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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Lucas Prado Kallas -Mineradora Zamim obtem licença para dragar local do novo porto

Lucas Prado KallasA Zamin Amapá, sistema integrado pela mina em Pedra Branca do Amapari,  pela a Estrada de Ferro do Amapá e operação do porto em Santana, recebeu a licença ambiental do Instituto de Meio Ambiente do Amapá (IMAP) para realizar o processo de dragagem em sua área portuária. A operação visa aumentar a segurança no local e garantir o sucesso na operação de instalação de uma plataforma elevada  que será fixada no fundo rio (Jack-up) e permitirá a atracação dos navios, substituindo o antigo píer flutuante.
Para instalação desses novos equipamentos a empresa segue todas as medidas de segurança para que o Porto seja ainda mais seguro e moderno. Umas das medidas é a construção de uma parede diafragma (muro de contenção) ao longo da margem do Rio Amazonas, dentro da área da empresa. A previsão é de que no segundo semestre de 2014 o píer esteja funcionando. Tal previsão dependerá também das licenças que deverão ser obtidas até o período.
 Para o Gerente Geral de Logística da Zamin Amapá, Mivaldo Paz, a licença fornecida para a empresa é um importante passo na construção do novo Porto. “O processo de dragagem é importantíssimo para nós já que possibilitará um avanço em diversos aspectos operacionais, entre os quais, o aumento na segurança, maior valor da empresa”, afirma Mivaldo.
 Até o momento, os embarques têm sido feitos por meio de barcaças que atracam no píer fixo da Zamin Amapá, onde foram instaladas correias transportadoras. As barcaças fazem o transbordo (transferência do minério para um navio maior) para embarcações localizadas, simultaneamente, em dois pontos distintos: o primeiro, na Companhia das Docas de Santana (CDSA) e, o segundo, próximo ao balneário da Fazendinha, onde ficam ancoradas.
Grupo Zamin
A Zamin é um conglomerado independente global de mineração com ativos na América do Sul, África, Austrália e Ásia. O grupo Zamin está no Brasil desde 2005, operando  as minas  Susa no Rio Grande do Norte  e Greystone, na Bahia .No Amapá, a Zamin já opera a Zamapá Mineração desde 2011. Com a aquisição do Sistema Amapá, que passou a se chamar Zamin Amapá, o atual portfólio de ativos do Grupo será fortalecido com o principal empreendimento do grupo na produção de ferro.

Amapá Online


sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Lucas Prado Kallas -Mineradora investe em sistema de gestão para aumentar produção de vermiculita

Lucas Prado KallasA Brasil Minérios, produtora de vermiculita, vai investir em um sistema de gestão empresarial desenvolvido pela Sankhya. O objetivo da companhia é aumentar a produção atual, de cerca de 60 mil toneladas, para 100 mil toneladas de concentrado de vermiculita até 2020.
De acordo com Eduardo Cavalcanti, diretor-executivo da Brasil Minérios, o novo sistema de gestão é importante para acompanhar o crescimento dos negócios da empresa. “A Sankhya tem sido uma parceira fundamental para acompanhar a evolução do nosso negócio, nos ajudando a automatizar processos internos para podermos sustentar a velocidade com que estamos crescendo”, disse.
Cavalcanti afirmou que o sistema tem contribuído com as tomadas de decisão da Brasil Minérios. “Agora, podemos tomar decisões de forma muito mais segura, pois temos acesso aos dados estratégicos do negócio, de forma fácil rápida, atualizada, integrada e acessível pela Internet”.
Segundo o diretor, antes do contrato com a Sankhya, a Brasil Minérios trabalhava com diferentes sistemas, o que impedia uma integração entre as informações dos setores. “Com o novo sistema, todas as áreas conversam e trocam dados entre si, o que agilizou e otimizou muito nossa gestão. O software também trouxe mais inteligência ao nosso negócio, pois permitir que os usuários analisem os dados levantados e não só os visualizem”, falou.
A empresa afirmou que planeja investir, no ano que vem, em novos módulos do sistema de gestão da Sankhya, como, por exemplo, o Business Intelligence, com o objetivo de otimizar ainda mais o planejamento estratégico.
“Fui até a sede da Sankhya pessoalmente para conhecer sua estrutura. Nesta visita, pude perceber que ela era muito bem estruturada e estava apta para atender às nossas necessidades. Ela utiliza muita inovação em seus produtos, permitindo que nossa equipe interna possa fazer customizações com total autonomia, pois tudo está em ambiente web”, afirmou Cavalcanti.
A Brasil Minérios tem sede em Goiás, mas desenvolve projetos em outras partes do Brasil e no exterior, com minas e instalações industriais produtoras de concentrados de vermiculita e produtos derivados. Cerca de 60 mil toneladas do minério foram produzidas e comercializadas em 2013.
A empresa emprega cerca de 200 trabalhadores, entre geólogos, engenheiros de minas, engenheiros civis, técnicos em mineração. A empresa realiza atividades de lavra, beneficiamento, industrialização e verticalização da produção do mineral em minas, unidades fabris de processamento e beneficiamento e expansão.

Notícias de Mineração Brasil

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Lucas Prado Kallas - Mineradora conduz ações de incentivo à coleta seletiva

Lucas Prado KallasTransformando tambores de óleo vazios em lixeiras ecológicas, a Kinross Gold Corporation evita o descarte irregular de materiais e colabora com a reciclagem
Atuante na área de comercialização de ouro, a Kinross Gold Corporation corresponde a 25% da produção do metal no País e realiza atividades de pesquisa e desenvolvimento mineral. Seguindo os requisitos da norma ISO 14001, que indica quais ações devem ser executadas para que um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) seja efetivo, e pelo Código Internacional de Cianeto, a companhia implantou ações de sustentabilidade nas suas instalações.
Fundada por um grupo canadense em 1993, a corporação está presente em países como Estados Unidos, Rússia, Gana, Mauritânia, Canadá, Chile e Brasil. Com operações na mina Morro do Ouro, no município de Paracatu, noroeste de Minas Gerais, a empresa iniciou um projeto de expansão da capacidade de lavra de minérios em 2006. Por meio desta iniciativa foi triplicada a produção anual de ouro, chegando a render 17 toneladas, porém, foram tomadas medidas para prolongar a vida útil da mina em 30 anos, com expectativas para durar até 2042.
Entretanto, além de realizar investimentos direcionados para a sustentabilidade da fonte na qual o material dourado é extraído, valores que somaram US$ 1 bilhão entre 2010 e 2012, a Kinross Gold Corporation decidiu cuidar para que a biodiversidade, a qualidade de ar e os recursos hídricos permaneçam intactos após o término das atividades da mineradora no local.
Sob a coordenação de Juliana Araujo Machado Esper, gerente de Meio Ambiente, o programa chamado de “Tambores de Óleo Vazios Viram Lixeiras Ecológicas” visa promover o desenvolvimento sustentável, evitando que o meio ambiente seja afetado por resíduos industriais ao fornecer invólucros seguros para a acomodação de vários tipos de substâncias. Anteriormente, tais recipientes seriam descartados, contudo, através de sua reciclagem, foi possível utilizar os tambores metálicos como depósitos de detritos e material reciclável.
Além de contribuir com a coleta seletiva, o projeto impulsiona o aprimoramento comunitário, possibilitando a geração de renda por meio do recolhimento dos produtos reutilizáveis e fazendo incentivos à propagação de educação ambiental nas escolas locais e bairros mais próximos. Pela atitude ecologicamente correta, a Kinross Gold Corporation recebeu o selo de sustentabilidade do Programa Benchmarking Brasil 2013, criado pelo Instituto Mais.

Pensamento Verde

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Portal da Mineração- Veolia Water trata mais de 1 bilhão de galões de água para mineradora norte-americana

Lucas Prado KallasCom tratamento Zero Liquid Waste, água gerada pela estação de tratamento da CONSOL Energy melhora qualidade do rio Monongahela
A CONSOL Energy, produtora de gás natural e carvão com sede em Pittsburgh, é uma das principais empresas de energia diversificada nos Estados Unidos e que produz carvões vendidos no mundo todo para geradores e siderúrgicas. Buscando uma solução para tornar seus efluentes sustentáveis e, assim, diminuir o impacto ambiental, a CONSOL procurou a Veolia Water para realizar um projeto que possibilitasse o cumprimento das normas de descarte de cloretos nas vias navegáveis do Estado da Virgínia Ocidental.
A partir desse desafio, a Veolia introduziu o conceito de tratamento ZLW (Zero Liquid Waste) para as águas da mina, ou seja, o conceito de desperdício zero de líquido. Este processo de tratamento remove os contaminantes da água de mina reduzindo-os a sais sólidos. Além disso, utiliza uma série de práticas sustentáveis e aplicações tecnológicas, o que reduz as pegadas energética e de carbono do processo de tratamento. A solução da Veolia trata a água proveniente das operações das minas Blackville nº 2, Loveridge e Robinson Run.
Com o propósito de quantificar os benefícios da estação de tratamento de água para o rio Monongahela, a Veolia Water avaliou o Índice de Impacto de Água (WIIX). Desenvolvido pela Veolia, o WIIX mensura o volume de água e o nível de estresse hídrico sobre os recursos locais, qualidade total e impactos indiretos provenientes de químicos e eletricidade. Mensurando todos estes fatores, o WIIX calcula que a nova estação devolverá cerca de 1,3 bilhão de galões de água de alta qualidade ao ano à bacia do rio Monongahela, impactando positivamente o ambiente no entorno da estação de tratamento de água.
Neste projeto, a Veolia fornece gerenciamento operacional das estações de tratamento de efluentes pelos próximos 10 anos, garantindo à CONSOL um desempenho contínuo e melhoria do sistema. “A parceria com a CONSOL vai além de cumprir novos requisitos regulatórios. Combina know-how técnico com conhecimento operacional para implementar uma solução que impacte positivamente o meio ambiente, como também atenda as necessidade de produção por meio de desempenho garantido”, diz Steve Hopper, vice presidente executivo e diretor operacional para negócios industriais da América do Norte da Veolia Environnement.
“Em parceria com a Veolia neste projeto inédito em tamanho e escopo, pudemos colocar a estação de tratamento de água em linha pontualmente, abaixo do orçamento e em conformidade com nossas licenças”, comenta Katharine Fredriksen, vice-presidente de assuntos de regulamentação e estratégia ambiental do Governo norte-americano.
Sobre a Veolia Water
Divisão de água da multinacional francesa Veolia Environnement, a Veolia Water Solutions & Technologies (www.veoliawaterst.com.br) é líder mundial na prestação de serviços relacionados ao tratamento de água e efluentes líquidos. Com 160 anos de experiência na implantação de sistemas de água e efluentes e presente em 69 países, a Veolia Water obteve em 2012 receita de 12,1 bilhões de euros, correspondente a 41% da receita da Veolia Environnement.
No Brasil desde 1993, a empresa atua na divisão de soluções e tecnologias em todas as atividades relacionadas à gestão das águas, projetando, implantando e operando sistemas de tratamento de água e efluentes derivados dos mais diferentes tipos de atividades. A partir do mercado brasileiro a Veolia Water atua em diversos países da América Latina. Fornece soluções integradas para tratamento de água, efluentes e reúso para mais de 100 clientes dos mais diversos segmentos, como Mineração, Óleo e Gás, Papel e Celulose, Químico, Biocombustível, Alimentos e Bebidas, Automotivo, Farmacêutico, Metais Primários e Energia.

Assessoria