos Koritiake, falará sobre Mineração Sustentável e o Diretor Técnico do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (IEMA), Elias Alberto Morgan sobre a redução de partículas de poeira do manejo de minerais.
O Chefe do Serviço de Novos Produtos Minerais do Centro de Tecnologia Mineral (Cetem), Francisco Mariano Souza Lima, tratará sobre as fontes energéticas renováveis aplicadas à mineração e o secretário de Meio Ambiente do Governo do Estado de Sergipe, Genival Nunes Silva, abordará a questão do licenciamento como ferramenta de gestão ambiental para o setor de mineração.
Já pesquisadora da Embrapa Cerrados, Lidiamar Albuquerque, tratará a questão da restauração ecológica de matas de galeria e ciliares por meio do processo de recuperação das matas ripárias e o Presidente da Associação Nacional dos Municípios Produtores (Anamup), Carlos Casteglione mostrará a relação entre o novo código de mineração e o seu impacto econômico.
O Pesquisador da Embrapa Solos, Silvio Tavares e o Diretor da Bioflora André Nave serão os responsáveis pelo painel “Aspectos Essenciais para Restauração Ecológica de Áreas Degradadas”, que falará sobre a escolha de espécies adequadas para a restauração florestal e os cuidados necessários durante as fases de implantação e manutenção. E, para finalizar o evento, o Diretor Técnico da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (FEPAM), Rafael Volquind, abordará as características essenciais dos Estudos de Impacto Ambiental.
Serviço:
Conferência Mineração Sustentável
Data: 25 e 26 de março
Local: São Paulo (SP)
Informações e inscrições: Podem ser realizadas pelos telefones (11) 3452-3155 e (11) 2339-3900 e pelo endereço eletrônico  atendimento@paginasustentavel.com.br.

IBRAM – Profissionais do Texto – com informações da assessoria do evento

quinta-feira, 6 de março de 2014

Bolg Lucas Prado Kallas -Queda na mineração compromete balança

Num ano em que a balança comercial pode ter mais um resultado fraco, o desempenho da mineração -um dos carros-chefe das exportações brasileiras- preocupa empresários e governo por causa da expectativa de redução no ritmo de produção.
Segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM – www.ibram.org.br), a produção do setor deve registrar em 2014 o terceiro ano de queda seguida, saindo de um valor de US$ 53 bilhões em 2011, primeiro ano do governo Dilma Rousseff, para US$ 43 bilhões neste ano, de acordo com a projeção da entidade.
"O cenário para o setor é preocupante porque a tendência é de queda nos preços internacionais e de aumento de custo no Brasil", afirma o presidente do Ibram, José Fernando Coura.
Dentro do governo, a expectativa é que o dólar mais valorizado compense um recuo nos preços dos minerais e até mesmo no volume de vendas desse setor.
Assessores admitem, no entanto, que o sinal amarelo está aceso porque as exportações brasileiras, neste ano, já devem sofrer por causa das crises dos vizinhos Argentina e Venezuela.
Segundo um auxiliar presidencial, qualquer queda de venda em determinado setor pode afetar a balança comercial. A aposta, porém, é numa recuperação do setor de petróleo, responsável por boa parte da queda no saldo das transações comerciais brasileiras com o mundo em 2013 -quando o superavit comercial de US$ 2,5 bilhões foi o menor desde 2000.
Neste ano, até a terceira semana de fevereiro, a balança acumulava saldo negativo de US$ 6,7 bilhões, ante US$ 4,6 bilhões no mesmo período do ano passado.
Recuo Gradual
Coura, do IBRAM, não adota um tom alarmista nem culpa a indefinição sobre a votação do novo Código de Mineração pela queda na produção do setor no Brasil.
Ele diz que a mineração vai continuar se destacando nas exportações brasileiras. No ano passado, enquanto o superavit comercial do Brasil foi de US$ 2,5 bilhões, a balança do setor mineral foi positiva em US$ 31,967 bilhões.
O problema, segundo Coura, é que a mineração está perdendo espaço gradualmente, o que pode se agravar no médio prazo. Ele cita a previsão de investimentos para alertar que algo precisa ser feito para reverter o quadro.
Para o período de 2012 a 2016, o Ibram estimou investimentos da ordem de US$ 75 bilhões. Mas o montante cai para US$ 53,6 bilhões entre 2014 e 2018. Coura aponta a burocracia e os entraves ambientais como os principais responsáveis pela redução.
Causas
"A última mina de minério de ferro foi inaugurada no país em 2006", diz o presidente do Ibram. Enquanto isso, afirma, o Brasil perdeu para a Austrália a liderança na produção mineral no mundo.
O empresário defende regras mais claras na área ambiental. "O problema é que, no Brasil, parece que nada pode na área ambiental. Há uma demora infindável para se obter licenças", diz ele, acrescentando que o setor defende uma exploração sustentável ambientalmente.
Sobre o Código de Mineração, que divide governo, empresários e Congresso, Coura afirma que ele é apenas mais um ingrediente a causar incertezas no setor.
"Pior do que o código atual é não ter nenhum código", afirma o presidente do Ibram. O dirigente defende ainda uma solução negociada para a votação da proposta, que deve ficar somente para o ano que vem.

Lucas Prado Kallas

Folha de S. Paulo

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Lucas Prado Kallas -IBRAM se reúne com representantes da Coppe para conhecer projeto IES-BRASIL

Representantes do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM- www.ibram.org.br) e da Coppe UFRJ – Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia – se reuniram, na última quinta-feira (27), em Brasília. Na ocasião, foi apresentado  ao IBRAM o de Projeto de Pesquisa IES-BRASIL –implicações econômicas e sociais: cenários de mitigação de GEE  2030/2050.
O Projeto IES-Brasil é uma iniciativa do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC) e tem como objetivo gerar diferentes cenários de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) de médio e longo prazo para o Brasil, por meio de um processo participativo, envolvendo  o governo, o setor privado, a academia, e a sociedade civil.
Segundo os representantes do Coppe, estes cenários auxiliarão a tomada de decisão na condução da política nacional de mudança do clima, bem como no processo de negociação internacional, com foco na estratégia brasileira na COP-21 (Conferencia Nacional da ONU sobre Mudanças Climáticas) , em 2015. O projeto também fornecerá elementos para as estratégias de mitigação empresariais e de organizações da sociedade civil atuantes neste campo.
Estiveram presentes na reunião o Diretor de Assuntos Ambientais do IBRAM, Rinaldo Mancin, a Gerente de Assuntos Ambientais do IBRAM, o Coordenador de Geologia e Mineração do IBRAM, Edimilson Costa, Cláudia Salles, o Professor da Coppe/UFRJ, Neilton Fidelis, o Coordenador técnico do Laboratório Interdisciplinar de Meio Ambiente – LIMA, William Wills e a Coordenadora do IES – Brasil, Charlotte Oliveira.

IBRAM se reúne com representantes da Coppe para conhecer projeto IES-BRASIL
 Crédito: Divulgação

IBRAM – Profissionais do Texto


quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Lucas Prado Kallas -IBRAM promove reunião para discutir II Inventário de Emissão de GEE

O setor mineral dá mais um passo importante para a elaboração do II Inventário de Emissão de Gases de Efeito Estufa, uma preocupação recorrente nas principais empresas de todo o mundo. O Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM – www.ibram.org.br) realizou, na última quarta-feira (26), reunião com representantes das principais mineradoras do País para debater os resultados dos estudos já realizados sobre o tema.

De acordo com o Diretor de Assuntos Ambientais do IBRAM, Rinaldo Mancin, o Inventário é um passo importante para englobar um maior número de minérios a serem analisados. “No primeiro documento foram analisadas dez tipologias. Nesta segunda etapa, agregamos mais cinco, o que totalizam 15, que correspondem a cerca de 95% da produção mineral brasileira”.

O II Inventário, segundo a Coordenadora do Estudo, Isaura Frondizi, pretende apresentar informações sobre os seguintes minérios: bauxita, caulim, cobre, ferro, manganês, fosfato, carvão mineral, ouro, nióbio, níquel, potássio, zinco, agregados (brita e areia) e rochas ornamentais. “A intenção é atualizar e ampliar, com diferentes minérios, o trabalho já realizado no primeiro Inventário”, afirmou Isaura.

O IBRAM acredita que a construção deste documento é uma excelente forma de consolidar as informações para os bens minerais. “Fizemos uma consulta e uma compilação das respostas do diagnóstico enviado pelas empresas e hoje discutimos alguns resultados parciais já obtidos. Vamos continuar trabalhando junto às mineradoras para que, ainda neste semestre, possamos publicar o estudo completo”, afirmou Cláudia Salles, Gerente de Assuntos Ambientais do IBRAM.

Para Rinaldo Mancin, o II Inventário de GEE tem significativa importância para o setor. “A partir desse estudo as empresas poderão buscar formas de reduzir a emissão de gases de efeito estufa, conhecer suas limitações e realizar um planejamento de forma gradual e permanente”, completou.

Participaram da reunião representantes das seguintes empresas: Vale S.A., CBMM, Votorantim, Anglo American, Camargo Correia, Gerdau, Celta, CSN, SAMA, ABEM, Anepac, Samarco, Kinross, Alcoa e Vallourec.

 
Lucas Prado Kallas
 
Reunião discuti II Inventário de Emissão de Gases de Efeito Estufa - Crédito: Divulgação

IBRAM -Profissionais do Texto


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Lucas Prado Kallas -Coura afirma que não é momento para elevar os custos da mineração

O Diretor-Presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM - www.ibram.org.br), José Fernando Coura, disse hoje em Belo Horizonte (MG) que a mineração “vive um momento de dificuldade, de preços em queda, de redução de investimentos” e que “não é hora de criar custos adicionais para o setor”, como defendem alguns segmentos ao longo da discussão do novo Código Mineral no Congresso Nacional.
 
Coura apresentou dados inéditos do Instituto, que mostram redução de investimentos para os próximos cinco anos anunciados pelas mineradoras. De US$ 75 bilhões (período 2012-2016), o valor decaiu para US$ 53,6 bilhões (2014 – 2018). O mesmo ocorre com a produção mineral brasileira. De US$ 53 bilhões registrados em 2011 o IBRAM projeta para 2014 um total de US$ 43 bilhões.
 
 
Lucas Prado Kallas
 
Lucas Prado Kallas
 
 
“A redução dos investimentos futuros impacta diretamente na cadeia produtiva, na indústria metalomecânica, na elétrica e em vários outros setores, além de afetar drasticamente as expectativas de contratação de mão de obra, em especial os jovens”, disse.
 
 
Lucas Prado Kallas
 
 
Sobre a queda de preços internacionais dos minérios, Coura citou alguns exemplos. O preço do Ferro caiu 22,8% em um ano; o do Alumínio desabou 60% em quatro anos. “A Alcoa – uma das principais produtoras de Alumínio no Brasil – recuou enormemente sua produção no País e ninguém falou nada”, protestou, alegando que fatores negativos que impedem a expansão da indústria mineral não têm ocupado devido espaço no debate público.
 
 
Lucas Prado Kallas
 
Lucas Prado Kallas
 
 
Lucas Prado Kallas
 
Em 2013, Fernando Coura informou que o Brasil perdeu posição para a Austrália na produção de Ferro, carro-chefe da produção mineral e das exportações brasileiras de minério.
 
Lucas Prado Kallas
 
“É preciso analisar a conjuntura internacional e entender o que se passa agora no mundo e também no Brasil. O momento é grave. É crítico para a mineração”, enfatizou.
 
Lucas Prado Kallas
 
 
Fernando Coura reclamou que ainda é difícil investir no setor mineral no Brasil. “Parabenizo a Anglo American por investir R$ 20 bilhões no projeto Minas-Rio porque é extremamente difícil hoje em dia, embora nosso País precise muito atrair mais investimentos. Somos apenas a 10ª nação mais atraente para investimentos internacionais em exploração mineral, de tantas dificuldades que estão interpostas no caminho de quem se aventura em nosso setor”, afirmou sob aplausos da plateia de empresários reunidos no Fórum Brasileiro de Mineração, organizado pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais.
 
As mensagens de Fernando Coura foram reverberadas por vários outros empresários da mineração.
 
Márcio Godoy, Diretor de Exploração e Desenvolvimento de Projetos da Vale S.A., foi um deles. “É preciso mesmo olhar o que está ocorrendo no mundo se o Brasil quiser ser competitivo. O capital para investimento está escasso. Os investidores estão com aversão maior ao risco. De participantes dos BRICs, passamos a ser parte dos ´cinco frágeis´. Tudo isso impacta o aporte de investimento no Brasil”, afirmou.
 
Wilson Brumer, ex-presidente da Vale, afirmou que o Brasil vive “um apagão mineral” em relação ao desenvolvimento que deveria estar ocorrendo no setor. “Há muita desconfiança e insegurança entre os investidores em mineração”, acusou.
 
O Governador de Minas Gerais, Antônio Anastasia (PSDB-MG), iniciou seu discurso afirmando que “o Brasil e o mundo devem muito à mineração”, ao falar do desenvolvimento das nações nos últimos séculos e também sobre o futuro: “a indústria da mineração tende a prosperar porque na vida moderna exigimos conforto e inovação”, proporcionados pelos minérios.
 
Ele defendeu um ambiente seguro para atrair investimentos de longo prazo em mineração. “Mineração importa incerteza. É como eleição. O resultado só aparece após a apuração”, afirmou, acrescentando que na mineração o sucesso só é certeza após investir muito até descobrir a jazida.
 
O deputado federal Leonardo Quintão (PMDB-MG) também participou e acrescentou à fala de Anastasia que o risco do empresário de mineração é gigantesco: “de cada 1.000 pesquisas apenas 1,5 resulta em uma mina”, disse.
 
Quintão apresentou os principais pontos do projeto substitutivo que preparou sobre o novo Código Mineral e disse que a Câmara dos Deputados está finalizando debates com o Poder Executivo para agendar sua votação. Várias lideranças empresariais da mineração brasileira elogiaram o substitutivo de Quintão.
 
O Poder Executivo esteve representado pelo Ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA), e pelo Secretário de Geologia e Transformação Mineral, Carlos Nogueira da Costa Jr. Edison Lobão defendeu o projeto originalmente encaminhado ao Congresso pelo governo e disse que “é premente uma legislação mais moderna” para fazer frente às expectativas de crescimento da atividade mineral nas próximas décadas, assegurando-se “respeito aos contratos vigentes, ambiente econômico estável e atrativo aos investidores (...) o investimento externo é bem-vindo”, disse.
 
O Presidente do Conselho Diretor do IBRAM e Presidente da Samarco Mineração, Ricardo Vescovi, foi um dos debatedores e defendeu ambiente de confiança para a indústria da mineração brasileira. Ele acredita que o setor deve mostrar ao País e ao mundo que é responsável e que apresenta indicadores e boas práticas em sustentabilidade que são destaque mundial. Exemplificou dizendo que “a mineração brasileira lidera estatísticas mundiais em saúde e segurança no trabalho”.
 
Na mesma linha de Vescovi, o Presidente da Anglo American Minério de Ferro Brasil, Paulo Castellari, disse que um dos grandes desafios da mineração brasileira é ter uma operação sustentável e que o “setor ainda tem problemas de reputação”.
 
Ao final do evento, os participantes foram recebidos para almoço oferecido pelo Governador Anastasia. O Fórum Brasileiro de Mineração foi realizado no Auditório JK, situado na Cidade Administrativa Tancredo Neves.

IBRAM - Profissionais do Texto

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Lucas Prado Kallas - IBRAM busca aproximação com universidades e estimula produção de trabalhos

Lucas Prado KallasPesquisa desenvolvida pelo Instituto visa monitorar instituições de nível superior com cursos relacionados à indústria mineral
O Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM – www.ibram.org.br) deu início à pesquisa que visa monitorar as instituições de nível superior que oferecem cursos voltados à área mineral. O objetivo principal é, além de estreitar laços com os futuros profissionais do setor, estimular a produção de trabalhos acadêmicos e a participação em congressos promovidos pelo Instituto como o Congresso Brasileiro de Mina a Céu Aberto, o Congresso Brasileiro de Mina Subterrânea (CBMINA) e o Congresso Brasileiro de Mineração.
IBRAM busca ainda, mesmo que de forma secundária, o estímulo à ampliação do investimento público e privado em PDI&E, o fortalecimento e ampliação das instituições de PDI&E no País, e o incentivo à interlocução, coordenação e integração entre as diversas instituições promotoras de estudos, regulação, pesquisa e desenvolvimento em recursos minerais.
Estão em fase de monitoramento 82 cursos de nível superior relacionados diretamente à mineração como Engenharia de Minas, Engenharia de Minas e Meio Ambiente, Engenharia Geológica, Engenharia Metalúrgica, Gemologia, Geofísica, Geologia e Geoprocessamento. Esta etapa da pesquisa poderá ter continuidade com outros cursos superiores com atividades relacionadas à área mineral.
Faz parte dos trabalhos do IBRAM fomentar o desenvolvimento sustentável e o uso das melhores práticas de segurança e saúde ocupacional na mineração, estimulando os estudos, pesquisa, desenvolvimento, inovação e o uso das mais modernas tecnologias disponíveis. Além disso, o intercâmbio de ideias e conhecimentos, bem como a discussão de entraves do setor mineral e de temas de interesse da indústria mineral são muito estimulados pelo IBRAM, principalmente nos eventos promovidos pelo Instituto.
Os próximos eventos promovidos pelo IBRAM são: Congresso Brasileiro de Mina a Céu Aberto e o Congresso Brasileiro de Mina Subterrânea (CBMINA – 6 a 8 de Agosto de 2014), Exposição Internacional de Mineração da Amazônia e Congresso de Mineração da Amazônia (EXPOSIBRAM AM - 12 a 23 de Novembro de 2014), Exposição Internacional de Mineração e Congresso Brasileiro de Mineração (EXPOSIBRAM – 14 a 17 de Setembro 2015) e World Mining Congress (Outubro 2016).
Para mais informações, entre em contato pelo email pesquisa@ibram.org.br.

IBRAM – Profissionais do Texto

Senai apresenta projeto de institutos de tecnologia para equipe do IBRAM

Lucas Prado KallasInstituto Brasileiro de Mineração (IBRAM – www.ibram.org.br) recebeu, na última sexta-feira (14) representantes do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) para debate sobre possível parceria entre os Institutos Senai de Inovação e as mineradoras que atuam em território nacional.
Durante o encontro, os representantes do Senai explicaram a atuação dos Institutos Senai de Inovação, que trabalham para aumentar a competitividade e a sustentabilidade da Indústria Brasileira, favorecendo a inovação para que processos, produtos e serviços se tornem mais competitivos e sustentáveis.
O objetivo da visita dos representantes do Senai foi discutir com o IBRAM possíveis parcerias com a indústria mineral, seguindo a premissa de fortalecer o setor industrial brasileiro. As parcerias visam facilitar o acesso das empresas a espaços que podem ser equiparados aos Centros de Pesquisa e Desenvolvimento mais avançados do mundo, que contam com pesquisadores de alto-nível e uma ampla rede de parceiros.
Para o Diretor de Assuntos Ambientais do IBRAM, Rinaldo Mancin, “essa é uma excelente oportunidade para a indústria mineral brasileira e vai de encontro ao trabalho do IBRAM que busca, constantemente, fomentar a inovação tecnológica e a transferência de tecnologia em todas as áreas de desenvolvimento”.
Com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e apoio de duas das maiores organizações de pesquisa aplicada do mundo, o Instituto Fraunhofer, da Alemanha, e o Instituto de Tecnologia de Massachusetts, dos Estados Unidos, a expectativa é que estejam em funcionamento, até 2015, 25 Institutos de Inovação. A iniciativa faz parte do Programa Nacional de Apoio à Competitividade da Indústria Brasileira.
Participaram da reunião os Especialistas em Desenvolvimento Industrial do Senai, Joner Oliveira Alves e Tatiane Sant’ana Guimarães, o Diretor de Assuntos Ambientais do IBRAM, Rinaldo Mancin, a Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento, Cinthia Rodrigues, a Gerente de Assuntos Ambientais, Cláudia Salles e o Coordenador de Geologia e Mineração, Edmilson Costa.

IBRAM – Profissionais do Texto com informações do Senai

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Lucas Prado Kallas -MINERAÇÃO realiza curso “Gerenciamento e Controle de Emergências na Mineração”

lucas prado kallasO Programa MINERAÇÃO promove nos dias 19 e 20 de março, em Criciúma (SC), a terceira edição do curso “Gerenciamento e Controle de Emergências na Mineração”. O objetivo do evento é transmitir conhecimento de qualidade a profissionais ligados ao atendimento às emergências e apresentar as tecnologias disponíveis no mercado para garantir eficiência nestas operações, seja nas unidades de plantas mineradoras ou industriais.

Segundo a Coordenadora do Programa, Cláudia Pellegrinelli, esse treinamento pretende usar conceitos básicos da metodologia utilizada para gerenciar as ações e os recursos destinados para as operações de resposta, por meio de uma estrutura organizacional com procedimentos e comunicações definidas nos Planos de Atendimento às Emergências (PAE).

Para ela, este é um assunto que tem apresentado uma demanda expressiva no setor mineral. “A ideia é levar a informação  a todas as empresas ligadas ao setor, de forma a igualar o nível de conhecimento em relação às questões de Saúde e Segurança do Trabalho (SST) na mineração”.  Segundo Cláudia, este é um curso direcionado aos profissionais responsáveis diretamente pelo atendimento às emergências e seu gerenciamento.

Segundo a Coordenadora do Programa, esta é uma forma indireta de apresentar o MINERAÇÃO para as mineradoras da região que ainda não são associadas. “Os riscos inerentes à mineração estão cada vez mais sendo objeto de atenção por parte das indústrias do setor. É necessário que todas as empresas estejam atualizadas em relação ao assunto no intuito de diminuir os acidentes de trabalho. O MINERAÇÃO proporciona condições para que todas as empresas de mineração do País possam dispor de meios para gerenciar seus riscos e desenvolver a cultura de segurança em suas operações de trabalho”, ressalta.

As inscrições podem ser realizadas pelo site www.programamineracao.org.br até o dia 11 de março. As vagas são limitadas a 20 participantes. Além dos associados, o público externo também pode participar.

A terceira edição do Curso conta com o apoio do Sindicato da Indústria de Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina (SIECESC) e Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), além da parceria com a Fire&RescueGroup. O grupo foi escolhido para desenvolver e ministrar programas de treinamentos sobre controle de emergências voltado para o setor mineral, tanto em minas a céu aberto quanto nas subterrâneas.

Confira a agenda de cursos do Programa MINERAÇÃO:

Março:

28/03 - Fórum Compartilhando Boas Práticas

Abril:


29/04 – Palestra sobre e-Social

Maio:

22/05 – Mesa redonda- Tema “Álcool e Drogas”
30/05 – Fórum Compartilhando Boas Práticas

Junho:
03 a 06/06 – Curso de Formação de Instrutor de Câmara de Regúgio – Nível I – Belo Horizonte/MG

Agosto:
27 e 28/08 – Curso Busca e Resgate em Áreas Remotas Nível I – Belém/PA

Setembro:

24 e 25/09 – Curso Gerenciamento e Controle das Emergências na Mineração – Belo Horizonte/MG

Serviço:
Curso “Gerenciamento e Controle de Emergências na Mineração”
Local:Edifício do SINDICATO DA INDÚSTRIA CARBONÍFERA DE SANTA CATARINA (SIECESC)- Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina ( SATC)
Endereço: Rua Pascoal Meller, 73 - Bairro Universitário -Criciúma – Santa Catarina
Data: 19 e 20 de Março/2014
Horário: 9h às 18h
Mais informações: www.programamineracao.org.br

IBRAM - Profissionais do Texto

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Lucas Prado Kallas - Curso de Gerenciamento e Controle de Emergências

lucas prado kallasO Programa MINERAÇÃO, do IBRAM (Instituto Brasileiro de Mineração)  promove nos dias 19 e 20 de março, em Criciúma (SC), a terceira edição do curso “Gerenciamento e Controle de Emergências na Mineração”. O objetivo do evento é transmitir conhecimento de qualidade a profissionais ligados ao atendimento às emergências e apresentar as tecnologias disponíveis no mercado para garantir eficiência nestas operações, seja nas unidades de plantas mineradoras ou industriais.
Segundo a Coordenadora do Programa, Cláudia Pellegrinelli, esse treinamento pretende usar conceitos básicos da metodologia utilizada para gerenciar as ações e os recursos destinados para as operações de resposta, por meio de uma estrutura organizacional com procedimentos e comunicações definidas nos Planos de Atendimento às Emergências (PAE).
Para ela, este é um assunto que tem apresentado uma demanda expressiva no setor mineral. “A ideia é levar a informação a todas as empresas ligadas ao setor, de forma a igualar o nível de conhecimento em relação às questões de Saúde e Segurança do Trabalho (SST) na mineração”. Segundo Cláudia, este é um curso direcionado aos profissionais responsáveis diretamente pelo atendimento às emergências e seu gerenciamento.
Segundo a Coordenadora do Programa, esta é uma forma indireta de apresentar o MINERAÇÃO para as mineradoras da região que ainda não são associadas. “Os riscos inerentes à mineração estão cada vez mais sendo objeto de atenção por parte das indústrias do setor. É necessário que todas as empresas estejam atualizadas em relação ao assunto no intuito de diminuir os acidentes de trabalho. O MINERAÇÃO proporciona condições para que todas as empresas de mineração do País possam dispor de meios para gerenciar seus riscos e desenvolver a cultura de segurança em suas operações de trabalho”, ressalta.
As inscrições podem ser realizadas pelo site www.programamineracao.org.br até o dia 11 de março. As vagas são limitadas a 20 participantes. Além dos associados, o público externo também pode participar.
A terceira edição do Curso conta com o apoio do Sindicato da Indústria de Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina (SIECESC) e Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), além da parceria com a Fire&RescueGroup. O grupo foi escolhido para desenvolver e ministrar programas de treinamentos sobre controle de emergências voltado para o setor mineral, tanto em minas a céu aberto quanto nas subterrâneas.
Confira a agenda de cursos do Programa MINERAÇÃO:
Março:
28/03 – Fórum Compartilhando Boas Práticas
Abril:
29/04 – Palestra sobre e-Social
Maio:
22/05 – Mesa redonda- Tema “Álcool e Drogas”
30/05 – Fórum Compartilhando Boas Práticas
Junho:
03 a 06/06 – Curso de Formação de Instrutor de Câmara de Refúgio – Nível I – Belo Horizonte/MG
Agosto:
27 e 28/08 – Curso Busca e Resgate em Áreas Remotas Nível I – Belém/PA
Setembro:
24 e 25/09 – Curso Gerenciamento e Controle das Emergências na Mineração – Belo Horizonte/MG
Serviço:
Curso “Gerenciamento e Controle de Emergências na Mineração”
Local: Edifício do SINDICATO DA INDÚSTRIA CARBONÍFERA DE SANTA CATARINA (SIECESC)- Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina ( SATC)
Endereço: Rua Pascoal Meller, 73 – Bairro Universitário -Criciúma – Santa Catarina
Data: 19 e 20 de Março/2014
Horário: 9h às 18h
Mais informações: www.programamineracao.org.br

In the mine

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Lucas Prado Kallas - IBRAM recebe homenagem em Belém (PA)


Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM- www.ibram.org.brfoi homenageado, no dia 11 de fevereiro, em Belém (PA), pelo Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Pará – FIEPA, José Conrado Azevedo Santos, com um almoço, nas dependências da Federação. A Instituição foi representada na ocasião por Rinaldo Mancin, Diretor de Assuntos Ambientais, Ronaldo Lima, Gerente Executivo do IBRAM Amazônia, e Alberto Rogério Benedito da Silva, Consultor do IBRAM Amazônia.

O encontro teve como objetivo promover a celebração do Convênio de Cooperação entre o IBRAM e o Serviço Social da Indústria (SESI/PA), para a divulgação das atividades do Instituto SENAI de Inovação em Tecnologias Minerais.
Além disso, foi discutido o apoio do Sistema FIEPA para a realização da 4ª EXPOSIBRAM AMAZÔNIA e o Congresso de Mineração da Amazônia, que serão realizados em Belém em novembro próximo. Representantes do SESI e do SENAI, que estiveram presentes no encontro, confirmaram a presença como expositores da feira.
O encontro também contou com a presença de José Olímpio Bastos, Superintendente do SESI, Gualter Leitão, Superintendente do Instituto Euvaldo Lodi, José Maria Mendonça, Vice-Presidente da FIEPA, Marcel Souza, Coordenador Regional da Rede de Desenvolvimento de Fornecedores do Pará (REDES) e Ivanildo Pontes, Tesoureiro da FIEPA.
Lucas Prado Kallas
IBRAM participa de evento em Belém (PA) - Crédito: Divulgação
Lucas Prado Kallas
IBRAM participa de evento em Belém (PA) - Crédito: Divulgação
Lucas Prado Kallas
IBRAM participa de evento em Belém (PA) - Crédito: Divulgação
Lucas Prado Kallas
IBRAM participa de evento em Belém (PA) - Crédito: Divulgação

IBRAM - Profissionais do Texto

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Lucas Prado Kallas -Campanha Institucional do IBRAM é veiculada na Rede Globo Minas

Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM – www.ibram.org.br) iniciou no último sábado (8) a veiculação de uma campanha institucional na Rede Globo Minas, no Programa Terra de Minas. As inserções da campanha serão sempre aos sábados e estão previstas até o mês de abril. A partir de maio o IBRAM passa a ser patrocinador do programa.
O programa Terra de Minas realiza, a cada sábado, uma viagem por Minas Gerais para mostrar o patrimônio histórico e a cultura do povo mineiro. O objetivo é levar aos telespectadores as histórias, tradições e os personagens fascinantes do Estado. Além disso, são apresentadas reportagens especiais, entrevistas, dicas de turismo e também as tradicionais receitas mineiras.
No ano de 2010, o programa, que é apresentado por Juliana Perdigão, foi reformulado e ganhou novos grafismos e trilha sonora assinada pela cantora mineira Paula Fernandes, com a música Seio de Minas, conhecido “hino da mineração”. Na área de cobertura da TV Globo Minas, no Sul de Minas, pela EPTV, na região Norte do Estado e no Vale do Aço, o programa é exibido aos sábados às 11h55. Na Zona da Mata e no Triângulo Mineiro, vai ao ar aos domingos, às 6h55. Além de Minas Gerais, o programa é exibido em mais de cem países pela Globo Internacional e também é publicado, na íntegra, no site do Terra de Minas, na seção de Vídeos.
Para o Diretor-Presidente do IBRAM, José Fernando Coura “veicular essa campanha é uma grande conquista para toda a mineração brasileira”. “A parceria com a Rede Globo Minas, especialmente com o programa Terra de Minas, mostra a toda a população o valor da mineração em Minas Gerais e em todo o Brasil”, finaliza.
Para assistir a campanha na íntegra, basta acessar:

Confira as inserções previstas:
- Fevereiro: 08, 15 e 22
- Março: 01, 08, 15,22 e 29
- Abril: 05,12, 19 e 26

IBRAM – Profissionais do Texto