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quinta-feira, 10 de abril de 2014

Blog Lucas Prado Kallas -Plano de Mineração do Estado do Pará será lançado em 14 de abril

Lucas Prado KallasSerá lançado oficialmente no próximo dia 14 de abril, às 19h, no Espaço São José Liberto, o Plano de MINERAÇÃO do Estado do Pará, o primeiro a ser elaborado no país após a edição do documento do Governo Federal. Coordenado pela nova titular da Secretaria de Indústria Comércio e MINERAÇÃO (Seicom), Maria Amélia Enriquez, o documento traça um perfil do setor mineral do Pará, sugere políticas públicas, fatores plenos de governança, entre outros objetivos, e ainda tem foco no conhecimento de nossas potencialidades e oportunidades minerais, voltados a melhoria das condições econômicas, sociais e ambientais.
O Plano assegurou a participação de atores e segmentos, direta e indiretamente envolvidos com o cenário de MINERAÇÃO no estado, com a realização de treze oficinas temáticas, na capital e principais cidades minerárias, e discussões que remeteram às contribuições de empresas, setor público, lideranças políticas, sindicais e organizações da cadeia econômica.
O estado do Pará abrange 14,6% do território nacional, abriga 4% da população brasileira e é o segundo estado minerador do Brasil, superado somente por Minas Gerais. Entre 1980 a 2012, a venda externa de metais e minerais extraídos gerou ao país divisas da ordem de US$ 150 bilhões. O peso da indústria mineral no PIB do Pará é de 26,3%, sendo que 23,5% deve-se à indústria extrativa e 2,9% à indústria de transformação. Muito embora seja pequena a participação nos empregos diretos, em torno 3,3%, dos quais 1,5% na indústria extrativa e 1,8% na de transformação, os empregos totais gerados a partir dos investimentos em MINERAÇÃO se multiplicam por quatro, quando são considerados os empregos indiretos, os induzidos, e os da infraestrutura de apoio.
Os dados são suficientes para afirmar que o setor mineral tem potencial para contribuir decisivamente com o desenvolvimento local e regional, constituindo-se em uma plataforma de oportunidades para alavancagem de ações estratégicas, desde que haja compreensão mínima sobre os temas complexos do setor, a partir de uma diretriz alicerçada nos três Cs - consenso, cooperação e comprometimento - entre os atores que regulam, atuam e convivem com a MINERAÇÃO, nesse Estado.
Dessa forma, o setor mineral do Pará, entendido como um conjunto de atividades que abrange desde a prospecção (pesquisa mineral), a lavra (extração mineral), o beneficiamento, até a transformação mineral, com a elaboração de produtos finais, passa a contar com uma importante ferramenta de planejamento que indica diretrizes, estratégias e ações definidas pelo Governo do Pará, para nortear os programas necessários ao desenvolvimento do Estado, a partir de sua plataforma mineral.
Assim, o principal objetivo do PEM-2030 é servir de instrumento de planejamento para a gestão dos recursos minerais, com base no uso sustentável e na agregação de valor aos minérios e ao território, a fim de promover a competitividade e combater a pobreza e a desigualdade no Pará, por intermédio da geração de emprego, renda e multiplicação de oportunidades.

Agência Pará de Notícias

Blog Lucas Prado Kallas -Alcoa em Juruti é referência em mineração sustentável

Lucas Prado KallasExpoente da MINERAÇÃO no Pará, o município de Juruti, no oeste do estado, celebrará 131 anos de fundação nesta quarta-feira, dia 9 de abril. O município é sede de uma unidade de MINERAÇÃO de bauxita da Alcoa, empresa líder de mercado, que completará cinco anos de operações na localidade este ano. A presença da mineradora trouxe para a região a oportunidade de crescer com suas riquezas e identificar novos caminhos para o desenvolvimento, valorizando suas duas principais vocações: a MINERAÇÃO e a agricultura.
Na busca diária pela excelência e sucesso do negócio, em meio ao cenário desfavorável de crise global que ainda impacta o mercado do alumínio e o alto custo da energia no Brasil, a Alcoa tem cumprido o compromisso de operar um empreendimento no coração da Amazônia em harmonia com as pessoas que vivem na localidade e com o meio ambiente, consolidando-se como uma das empresas com melhores práticas de responsabilidade socioambiental na região. Em 2013, a Alcoa foi reconhecida - pela sétima vez - como uma das empresas-modelo do Guia Exame de Sustentabilidade. No ranking, a Companhia ficou em primeiro lugar no seu setor de atuação e também na categoria Relação com os Fornecedores.
A Alcoa desenvolve em Juruti uma série de programas que integram o Plano de Controle Ambiental (PCA) e beneficiam a comunidade, atuando em áreas como educação patrimonial, manejo florestal, agricultura familiar, capacitação de mão de obra, entre outros. Além disso, suas operações são conduzidas sob os mais rígidos controles socioambientais. A etapa de reabilitação das áreas mineradas, por exemplo, tem se destacado com a aplicação do método de nucleação.
Restauração natural - A Alcoa aplica nas áreas mineradas uma metodologia que induz a restauração natural, especialmente considerando as características das chuvas amazônicas, buscando recriar um ambiente com ecossistema semelhante ao original. O processo consiste em depositar nas áreas montes de galhos, sementes e solo orgânico, que produzem uma base natural para o desenvolvimento de espécies de flora e fauna, através da captura e infiltração de água rica em nutrientes no solo.
Mais do que reabilitar as áreas mineradas, a Alcoa viu nesta atividade uma oportunidade de geração de renda adicional aos comunitários da região. "As mudas que utilizamos na reabilitação das áreas são cultivadas por produtores de quatro associações, que reúnem ao todo 16 comunidades da região de Juruti Velho. Além de ser uma fonte de renda alternativa para estes comunitários, optamos por utilizar espécies florestais nativas de interesse social que contribuem também para o enriquecimento da área no futuro", conta Pedro Pinto, gerente de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da Alcoa Juruti. As comunidades são capacitadas e contam com a assistência técnica com investimentos da Alcoa para o cultivo de mudas de espécies florestais, frutíferas e ornamentais. De 2008 a 2013, 322.907 mudas já foram compradas pela Companhia, gerando aproximadamente R$ 568 mil em renda para quatro associações representantes dos produtores engajados no programa. Entre as espécies cultivadas estão o ipê-roxo, castanheira, itaubeira, seringueira, jatobazeira, entre outras.
O reflorestamento das áreas ocorre simultaneamente ao avanço das frentes de lavra e todo o trabalho de reabilitação é monitorado periodicamente para acompanhar e avaliar as evoluções do processo. "Realizamos também monitoramentos periódicos de diversos fatores dos meios físico e biótico, que resultam em dados ambientais sobre a área de influência da Mina. Isso permite que possamos acompanhar a resposta da qualidade ambiental, facilitando ainda a identificação de aspectos ambientais, tratando-os para que não causem possíveis impactos sobre a água superficial e subterrânea, o ar, o clima, a fauna e a flora, além dos níveis de ruído. Todas essas análises são acompanhadas pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente (SEMA)", completa Pedro Pinto.
Valorizando Juruti - O mesmo cuidado que a Empresa demonstra com a natureza, é também presente em sua relação com as pessoas da região. Para estimular o desenvolvimento local, a Alcoa aposta no trabalho conjunto com o Poder Público, SENAI e outras importantes instituições parceiras, de nível regional e nacional, a fim de promover a melhoria da qualidade de vida da população. "Nós acreditamos no potencial de Juruti e queremos avançar junto com o município. Investir no desenvolvimento da cidade e da população, trabalhando de forma parceira com o Poder Público e outras instituições, é parte de nosso compromisso e um Valor para nós", avalia Claudio Vilaça, gerente geral da Alcoa Mina de Bauxita de Juruti.
A parceria está presente em todas as suas ações em benefício da comunidade, garantindo a continuidade e a manutenção das iniciativas, como as melhorias resultantes da Agenda Positiva - conjunto de obras de infraestrutura, saúde, educação, assistência social, segurança e cultura voltados à qualidade de vida da sociedade jurutiense - desenvolvida em conjunto com a Prefeitura, a Câmara de Vereadores e a comunidade em geral. A Agenda Positiva, por exemplo, fortaleceu a saúde pública do município e garantiu mais salas de aula na cidade e melhores vias de acesso às comunidades rurais. "A Alcoa trouxe grande desenvolvimento para minha terra e eu estou muito satisfeito. Juruti não tinha o desenvolvimento que temos hoje. A cidade está muito bem", comenta o aposentado jurutiense Zaqueu Bruce.
O município ganhou também com a oferta de oportunidade de emprego e formação profissional de qualidade na própria região. Como um dos resultados, o alto índice de paraenses no efetivo da Alcoa: cerca de 75% dos funcionários têm origem no Pará. Desde 2006 a parceria Alcoa e Senai vem investindo na oferta de cursos profissionalizantes no município, que já formaram cerca de 3.400 pessoas, nos mais de 70 tipos de cursos disponíveis, em 205 turmas e totalizando 36.334 horas/aula. No Programa de Formação de Operadores e de Mão de Obra de Manutenção, foram mais de 200 formados, sendo 90% de Juruti e região. Destes, 54% foram absorvidos pela Companhia. Além disso, a unidade de Juruti é destaque em empregabilidade de mulheres. Elas que estão à frente de 45% das posições técnicas, de engenharia e liderança. A aposta da Alcoa na valorização da diversidade e no potencial da mão de obra feminina rendeu no último ano - pela segunda vez consecutiva - o reconhecimento da Alcoa como a Melhor Empresa para Mulher Trabalhar no Brasil , de acordo com a pesquisa do Instituto Great Place to Work. Além disso, a Alcoa também recebeu o Catalyst 2013, prêmio internacional que homenageia ações inovadoras relacionadas à contratação, formação e promoção de mulheres no trabalho.
A Alcoa também movimenta a economia local. Em 2013, investiu R$ 157 milhões em compras de fornecedores paraenses, das quais 95% foram feitas na região oeste do Estado. Deste montante, só em Juruti foram R$ 88 milhões em compras, o que representa 56% do valor total investido no Pará. A fim de fortalecer a cadeia de fornecedores locais por meio da otimização e qualidade dos serviços prestados, a Companhia apoia o programa REDES/Fiepa, que contribui com a qualificação de fornecedores e o desenvolvimento de boas práticas de gestão de negócios, além da adequação aos padrões de saúde, segurança e meio ambiente do mercado.
Para o deputado Raimundo Santos, presidente da Frente Parlamentar de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável da MINERAÇÃO no Estado do Pará, Juruti constrói hoje um legado pautado pela sustentabilidade em benefício desta e das próximas gerações. "O povo jurutiense está vendo que as suas riquezas hoje estão sendo aproveitadas em favor do país e em favor de suas próprias famílias. A implantação da Alcoa em Juruti tem tido efeito multiplicador em todas as cadeias produtivas, impulsionando a economia local, da circunvizinhança e porque não dizer, do país. Juruti está fazendo um belo trabalho e sua população está de parabéns, pois têm o seu lugar de destaque garantido na região", finalizou o parlamentar.

A Critica online


sexta-feira, 14 de março de 2014

Blog Lucas Prado Kallas -Simineral lança 3º Anuário Mineral do Pará

Lucas Prado KallasO Ministro Finlandês de Meio Ambiente Sr. Ville Niinistö, juntamente com uma comitiva de onze empresas finlandesas líderes em tecnologia de mineração participará, no dia 3 de abril, do Seminário “Mineração: Tecnologia, Produtividade e Sustentabilidade”. O evento, que conta com o apoio do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM – www.ibram.org.br), será realizado na sede da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), em Belo Horizonte (MG).
A preocupação com as questões ambientais e sociais tornou-se cada vez mais importante no setor de mineração em todo o mundo. A altamente desenvolvida indústria finlandesa de tecnologia da mineração está empregando grande esforço no desenvolvimento de novas tecnologias e procedimentos sustentáveis visando alta produtividade. A Finlândia é um dos países que mais investe em pesquisa (4% do PIB), desenvolvimento e inovação tecnológica no mundo e tem conseguido aliar aumento de produção industrial com simultânea redução de emissões ambientais, através do desenvolvimento de tecnologias limpas.
A realização do Seminário tem como principais objetivos destacar soluções sustentáveis que possuam conexão com o desenvolvimento da indústria de mineração brasileira. O evento contará com tradução simultânea e, ao final, haverá oportunidade de realização de reuniões individuais com as empresas apresentadoras.
O Diretor de Assuntos Minerários do IBRAM, Marcelo Ribeiro Tunes conta que, desde 2013, quando a representação comercial finlandesa no Brasil se aproximou do IBRAM no sentido de verificar a possibilidade de realização de um seminário, o IBRAM acatou e aceitou a ideia com muito entusiasmo, dado o notório conhecimento que a Finlândia tem em relação à sustentabilidade na mineração. “A importância do evento é difundir ainda mais os conhecimentos específicos da indústria Finlandesa. Com isso, esperamos aumentar a possibilidade de intercâmbio comercial. É preciso lembrar também que as empresas finlandesas possuem importantes investimentos em indústria no Brasil e empregam, apenas em nosso País, cerca de 21 mil trabalhadores”.
Entre os palestrantes confirmados estão: Olavo Machado Junior, Presidente da FIEMG, José Fernando Coura, Diretor-Presidente do IBRAM, Ville Niinistö, Ministro de Meio Ambiente da Finlândia, Sérgio Augusto Dâmaso de Sousa, Diretor-Geral do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e Paulo Sérgio Machado Ribeiro, Subsecretário de Política Mineral e Energética da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais.
Participarão do seminário as seguintes empresas: Ab Nanol Technologies Oy, Centre For Measurement And Information Systems (Cemis), Kemira Chemicals, Kopar Oy, Metso Brasil Indústria & Comercio Ltda, Normet Do Brasil, Outotec, Premix Oy, Antasalo Moventas – Moventas Brazil Ltda., Sleipner Finland Oy e Vtt & Vtt Brasil.
Serviço:
Seminário“Mineração: Tecnologia, Produtividade e Sustentabilidade”
Data: 3 de Abril de 2014
Local: FIEMG – Belo Horizonte (MG)
Informações: (31) 3444-4794 - etica@uaigiga.com.br


IBRAM – Profissionais do Texto

quinta-feira, 6 de março de 2014

Mineração gera mais de 270 mil empregos no Pará

Lucas Prado KallasO setor de mineração no Estado do Pará foi responsável pela geração de 271 mil empregos diretos e indiretos em 2013. Segundo o Sindicato das Indústrias Minerais do Pará (Simineral), há uma demanda de 99 mil novos postos de trabalho devido à expansão e a instalação de novos projetos de mineração no Estado. Os números apontam a mineração como uma das maiores impulsionadoras da geração de empregos na região.
De acordo com o presidente do Simineral, José Fernando Gomes Júnior, serão investidos em torno de US$ 47 bilhões na mineração paraense até 2017. “As possibilidades no mercado de trabalho são amplas e diversas no setor mineral. O segmento precisa do chaveiro ao engenheiro de Minas. O fato é que não faltarão oportunidades na mineração, mas é preciso estar preparado para atender um mercado que, a cada dia, torna-se mais amplo e exigente no quesito qualificação profissional”, disse.
Entre os projetos de mineração que devem gerar novos postos de trabalho está o Alumina Rondon, localizado no município de Rondon do Pará. Com previsão de início da operação em 2017, o empreendimento deve gerar, em média, 6 mil postos de trabalho na fase de implantação e 1,6 mil na operação.
A expansão da Sinobras, siderúrgica de aço de Marabá, também impactará, positivamente, no surgimento de novas oportunidades. Com um incremento de cerca de 360 mil toneladas de aço, alcançando cerca de 800 mil toneladas por ano, a companhia gerará cerca de 1,7 mil empregos diretos e 10,5 mil indiretos.
De acordo com o presidente do sindicato, a capacitação profissional está entre as prioridades do setor. Ele afirmou que as companhias investem em programas de formação profissional, direcionados tanto ao jovem aprendiz quanto ao trainee e funcionário. “Para isso, as empresas mineradoras têm parcerias importantes com instituições de ensino, tanto locais como no Brasil e exterior, e com institutos, a exemplo do Senai, que tem sido fundamentais na qualificação profissional, especialmente, no interior do estado”, disse Gomes Júnior.
A mineração é, também, o principal produto da pauta de exportação no Pará. Segundo levantamento do Simineral, dos US$ 15,8 bilhões em exportações totais do Estado em 2013, as indústrias de mineração e transformação mineral responderam por 88% deste valor. Juntas, exportaram US$ 13,9 bilhões, fazendo do setor mineral o grande vetor de crescimento do comércio exterior paraense. As informações são do Diário do Pará.

Notícias de Mineração Brasil

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Lucas Prado Kallas -Pará terá instituto de pesquisa mineral

lucas prado kallaslucas prado kallasAté o fim de 2014, o Serviço Nacional de Aprendizagem Social (Senai), em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), irá investir cerca de dois bilhões de reais para criar laboratórios de inovação por todo o Brasil. Até agora, 25 estão previstos. Os Institutos Senai de Inovação (ISIs) fazem parte do Programa Nacional de Apoio à Competitividade da Indústria Brasileira, executado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com recursos próprios e do BNDES, e que tem o objetivo de estimular a inovação e o desenvolvimento tecnológico da indústria.
Os institutos funcionarão como uma grande rede de pesquisa e produção de conhecimento voltados para a inovação na indústria brasileira. Para isso, cada um deles atuará em uma área específica, direcionada ao potencial do Estado em que estiver instalado. Em Goiás, por exemplo, o ISI atuará na área de logística; no Mato Grosso, com biomassa; no Rio Grande do Sul será com engenharia de polímeros; microeletrônica no Amazonas e assim por diante.
No Pará, a área de atuação do instituto será em tecnologias minerais. O coordenador do instituto no Pará, Alexandre Mesquita, conta que a ideia é desenvolver métodos inovadores e novas tecnologias voltadas a pesquisas geológicas - que posteriormente serão aplicados nas indústrias do Pará e outros estados.
Todos os detalhes sobre o Instituto Senai de Inovação constam na terceira edição do Anuário Mineral do Pará, que será lançado no dia 13 de março pelo Sindicato das Indústrias Minerais do Pará (Simineral), no Espaço São José Liberto.
Com o tema “Mineração sustentável. Um legado para a nossa gente”, a publicação traz edição bilíngue, com tradução para o inglês. Além de traçar uma radiografia completa do setor mineral, a publicação conta com dois capítulos especiais: o de sustentabilidade e o dos pioneiros na mineração paraense.
No capítulo de sustentabilidade poderão ser conferidos os projetos e ações socioambientais das empresas associadas ao Simineral. Já o capítulo dos pioneiros retrata a saga dos desbravadores, que relatam os detalhes da descoberta das primeiras jazidas minerais e da expansão do setor no Pará.

Diário do Pará

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Lucas Prado Kallas -Mina de ouro Palito mostra resultados

Lucas Prado KallasA Serabi Gold anunciou no último dia 12 que processou cerca de 3,2 mil toneladas métricas de minério no primeiro mês de produção da mina de ouro Palito, no Pará. A produção foi iniciada no dia 5 de janeiro deste ano e já conta com mais de 5 mil toneladas de minério britado e mais de 25 mil toneladas, com 10,2 g/t de ouro, aguardando para serem processadas.
A mineradora afirmou que, durante a fase inicial de testes e ramp up, foram processados minérios de menor teor para minimizar potenciais perdas, enquanto o trabalho de otimização está sendo realizado. O primeiro carregamento de cobre e concentrado de ouro está previsto para ser transportado este mês.
"Nós usamos menor teor de minério para iniciar a planta, o que explica que os resultados baixos de produção. No entanto, até o final de janeiro, iniciamos o processamento de minério com teor superior a 8 gramas por tonelada de ouro. Permanecemos confiantes de que, com cerca de quatro meses de minério de alta qualidade, com teor médio de 10 gramas por tonelada de ouro, iremos rapidamente alcançar a nossa meta mensal de cerca de 2 mil onças por mês”, disse o CEO da Serabi, Mike Hodgson.
Segundo o comunicado, após o carregamento inicial da planta, o concentrado de ouro disponível para venda tem capacidade de 170 onças. Durante o mês de janeiro, mais de 5 mil toneladas de minério foram moídos e 3.264 toneladas métricas foram processadas, através do moinho, concentrador de gravidade e seções de flotação da planta.
"Estamos muito contentes em relatar nosso primeiro mês de produção e estamos a caminho de alcançar produção nominal até 1 de abril de 2014”, afirmou Hodgson.
A Serabi Gold é uma companhia de exploração e desenvolvimento de ouro voltada para a avaliação e desenvolvimento de jazidas de ouro no Brasil. A mina de ouro Palito é considerada o principal interesse da mineradora e está localizado na região do Tapajós, no estado do Pará, envolvendo cerca de 53 mil hectares de áreas de exploração.
Em julho de 2013, a Serabi concluiu a compra da Kenai Resources, adquirindo o projeto de ouro São Chico, um depósito pequeno, mas de alta qualidade, localizado a 30 quilômetros da mina Palito.

Notícias de Mineração Brasil


quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Interior do Pará supera capital em geração de emprego

Lucas Prado KallasDieese diz que municípios do sudeste do estado contribuíram para saldo. Secretário aponta riqueza mineral como fonte de trabalho e renda.
Os municípios do interior do Pará superaram a capital em geração de empregos no ano de 2013:  uma estimativa do Departamento Intersindical de Estudos Sócio Econômicos (Dieese) aponta que mais de 80% das vagas criadas em todo o estado ocorreram fora da Região Metropolitana de Belém.
“Em 2013 o estado fez 395.941 admissões, mas teve 366. 325 desligamentos, gerando saldo positivo de 29.616 empregos. A maioria dos desligamentos foi na região metropolitana de Belém. O interior puxou o saldo em 2013, com cerca de 80% da geração de empregos do Pará", explica o economista Roberto Sena.
Segundo o Secretario de Trabalho, Emprego e Renda Rodivan dos Santos Nogueira, os projetos minerais impulsionaram a geração de empregos no Pará, especialmente no sudeste do estado. "A mudança de comportamento na abertura de postos de trabalho não surpreende. Havia esta expectativa de geração de empregos no interior do estado, já que a mineração é muito forte e o sudeste do Pará é uma região onde já se explorou ouro, mas agora tem grande produção de ferro e níquel", explica.
Além da mineração, outros setores como a construção civil, comércio e prestação de serviços também contribuiram para o saldo do estado que, segundo o Dieese, é o maior gerador de empregos da região Norte do Brasil.

G1

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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Mineradora inglesa apresenta projeto de níquel ao Governo do Pará

Lucas Prado KallasAs recentes descobertas de áreas ricas em níquel, minério de ferro e cobre, para exploração em território paraense, vêm despertando a atenção de investidores interessados no potencial do setor mineral do Estado. O níquel, especificamente, tem demanda global de crescimento projetada para 5,2% ao ano, entre 2014 e 2018, segundo especialistas.
Com esses dados em mãos, os executivos Antônio Almeida, gerente geral no Brasil; Steven Heim, gerente de projetos no Brasil; e Antônio da Silva, da área de Geração de Novos Projetos da mineradora inglesa Horizonte Minerals, foram recebidos, nesta quarta-feira (22), pelo titular da Secretaria de Indústria, Comércio e Mineração do Pará (Seicom), David Leal, para apresentar o projeto "Araguaia" de Níquel Laterítico, localizado na região de Conceição do Araguaia e que tem um estudo de pré-viabilidade em andamento.
O estado do Pará foi o escolhido pela empresa devido ao seu expressivo crescimento econômico nos últimos dez anos, além dos projetos de construção de novos portos, estradas de ferro, refinarias e minas. A mina de níquel está localizada a 25 quilômetros da estrada que liga Conceição do Araguaia a Redenção, tem potencial de 102 milhões de toneladas e estimativa de vida útil de 25 anos, segundo relatório técnico do projeto. A extração do minério deve começar em 2017, cerca de dois anos e meio após o fim dos estudos.
Quanto ao poderio de alcance nacional, o Brasil, com a entrada em produção de mais de 85 mil toneladas de níquel, em 2012, tornou-se um dos dez maiores produtores internacionais de metais de base e a expectativa é de que a produção do minério cresça 40% em 2016, ainda segundo números mostrados pelos executivos. "Nosso objetivo é agregar valor à produção e ajudar a desenvolver o Pará e o Brasil, por meio de um projeto sério e que traga benefícios a todos", informa o gerente-geral da Horizonte Minerals no Brasil, Antônio Almeida.
"O projeto da Horizonte Minerals tem total apoio do Governo do Pará. Vamos empenhar todos os nossos esforços para viabilizar os trabalhos, fortalecer a cadeia produtiva e gerar mais emprego e renda no estado", complementou o titular da Seicom, David Leal.

Governo do Estado de Pará