Mostrando postagens com marcador Lucas Kallas Prado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lucas Kallas Prado. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Portal da Mineração- Metso expande sua principal rede de centros de serviços globais da indústria

Lucas Prado KallasA Metso está construindo um centro de serviços e manutenção com tecnologia de ponta na cidade de Mesa, Arizona, Estados Unidos, que deverá estar em plena operação no quarto trimestre deste ano.
Os 31.000 metros quadrados de instalações de alta tecnologia foram projetados considerando a base de equipamentos instalados na região e as necessidades dos clientes, que incluem serviços e reparos para moinhos de grande escala, britadores e peneiras. "Este é mais um passo na nossa estratégia global para continuar a disponibilizar serviços cada vez mais próximos de nossos clientes", diz Randall Reisinger, vice-presidente sênior de Engenharia de Soluções de Serviços, linha de negócios de Serviços , Mineração e Construção, Metso.
As instalações e a equipe oferecerão uma ampla variedade de serviços de mineração e construção e reparos avançados, bem como a reparação no local e serviços de campo. O projeto do novo centro inclui uma ampla área de serviços que contará com duas pontes rolantes de 60 toneladas, soldagem e usinagem e escritórios para os membros da equipe Metso. "É um investimento no nosso futuro e também no futuro dos nossos clientes", acrescenta Reisinger.
Quando concluído, o centro fará parte de uma lista crescente de centros de serviços da Metso em todo o mundo - em seis continentes. Atualmente, a Metso opera cerca de 50 centros de serviços em locais como Perth, Austrália; Sorocaba, Brasil; Antofagasta, Chile; Tampere , na Finlândia ; Macon, França ; Vereeniging , África do Sul ; Faridabad, Índia; Surabaya , na Indonésia  e Phoenix , nos EUA. Novos centros também estão em vias de ser construído em Cananea, México, Arequipa, Peru e Labrador City no Canadá no início de 2014.
Os planos para o centro de serviço no Arizona foram recentemente aprovados pelas autoridades locais. Antes da inauguração do novo centro, a Metso está locando um centro de serviços e reparos totalmente equipado na área, permitindo que o serviço continue até que o novo local seja concluído.


ABM

Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Portal da Mineração- Atlas Copco vai lançar equipamento móvel para perfuração de minas



Lucas KallasAtlas Copco vai lançar uma nova carreta móvel para perfurar as chamadas aberturas nas minas. A nova carreta, chamada Easer, pode fazer tanto perfurações de gavetas quanto alargamentos com um diâmetro de 750 mm, assim como abertura de chaminés de lavra convencionais com um diâmetro de até 1.200 mm.
Desde sua introdução em meados dos anos 1960, a técnica de abertura de chaminés de lavra é considerada a maneira mais segura e produtiva de se escavar chaminés na maioria das aplicações em minas. Na escavação de blocos a na maior parte dos tipos de mineração subnível, uma grande quantidade de chaminés curtas atuam como aberturas para que a rocha se expanda durante a explosão.
Máquinas de abertura de chaminés de lavra tradicionais normalmente requerem uma plataforma de concreto e parafusos de fixação para manter a máquina estável durante a operação. No tempo total de movimentação para tais chaminés curtas, o tempo real de perfuração normalmente é inferior a 50%.
O aumento da demanda por uma carreta altamente móvel e versátil, especificamente projetada para criar estas aberturas com segurança e eficiência, levou ao desenvolvimento da Easer. A carreta pode produzir aberturas com um diâmetro máximo de 750 mm em um buraco com profundidade de até 60 m. Ela usa uma broca de perfuração padrão de 200 mm (8 pol.) com uma broca piloto de 228 mm (39 pol.).
Todo o equipamento de operação necessário faz parte do transportador, com exceção das brocas e os procedimentos de instalação não requerem nenhuma preparação do local.
“Nossa missão no desenvolvimento da Easer foi a de acelerar a operação,” diz Johnny Lyly, Gerente de Produto da Atlas Copco. “O tempo para perfurar uma abertura de 40 metros, da instalação à retirada, é menor que 30 horas e a instalação/retirada é feita em menos de uma hora.”
A Easer oferece os mesmos modos de perfuração que as carretas de abertura de chaminés tradicionais: perfuração de gavetas, alargamentos e abertura de chaminés de lavra convencional. Para mudar de perfuração de gavetas a alargamento, o redutor é girado em 180 graus – uma operação simples que pode ser realizada em um ambiente subterrâneo. No modo abertura de chaminé, a Easer pode perfurar até 1.200 mm.
O nome Easer é derivado da expressão “ease off”, que significa retirar ou aliviar a pressão, que é usada para referir-se ao furo para explosão dentro do qual a rocha se expande durante a detonação. O lançamento da Easer está programado para 2014.
 Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale
Radarindustrial

Portal Lucas Kallas

Portal da Mineração- Programa Integrar se consolida com resultados positivos em Paracatu

Lucas KallasEstimular resultados transformadores com novas perspectivas de desenvolvimento pessoal e profissional para crianças, jovens e adultos de Paracatu. Esse é o Programa Integrar, que desde 2011, envolve toda a comunidade na busca de ferramentas que estimulam a capacitação, o empreendedorismo, a sustentabilidade e a geração de renda para a comunidade. Todos os trabalhos são desenvolvidos com parceiros e já refletem resultados positivos em seus quatro eixos: Educação, Cultura, Geração de Trabalho e Renda e Educação Ambiental.
“São três anos de uma política de investimento social que busca unir forças e construir, em parceria com a comunidade iniciativas duradouras e sustentáveis, que se desdobrem em resultados transformadores, gerando valor aos envolvidos e fortalecendo as políticas públicas existentes”, afirma Ana Cunha, gerente de Comunicação e Relacionamentos com a Comunidade da Kinross. “A empresa é apenas uma das engrenagens e sem o engajamento de toda a comunidade, incluindo associações, escolas e poder público não seria possível colhermos resultados tão positivos”.
Em 2013, mais de 800 alunos e 100 educadores de nove escolas de Paracatu participaram de 62 atividades que foram apoiadas pela Kinross. Mais de 9.200 pessoas da comunidade participaram das 106 ações e atividades artísticas com a mobilização de 26 grupos culturais locais. Na geração de trabalho e renda, 11 organizações foram apoiadas com 156 beneficiários diretos, contando com a parceria com importantes entidades nacionais como a Aliança Empreendedora e o Laboratório Piracema de Design. Já o eixo de Educação Ambiental já impactou quase sete mil pessoas nos três anos do Programa Integrar.
Educação
O ano foi marcado pela consolidação de atividades e ações que contribuem para a melhoria da aprendizagem dos alunos e para a elevação do Ideb das escolas públicas de Ensino Fundamental do município, com ênfase nos desafios de Língua Portuguesa e Matemática. A parceria envolveu nove escolas, sendo seis municipais e três estaduais. Nos três anos, 1741 alunos foram beneficiados e a participação na Prova Brasil teve uma melhora em 13%, em comparação ao período anterior.
Receberam prioridades as ações de reforço escolar, desenvolvidas nas escolas com apoio de 22 bolsistas universitários, o apoio a projetos pedagógicos de Português e Matemática nas turmas do 5º e 9º ano. Teve destaque também o envolvimento das famílias, estimulando maior participação na vida escolar. Já os professores de todo o município participaram de palestras e oficinas de formação.
Um ótimo exemplo foi uma ação desenvolvida pela professora Maria Adelina Camargo Almeida, da escola Municipal Maria Trindade. Para incentivar à leitura ela criou um mural com livros e gibis para os alunos. Além disso, foi feita a premiação dos primeiros lugares, que serviu de motivação para a continuação do trabalho e empenho dos alunos. “Houve um resultado significativo no desempenho dos alunos. Percebemos que foi devido ao desenvolvimento da leitura, interpretação e a escrita ortográfica. Os professores têm diagnosticado esse resultado no decorrer das atividades em classe” contou Maria.
Cultura
São mais de 200 anos de história e a cidade de Paracatu preserva riquezas únicas em sua pujante cultura que mesclam tradição com modernidade. As iniciativas do Programa Integrar neste eixo são voltadas para potencializar a arte no município, o resgate de sua história e o desenvolvimento de produtos e novos negócios. Por meio de parcerias com associações locais foram realizadas mais de 150 apresentações artísticas, desde 2011, que tiveram a participação de cerca de 21 mil pessoas e mobilizou, neste ano, 26 grupos artísticos locais. Eles também receberam apoio por meio de 105 horas de consultoria especializada.
Apenas no Circuito Integrar – projeto realizado em escolas de Paracatu e que leva diversão, aprendizado, arte e cultura para toda a comunidade por meio de apresentações culturais, oficinas e exposições – foram 303 horas de oficinas culturais, nas mais diversas expressões artísticas, em 18 edições no ano.
Destaque também para o lançamento dos catálogos de gastronomia e de artesanato local. Disponibilizados em formato digital, os catálogos e a revista são produtos concretos da diversidade cultural e gastronômica existentes no município e possuem o objetivo de valorizar em primeiro lugar as pessoas, responsáveis diretas por manterem vivos os valores culturais da cidade e suas expressões criativas.  Outra ação concreta do programa foi o lançamento de uma revista alusiva aos 50 anos da Banda Lyra.
Geração de Trabalho e Renda
Recentemente, a Kinross realizou o Projeto Piracema, no qual foram mais de dez dias de intenso trabalho, envolvendo cerca de 40 artesãos locais e a equipe de profissionais do Laboratório Piracema de Design. A ideia era promover uma coleção de artesanato local com marca e design próprios, valorizando a tradição e auxiliando a produção local a alcançar parâmetros de qualidade ainda mais altos, promovendo a geração de trabalho e renda.  O grupo já realizou a sua primeira exposição no início do mês de novembro.
“O Programa Integrar está desenvolvendo, junto com a sociedade local, iniciativas que contribuam para o desenvolvimento de Paracatu. Projetos como o Bordando Paracatu com Arte (Associação dos Artesãos) e Tecelagem Casulo (Associação Esther Siqueira Tillmann), apoiados desde 2011, contribuem para preservar riquezas únicas e auxiliam na renda das famílias”, afirma Ana Cunha, da Kinross.
Em 2013, também foram selecionados seis projetos voltados para a geração de trabalho e renda, sendo cinco de continuidade, e com o compromisso de apoio da Kinross até o final do próximo ano. O Programa Integrar também realizou 50 horas de capacitação específica com foco na área de atuação para todas as instituições beneficiadas.
Neste eixo, os trabalhos são voltados para o fortalecimento do capital social, estimulando a formação de redes e parcerias entre organizações locais, propiciar o desenvolvimento de projetos com potencial para incremento de renda e melhoria da qualidade de vida dos beneficiários além de promover a qualificação de organizações com vistas aos resultados e à sustentabilidade dos projetos.
Educação Ambiental
A Kinross Paracatu entende que a educação ambiental é um caminho para a conscientização e a formação de cidadãos e grupos sociais, visando à conservação do meio ambiente e à implantação de um modelo de desenvolvimento em bases sustentáveis. No Programa Integrar a educação ambiental tem como foco a comunidade escolar. Foram nove ações desenvolvidas, em 2013, com nove escolas da cidade envolvendo 2267 alunos.
Um dos projetos é o “Quem conta um conto”, ação educativa desenvolvida por funcionários, familiares, comunidade e professores voluntários. São contadas histórias a grupos de crianças nas escolas, que por meio de interações lúdicas desenvolvem competências e conscientização sobre o meio ambiente.  O conteúdo dos textos literários selecionados tem em comum a abordagem de questões ambientais.
“A oficina veio consolidar o Projeto Pedagógico da escola que visa buscar um trabalho interdisciplinar e sempre com a participação dos alunos. Daremos continuidade em outras salas, com a monitoria dos participantes do projeto. O resultado foi excelente. Fiquei encantada”, diz Dirce, vice-diretora da E.E. Affonso Roquette.
Das oficinas os alunos desenvolvem e apresentam para a comunidade escolar peças de teatro, confecção de colcha ambiental e livro ecológico. Assim a temática ambiental está, cada vez mais, presente na sala de aula e por consequência na comunidade.
Principais resultados do Programa Integrar em 2013:
Eixo Educação:
- Parceria com nove escolas (seis municipais e três estaduais);
- Manutenção de nove blogs para comunicação dos projetos;
- Apoio a 60 atividades entre projetos pedagógicos e ações com famílias;
- 32 turmas atendidas;
- 841 alunos beneficiados;
- 22 bolsistas universitários envolvidos;
- 670 alunos do EJA;
- 100 educadores de Português e Matemática envolvidos em atividades de formação;
- 19 oficinas de sensibilização das famílias;
- Nove oficinas de formação de educadores.
Eixo Cultura:
- 106 apresentações artísticas valorizando as manifestações culturais locais;
- 303 horas de oficinas como parte do Circuito Integrar atendendo demandas das escolas buscando potencialização das iniciativas locais;
- 9.288 pessoas participantes das ações/atividades;
- Mobilização de 26 grupos culturais do município;
- Criação de dois produtos (Catálogo de Produtos e Serviços Culturais e Cartilha de Jogos e Brincadeiras Tradicionais);
- 105 horas de consultoria buscando fortalecimento do Grupo Cênikas e desenvolvimento do projeto Festival de Música de Paracatu (habilitação do projeto na LEIC).
Eixo Geração de Trabalho e Renda:
- Seleção de seis projetos a serem apoiados – 5 projetos de continuidade;
- 50 horas de capacitação específica;
- Apoio aos projetos até final de 2014;
- Criação da Coleção Paratu de artesanato;
- 11 organizações apoiadas;
- 156 beneficiários diretos.
Eixo Educação Ambiental:
- Parceria com nove escolas (seis municipais e três estaduais);
- Nove ações desenvolvidas nas escolas;
- 2267 alunos envolvidos nas ações;
- 33 horas de oficinas para os alunos.
Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale

 Portal Lucas Kallas

Portal da Mineração- Produção de cobre crescerá 34% até 2017, afirma estudo

Blog Lucas Prado Kallas- Produção de cobre crescerá 34% até 2017, afirma estudo

LucasKallasA capacidade global de produção de cobre em minas vai crescer 8% ao ano, em média, até 2017, segundo estudo do International Copper Study Group (ICSG), que considera as unidades em operação e projetos já anunciados. A previsão é de aumento de 7,2 milhões de toneladas na capacidade em relação ao volume de 2013, para 28,3 milhões de toneladas em 2017. No acumulado dos quatro anos, o aumento previsto é de 34%.
Segundo o ICSG, a maior parte do novo volume - 60%, ou 4,4 milhões de toneladas - é esperada apenas para 2016 e 2017.
A capacidade de produção de concentrado de cobre também deverá crescer 8% ao ano, em média, para 22,4 milhões de toneladas em 2017, segundo a entidade de pesquisas sobre o metal. Já o aumento da capacidade de fundição de cobre é projetado em 2,7% ao ano, em média, para 22 milhões de toneladas em 2017.
Os cálculos do ICSG apontam ainda para um aumento de 10% na capacidade de refino de cobre no mundo, um adicional de 2,7 milhões de toneladas, para 29,4 milhões de toneladas anuais em 2017. Em 2013, o volume de produção de cobre refinado foi de 26,7 milhões de toneladas e, neste ano, a previsão é de 28 milhões. Para 2015, a estimativa é 28,8 milhões.
Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale 
Valor Econômico

Portal da Mineração- Vale investe mais de US$ 80 milhões para renovar frota do Trem de Passageiros da Estrada de Ferro Vitória a Minas

Lucas KallasO Trem de Passageiros da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), que faz a ligação entre Espírito Santo e Minas Gerais, começa 2014 de cara nova. Única empresa do país a oferecer, diariamente, o serviço de transporte ferroviário de passageiros em longa distância, a Vale investiu US$ 80,2 milhões para renovar a frota. Fabricados na Romênia, os vagões obedecem a padrões europeus de qualidade. Serão, ao todo, 56 novos carros, sendo 10 executivos e 30 econômicos, além de vagões-restaurante, lanchonete, gerador e cadeirante (destinado a pessoas com dificuldade de locomoção).
Os primeiros carros desembarcaram em Vitória depois do Natal e, após serem montados, seguirão para testes na ferrovia nos primeiros meses de 2014. A previsão é de que circulem ainda no primeiro trimestre. Toda a frota nova estará na malha da EFVM até o segundo semestre do ano. Também renovaremos a frota do Trem de Passageiros da Estrada de Ferro Carajás (EFC) e os novos vagões começarão a operar a partir de 2015.
Cada carro executivo tem capacidade para transportar 60 passageiros. Já nos econômicos haverá 79 lugares. Em ambas as classes os carros são climatizados e contam com tomadas elétricas individuais nas poltronas para possibilitar o carregamento de equipamentos eletrônicos, como notebooks e telefones celulares.
Mais modernos, os banheiros receberam novo layout e tecnologias voltadas a priorizar o uso sustentável dos recursos naturais, como a substituição do papel toalha por ar quente para a secagem das mãos.
O sistema de descarga é a vácuo, semelhante ao utilizado na indústria da aviação, o que reduz o consumo de água. Os novos carros também são equipados com monitores de vídeo, para oferecer uma opção de entretenimento aos passageiros durante a viagem. Além disso, toda a composição conta com detector de fumaça, aumentando a segurança dos usuários.
Os carros da classe executiva contam com sistema de som e iluminação individualizados para dar maior conforto e comodidade aos viajantes. Outro diferencial são as poltronas, mais largas, e com inclinação maior que as da classe econômica. As novidades contemplam também os carros-restaurante e cadeirante. O primeiro possui 72 lugares, o que representa um acréscimo de 56% em relação às composições que operam atualmente.
Segurança e conforto
O investimento prevê ainda um novo sistema de abertura e fechamento das portas externas, bem como as localizadas entre um carro e outro, que é automático. A travessia entre os carros também mereceu melhorias e ficará ainda mais segura e confortável. Isso porque a conexão entre os vagões passa a ser vedada por um sistema de plástico emborrachado.
Os novos carros de passageiros contam ainda com displays externos e internos, que exibem informações gerais sobre a viagem. Dados como destino e trajeto do trem, número dos carros, estações e paradas de embarque e de desembarque, entre outros, são algumas das orientações voltadas a facilitar ainda mais a viagem.

Vale

 Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale

Portal da Mineração- STEP Awards para Mulheres em Manufatura homenageia colaboradora da Alcoa

Lucas Kallas
Diana Perreiah
Manufacturing Institute premiará Diana Perreiah, presidente da Alcoa Building and Construction Systems (BCS) da América do Norte, pela excelência e liderança em sua carreira
O Manufacturing Institute, organização dedicada ao desenvolvimento da área de Manufatura nos Estados Unidos, concederá à Diana Perreiah, presidente da Alcoa Building and Construction Systems da América do Norte, o prêmio STEP (sigla em inglês para Ciência, Tecnologia, Engenharia e Produção) para “Mulheres em Manufatura”. A premiação STEP Awards homenageia mulheres que demonstraram excelência e liderança em suas carreiras e que representam todos os níveis do setor de manufatura, desde o nível operacional até a alta administração.
“O mundo da manufatura está mudando e, agora mais do que nunca, precisa das mulheres. O setor de manufatura atual oferece carreiras em alta tecnologia e com salários mais altos, nas quais as mulheres podem ter e têm objetivo sucesso. A diversidade de ideias, habilidades, experiência e formação delas são necessárias para garantir o progresso contínuo”, afirma Diana Perreiah.
“Sob a direção da Diana, a Alcoa Building and Construction Systems da América do Norte continua a se desenvolver. Em um mercado desafiador, a equipe dela vem obtendo resultados operacionais positivos e, ao mesmo tempo, conquistando níveis recordes de segurança e engajamento dos funcionários”, disse Glen Morrison, presidente da Alcoa Building and Construction Systems. “A Diana ajudou a construir uma das equipes mais diversas da Alcoa e que se transformou em importante fornecedora de talentos para a organização”.
A manufatura enfrenta uma grave lacuna em termos de habilidades. Uma pesquisa recente da Deloitte e do Manufacturing Institute descobriu que quase 70% das empresas de manufatura dos Estados Unidos têm uma carência moderada à alta de trabalhadores capacitados e disponíveis.
Parte dessa lacuna se deve à sub-representação das mulheres no setor. Embora as mulheres constituam aproximadamente 50% da força de trabalho dos Estados Unidos, elas representam apenas 25% da força de trabalho em manufatura. Em 2012, o Manufacturing Institute lançou a premiação STEP Awards para homenagear mulheres do setor e inspirar a próxima geração de líderes do sexo feminino. A premiação STEP Awards faz parte da iniciativa STEP Ahead, de maior amplitude, lançada para analisar e promover o papel das mulheres no setor de manufatura, por meio do reconhecimento, da pesquisa e das melhores práticas para atrair, incentivar e reter fortes talentos femininos.
As 160 ganhadoras dos STEP Awards serão homenageadas em uma cerimônia em Washington (EUA) no dia 6 de fevereiro. “As mulheres que estamos homenageando são referências de carreiras sólidas em manufatura. Cada uma delas obteve grandes realizações em manufatura, impactando positivamente em suas empresas e no setor como um todo”, afirmou Jennifer McNelly, presidente do Manufacturing Institute.
 Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale
Assessoria

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Portal da Mineração- Que se fará com o lixo nuclear?

Lucas Prado KallasEstranho que possa parecer, está de volta a discussão, nos meios científicos e na comunicação, no mundo todo, do tema energia nuclear, que parecia ultrapassado quando, após o acidente na usina de Fukushima, no Japão, a Alemanha decidiu fechar, até meados da próxima década, todas as suas usinas - e foi acompanhada por vários países. Até a França, que depende da nuclear em 70% de seu consumo total de energia, decidiu rediscutir a questão. Além da possibilidade de acidentes graves, entra em jogo a falta de destinação para o lixo nuclear em toda parte, inclusive no Brasil.

Agora, entretanto, a Inglaterra já estuda implantar em Hinkley Point, Somerset, ao custo de mais e R$ 50 bilhões, um novo reator (já tem dois ali, um próximo do fechamento). A decisão deve-se (New Scientist, 26/10/2013) à necessidade de novas fontes de eletricidade. E a usina poderá prover até 7% do atual consumo no Reino Unido, embora o custo, de R$ 3.500 por MW/hora, seja o dobro do atual. Mas não é só na Inglaterra a retomada: a China está construindo 29 reatores e em 2030 terá um terço do mercado mundial na área.
No Brasil o tema continua polêmico. O professor Heitor Scalambrini Costa, da Universidade Federal de Pernambuco, observa (remabrasil, 4/1) que esse caminho envolve "mais riscos do que a prudência aconselha". Principalmente com a projetada implantação, até 2030, de quatro novas usinas nucleares, duas das quais no Nordeste e pelo menos uma às margens do Rio São Francisco. A população de Itacuruba (PE), por intermédio de 50 instituições, já se manifestou contra o projeto e o Ministério Púbico em Arapiraca (AL) exige em inquérito esclarecimentos dos empreendedores. No Rio de Janeiro, a Justiça Federal exige (O Globo, 4/12/2013) da Comissão Nacional de Energia Nuclear e da Eletrobrás que incluam em seus orçamentos recursos para a construção de um depósito para o lixo nuclear das usinas Angra 1 e 2 (onde ele fica em piscinas internas). Na Bahia, o Sindicato dos Mineradores de Brumado e Microrregião denuncia a ocorrência de vários acidentes na mineração e estocagem de urânio. Ricardo Baitelo (O Globo, 25/11/2013) lembra que o custo de Angra 3 já está 39% acima do projeto inicial e chegou a R$ 13,9 bilhões. Sem solução para o lixo.
Será a questão dos resíduos algo que só se resolva com um projeto multinacional? - pergunta a revista New Scientist (2/11/2013). Já há países que pensam nessa direção. E até identificam a Argentina, a África do Sul, a China Oriental e a Austrália (este último país principalmente) como os locais mais indicados. Mas o estudo "vazou" para a comunicação e foi vetado pelo governo australiano. A Associação Internacional para Estocagem no Subsolo insiste, entretanto, em que essa é a melhor opção, ao custo de US$ 4,7 bilhões, que permitiria acondicionar o lixo em cápsulas de cobre e asseguraria proteção ao longo de muitos séculos. O depósito que os Estados Unidos começaram a instalar em Yucca Mountain, por exemplo, e que foi abandonado pelo presidente Barack Obama, já custara mais que o dobro disso.
O desastre da usina de Fukushima continua a perseguir a memória mundial - mas o governo japonês já recua e anuncia a retomada da produção de energia nuclear, com o argumento da precariedade de outras fontes neste momento. Talvez para contornar ao menos parte da resistência a operadora da usina anuncia que providenciará a remoção dos resíduos radiativos na instalação e que, encerrados em dispositivos de dióxido de urânio, ficarão em tonéis e, mais tarde, no fundo do oceano. Paralelamente, planeja construir na região de Fukushima uma "cidade de energia renovável", com painéis solares, simultaneamente ao plantio em larga escala de arroz, para incentivar parte da população deslocada pelo acidente (80 mil pessoas) a retomar suas atividades. Já estão funcionando dez painéis solares, com um total de 30 KW. Mas poderão ser acrescidas instalações de energia eólica (1 GW). As primeiras colheitas, porém, serão destinadas à fabricação de lubrificantes e óleos combustíveis.
Nos Estados Unidos, com o projeto de Yucca Mountain posto de lado e ainda sem outras soluções para o lixo radiativo, o Departamento de Energia vai financiar com US$ 226 milhões um depósito ao lado de pequenos reatores submersos. Na Rússia, o governo está construindo em São Petersburgo um reator nuclear flutuante, que funcionará em 2016.
Em meio a tudo isso, prosseguem as notícias de que a contaminação de Fukushima continua a chegar à costa oeste dos Estados Unidos, levada pelas águas do Pacífico. Cientistas do Alasca manifestam preocupação. Mesmo nos Estados Unidos, a Agência de Energia promete (The New York Times, 29/11/13) remover em 25 anos a carga radiativa depositada em Savannah River Site. Ela passará a ficar em tanques subterrâneos. Em Brunswick, na Alemanha, o problema é com centenas de toneladas de lixo radiativo depositadas nas décadas de 1960 e 70 numa antiga mina de sal, que agora gera a cada semana centenas de litros de salmoura contaminada.
Pode-se falar também em 65 mil toneladas de resíduos de usinas nucleares norte-americanas (mais 2 mil toneladas por ano) levadas para depósitos temporários. No mundo, são 350 mil toneladas - mais 12 mil por ano - de lixo radiativo sem solução definitiva. China, Índia e Rússia têm os maiores problemas. A Finlândia pretende construir um depósito no fundo de rochas - caminho que a Suécia também pretende seguir.
Esse é o panorama. Mas por aqui continuamos impávidos, como se a questão não nos afetasse. Como se não tivéssemos de resolver nosso problema já existente, nem o que nos aguarda com os projetos em andamento e planejados - as críticas caem em ouvidos surdos. No mínimo, a comunidade científica precisa estar mais presente à discussão. E dar à sociedade argumentos de que ela necessita.


Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale

Portal da Mineração- China constrói monopólio de minerais de terras raras em meio a crescente concorrência

Lucas Prado Kallas
Uma carregadeira dirige perto de um "lago tóxico" cercado por refinarias de terras raras, perto da cidade de Baotou, na Mongólia Interior. A China está consolidando sua indústria de minerais de terras raras com menos de seis empresas estatais (Ed Jones/AFP/Getty Images)
Devido à pressão coletiva da Organização Mundial do Comércio (OMC) e do retorno da concorrência estrangeira, o controle global da China sobre minerais de terras raras está vacilando. As autoridades chinesas agora procuram revidar e em 3 de janeiro aprovaram um plano para colocar toda a indústria da China de minerais nas mãos de seis empresas estatais.
O plano foi elaborado pelo Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação (MITI) da China. “A aprovação do regime é apenas o começo”, informou o jornal estatal Xinhua. “O próximo passo é que os seis grupos têm de apresentar planos de reorganização detalhados ao MITI.”
As empresas privadas já estão sendo “consolidadas” em grandes empresas estatais. A Reuters relatou em 3 de janeiro que o Baotou Steel Rare Earth Group da Mongólia Interior, que responde por 51% dos minerais de terras raras da China, adquiriu uma participação de 51% em cada uma das nove empresas de mineração locais sem qualquer custo.
As autoridades chinesas afirmam que a maioria das empresas de menor porte opera sem licença. O Wall Street Journal cita estimativas de analistas anônimos que 80% dos mineiros, processadores e comerciantes de terras raras da China – essencialmente, toda a indústria – não são licenciados.
Resposta à pressão
O anúncio da China vem na esteira de um relatório do Serviço de Pesquisa do Congresso dos EUA de 16 de dezembro, dizendo que o mundo se tornou menos dependente da China para os minerais. E observa que o preço dos minerais caiu 60% desde 2011, quando a China controlava quase 95% da oferta global. A China ainda controla cerca de 90% do mercado.
O relatório do governo dos EUA, entretanto, veio apenas alguns dias após a China anunciar que cortaria as exportações de minerais de terras raras e depois que tanto a OMC quanto a União Europeia (UE) apresentaram queixas contra a China pelo movimento.
O corte nas exportações anunciado pelas autoridades chinesas seria o primeiro desde 2011, quando a China cortou as exportações de minerais de terras raras e fez os preços subirem rapidamente. O movimento causou uma bolha no mercado e segundo a Rare Earth Investment News: “Essa bolha estourou em 2012 e o mercado de terras raras ainda tem de recuperar sua antiga glória… colocando assim uma rachadura na produção chinesa em que os preços são tão fortemente dependentes.”
O jornal estatal chinês Xinhua informou que os próprios mineiros da China têm reduzido a produção, pois “o aumento dos fornecedores no exterior reduz sua posição dominante no mercado global”. Analistas acreditam que o corte de produção imposto pelo Estado é um movimento das autoridades chinesas para recriar o preço inflacionário de 2011.
Oferta limitada
O incidente de 2011 também começou uma onda de preocupação internacional sobre se a China seria uma fonte estável de minerais de terras raras. Os Estados Unidos e o Japão começaram a procurar outros mercados, a Rússia investiu US$ 1 bilhão numa mina de terras raras no campo de Tomtorsky, na região de Yakutia, e a Groelândia reabriu suas operações de mineração.
Perder uma fonte de minerais de terras raras significaria o fim para a maioria dos aparelhos eletrônicos modernos. Eles são usados em quase tudo, desde telefones celulares até computadores e painéis solares. Eles também são fundamentais para os militares dos EUA, que, segundo o relatório do Government Accountability Office, usam cerca de 5% dos minerais de terras raras nos Estados Unidos.
Um estudo de 2 de dezembro de Yale descobriu que não há substitutos para muitos dos minerais de terras raras. Pesquisadores de Yale avaliaram como todos os 62 dos metais raros e metaloides são usados em produtos de consumo, e concluíram que “nenhum metal tem um substituto ‘exemplar’ para todos os seus principais usos”.
Os pesquisadores levantaram várias questões, especialmente sobre quanto tempo a oferta mundial de minerais de terras raras pode atender à demanda por produtos eletrônicos.
“Todos gostamos de nossos aparelhos, todos gostamos de nossos smartphones. Mas em 20 ou 30 anos será que ainda teremos acesso a todos os elementos necessários para fornecer as funções específicas que tornam um smartphone tão bom?”, questionou a pesquisadora de Yale e coautora do estudo Barbara Reck, num comunicado de imprensa.
“Com base em nossos resultados, é improvável que apenas a substituição possa resolver possíveis restrições de fornecimento de qualquer dos metais na tabela periódica”, disse Reck.
Minerais de terras raras incluem 17 elementos da tabela periódica, que têm boa condutividade elétrica.
Impacto ambiental
Embora a China atualmente controle a maior parte do mercado global de minerais, eles não são particularmente raros. O problema é que eles devem ser separados de outros metais e, na China, tanto a mineração como o processamento têm sido altamente poluente. Isso teria deixado para trás metais pesados, materiais radioativos e outros contaminantes.
O governo chinês, por sua vez, admitiu o dano ambiental que a mineração tem causado no país. Ele afirmou num estudo de 20 de junho de 2012 que esta indústria tem “danificado severamente a vegetação de superfície, causado erosão do solo, poluição e acidificação, e reduzido ou eliminado a produção de culturas alimentares”.
O estudo afirma que os metais pesados da mineração têm danificado o solo e causado “grave poluição das águas superficiais, dos lençóis freáticos e da terra”. E acrescenta que, em algumas áreas, “a mineração excessiva de terras raras resultou em deslizamentos de terra, rios bloqueados, poluição ambiental emergencial e inclusive acidentes graves e desastres, causando grande prejuízo à segurança e à saúde das pessoas e do ambiente ecológico”.
Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale

Portal da Mineração- Votorantim muda gestão e Calfat vai presidir conselho

Lucas Prado KallasO grupo Votorantim, um dos maiores conglomerados industriais do país, controlado pela família Ermírio de Moraes, acaba de implementar mudanças em sua estrutura de gestão corporativa, segundo antecipou o Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor. Raul Calfat, executivo de confiança da família, foi alçado à presidência do conselho de administração da Votorantim Participações (VPAR) desde este mês.Calfat, no grupo desde os anos 80 e CEO da Votorantim Industrial desde 2004, ocupará a posição que é hoje de José Roberto Ermírio de Moraes na holding. A VPAR gere todos os negócios do grupo - industriais, com empresas fabricantes de cimento a suco de laranja, e financeiros, que tem como carro-chefe o Banco Votorantim.
Como outros cinco integrantes da família, José Roberto permanecerá como membro do conselho da VPAR. As mudanças não significam, todavia, que os Ermírio de Moraes vão sair do dia a dia da companhia. As mudanças resultam de um processo que vinha sendo elaborado há alguns anos.
Calfat deixa a presidência da Votorantim Industrial (VID), uma holding que cuida das operações industriais do grupo, que tem 95 anos de fundação. Sob sua responsabilidade estão os negócios de cimento, metais (alumínio, níquel, zinco e cobre), siderurgia, celulose, por meio da Fibria, e de mineração, com Milpo, no Peru.
A exceção é o negócio de suco concentrado de laranja, operado pela Citrosuco, resultado da fusão entre Citrovita, que era do grupo, com a Citrosuco, da família Fischer. De controle compartilhado, está sob o guarda-chuva da VPAR.
Na VID, João Miranda, atual diretor corporativo financeiro e de relações com o mercado da holding, foi promovido a diretor-geral. Ele terá o papel de coordenação e gestão do portfólio de negócios industriais da holding, reportando-se ao conselho da VPAR, sob a gestão de Calfat. Oriundo do Citibank, Miranda está no grupo desde 2009 como diretor financeiro da VID.
Procurada, a Votorantim informou, em nota, que a adoção dessas mudanças, a partir de janeiro, é a evolução de seu modelo de governança corporativa, com a formação de conselhos de administração em suas empresas do segmento industrial. "Após utilizar um modelo centralizado, que permitiu capturar significativas sinergias entre as empresas, disseminar as melhores práticas e criar um padrão único de gestão, o grupo entendeu que já estava pronto para a promoção de um modelo mais descentralizado e mais apropriado ao novo momento de seus negócios, cada vez mais complexos e internacionais".
No ano passado, a VID obteve receita líquida consolidada de R$ 24,8 bilhões. Já o grupo, com a área de financeira, alcançou receita bruta de R$ 38,6 bilhões.
Com as mudanças, a VID se torna mais uma holding de decisões estratégica dos negócios e menos operacional, como era até agora, desde que foi criada, há mais de uma década. Tanto que alguns executivos da VID foram alocados para cargos nas próprias empresas, como diretoria jurídica.
Considera-se que já cumpriu o papel de alinhamento de gestão das empresas que aglutinaram todos os negócios industriais do grupo. Assim, as empresas de cada área terão mais autonomia em suas operações.
Os resultados financeiros das empresas sob o guarda-chuva da VID, entretanto, ainda continuam sendo consolidados na holding.

Valor Econômico
Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale

Portal da Mineração- Projeto P4P da Samarco atinge 97% de avanço

Lucas Prado KallasO Programa Quarta Pelotização (P4P) da Samarco vai ampliar a capacidade de produção instalada da empresa em 37%, alcançando 33,5 milhões de toneladas métricas base seca de pelotas de minério de ferro por ano, considerando a capacidade atual de 22,2 milhões. Relatório do banco de investimentos norte-americano Mizuho Securities, indica que o P4P tem progresso de 97%, com previsão de conclusão até o final do primeiro trimestre deste ano.
A Samarco planeja elevar sua capacidade de produção em 2014, e espera produzir entre 27 milhões e 28 milhões de toneladas métricas base seca até o final deste ano.
Segundo analistas do banco, o mercado continua a ver a mineradora de forma positiva, devido aos seus fortes acionistas, a Vale e a BHP Billiton, cada um com 50% do empreendimento; alta rentabilidade, com margem Ebitda acima de 50%; posição de baixo custo; diversificada base de clientes; sólidas ações de mercado e métricas de crédito estáveis.
Para 2014, a companhia espera Ebitda de cerca de US$ 2,3 bilhões, com expansão da margem de 55% a 60% até o final de 2014, assim como uma capacidade adicional após a conclusão do P4P.
Em setembro de 2013, a Samarco divulgou os resultados do primeiro semestre, anunciando que a receita líquida foi relativamente estável em R$ 3,344 milhões, considerando os R$ 3,330 milhões no mesmo período de 2012.
As receitas de exportação de pelotas de minério de ferro cresceram 3%, passando de R$ 3,081 milhões para R$ 3,174 milhões, equilibrando a queda de 35% nas receitas domésticas de pelotas de minério de ferro, que caíram para R$ 111 milhões em comparação com os R$ 173 milhões do ano anterior.
A margem Ebitda caiu de 65% no primeiro semestre de 2012 para 63% no mesmo período de 2013, como resultado de maiores custos operacionais.O projeto P4P envolve a construção de um concentrador na unidade de Germano, em Mariana (MG), com investimento de R$ 1,5 bilhão.
Além disso, está sendo construída a terceira linha do mineroduto, que irá da unidade de Germano até Ubu, em Anchieta (ES), e terá 400 quilômetros de extensão. O investimento para o mineroduto será de R$ 1,6 bilhão, que ligará as unidades de Minas Gerais e do Espírito Santo e terá capacidade de escoar 20 milhões de toneladas de minério de ferro por ano.
O terceiro concentrador em Germano terá capacidade de processar 9,5 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, aumentando a capacidade do complexo para 33,5 milhões de toneladas anuais. A quarta usina de pelotização em Anchieta, por sua vez, terá capacidade de produzir 8,25 milhões de toneladas de pelotas por ano.

Notícias de Mineração Brasil

Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Portal da Mineração- Arrecadação de royalties da mineração atinge R$ 2,376 bilhões em 2013

Lucas KallasO recolhimento de royalties na atividade de mineração atingiu o total de R$ 2,376 bilhões em 2013, segundo levantamento do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) divulgado nesta terça-feira, 7. O valor é 29,5% maior do que o R$ 1,834 bilhão arrecadado pela autarquia em 2012.
A exploração de minério de ferro respondeu pela maior parte do montante arrecado (76%) em 2013, com total R$ 1,815 bilhão, seguida pela exploração de cobre (R$ 96,2 milhões) e de ouro (R$ 55,1 milhões).
A arrecadação é feita pela Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem), fiscalizada pelo DNPM. A Cfem é calculada sobre o faturamento líquido calculado na venda, descontados tributos, despesas com transporte e seguro.
As alíquotas aplicadas no cálculo dos royalties, que atualmente são discutidas pelo Congresso Nacional, estão em 3% para minério de alumínio, manganês, sal-gema e potássio, 1% para o ouro, 0,2% para pedras preciosas, pedras coradas lapidáveis, carbonetos e metais nobres e 2% para minério de ferro, fertilizante, carvão e demais substâncias.
Os Estados que mais arrecadaram Cfem em 2013 foram Minas Gerais, com R$ 1,204 bilhão, e Pará, com R$ 804,2 milhões.
O pagamento da Cfem é realizado mensalmente, até o último dia útil do segundo mês subsequente à comercialização do bem mineral.  Em 2014, o DNPM já contabilizou o recolhimento de R$ 619,6 mil.
(Rafael Bitencourt | Valor)
Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale




Portal da Mineração- Eagle Star divulga resultados de sondagem do projeto Bonfim

Lucas KallasA Eagle Star divulgou, nesta quarta-feira, novos resultados do programa de sondagem do alvo Santiago, no Projeto Bomfim, em Tocantins. O furo STW-RC-08 encontrou interseção de 19 metros com teor de 16,48% de P2O5, incluindo uma interseção de 11 metros com teor de 21,72% de P2O5 e outra interseção de 5 metros de teor de 26,08% de P2O5.
Santiago é uma antiga propriedade da Vale que faz fronteira com o depósito Canabrava da MBAC Fertilizantes, um dos maiores e mais ricos em rocha fosfática com alto teor de P2O5. O local está entre os nove alvos já identificados pela Eagle Star para sediar a mineralização de alto teor na superfície dentro do Projeto Bomfim.
Nos meses de novembro e dezembro de 2013, a companhia divulgou uma série de resultados de sondagens significativas dentro do alvo Santiago. Os furos da área de STP estão localizados a aproximadamente 250 metros da MBAC, confirmando que a mineralização Canabrava localizada na propriedade da MBAC se estende para o alvo Santiago.
"Os resultados recebidos até agora de Santiago demonstram notável espessura e bons teores. Coletivamente, eles confirmam a singularidade desta oportunidade e seu enorme potencial. Uma descoberta dessa magnitude no coração de uma das maiores regiões agrícolas do mundo, onde a deficiência de fertilizante é muito alta, sujeita a tornar-se um elemento importante para ajudar a resolver a dependência dos agricultores locais sobre as importações estrangeiras", afirmou Paulo Roberto Amorim, assessor sênior de exploração da Eagle Star.
O depósito Canabrava contém 20,4 Mt indicado com um teor médio de 5,53% de P2O5 e 3,7 Mt inferido com teor médio de 4,94% de P2O5, conforme relatório técnico da MBAC divulgado em março de 2013. Os furos no domínio STW estão localizados a cerca de 1,5 km a nordeste da área de STP.
O programa de sondagem de circulação reversa (RC) para o alvo Santiago está previsto para um total de 160 furos. Em 2013, foram concluídos os resultados de 23 furos.
Os furos foram identificado por meio de mapeamento detalhado sobre uma área mínima de 600 x 300 metros. A determinação de P2O5 foi feita pelo método XR55L do laboratório de análises de materiais Intertek, em São Paulo, que preparou a amostra com uma fusão de tetraborato de lítio, seguido por análise de XRF.
Os intervalos mais longos foram calculados usando teor de corte de 2,2% de P2O5, permitindo intervalos fechados com uma ou duas amostras abaixo do teor de corte, incluindo uma combinação de fosforita e siltitos mineralizados. A Eagle define a mineralização de alta qualidade considerando teores iguais ou maiores que 10% de P2O5.
A Eagle Star Minerals é uma mineradora canadense que atua no desenvolvimento, exploração e aquisição de oportunidades de fosfato no Brasil. Além de Bomfim, a empresa controla o projeto Ruth e o projeto Samba, ambos no Estado do Piauí.


Notícias de Mineração Brasil
 Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Portal da Mineração- Cavernas em foco no Projeto Rochas Carbonáticas de Rondônia


Lucas Prado Kallas
Entre os municípios de Espigão d’Oeste e Pimenta Bueno, em  Rondônia, a região conhecida como “serra do calcário” apresenta o mais significativo sistema de cavernas atualmente conhecido no Estado, com uma faixa de cerca de 1.200 m de extensão por 300 m de largura. A região também representa a principal reserva explotável de calcário dolomítico de Rondônia, com mais de 260 milhões t estimadas, aptas à produção de corretivo da acidez do solo.
A reserva foi descoberta pela CPRM em 1977 e nos últimos cinco anos voltou a ser explorada pela Companhia de Mineração de Rondônia (CRM), que está ampliando a capacidade de operação da mina. Para reconhecer a natureza espeleológica associada às rochas carbonáticas da região, a CPRM realizou um levantamento integrado dos ambientes superficial e subterrâneo local sob enfoque geossistêmico, que visa compreender o funcionamento do ambiente e entender a representatividade e importância do local. Além disso, a abordagem espeleológica visa caracterizar os elementos do patrimônio natural e cultural brasileiro para subsidiar a mediação de possíveis conflitos, buscando um melhor aproveitamento dos bens minerais disponíveis ao desenvolvimento socioeconômico do país.
O reconhecimento do geossistema cárstico de Espigão d’Oeste está no escopo do Projeto Rochas Carbonáticas do Estado de Rondônia, desenvolvido pela Residência de Porto Velho no âmbito do DEREM (Departamento de Recursos Minerais). O trabalho está a cargo dos pesquisadores Carlos Eduardo Santos de Oliveira (GEREMI/REPO), Mylène Berbert-Born (DEGET/Sede) e Rafael Costa da Silva (DIPALE/RJ), sob a coordenação da DIMINI (Divisão de Minerais e Rochas Industriais).

Minérios & Minerales

Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale

Portal da Mineração- Projeto Minas-Rio ganha hotsite


Lucas Prado Kallas
A Anglo American lançou, ontem, um portal na internet sobre o Projeto Minas-Rio, empreendimento da empresa em fase de implantação nos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro.
Por meio do site www.minasrio.angloamerican.com.br, o público terá acesso a dados específicos sobre o projeto, como o funcionamento de toda a operação de minério de ferro, além de informações sobre profissões na mineração e as vagas disponíveis na Anglo American.
Também haverá páginas no hotsite específicas sobre os dois programas sociais da Anglo American em Minas Gerais que possuem como objetivo principal a capacitação e a qualificação das comunidades para o mercado de trabalho: o Programa de Capacitação de Mão de Obra Local da empresa, realizado em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-MG), em Conceição do Mato Dentro, no Médio Espinhaço; e o Programa Mover, implantado nos municípios de Conceição do Mato Dentro, Alvorada de Minas e Dom Joaquim, na região de influência direta do Projeto Minas-Rio.
"O lançamento do hotsite cumpre uma importante missão, que é a de expor com mais eficácia e didatismo o que é o Projeto Minas-Rio, como ele funcionará; benefícios para os estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro e o país, além de permitir que o público tenha acesso mais fácil às informações sobre profissões no setor de mineração e oportunidades de carreira na Anglo American", ressalta o diretor de Recursos Humanos, Assuntos Corporativos, Segurança e Desenvolvimento Sustentável da Unidade de Negócio Minério de Ferro Brasil da Anglo American, Pedro Borrego.
O portal também trará uma seção com informações técnicas sobre os produtos e aplicações do minério de ferro e contará com o jogo interativo "O minério de ferro em seu dia a dia", por meio do qual os visitantes poderão aprender, de forma mais interativa, e checar os conhecimentos que possuem sobre esse tipo de rocha.

Diário do Comércio
Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Portal Minerando- Mineração será o setor com maior crescimento em 2014 nos EUA


Lucas Prado KallasA mineração está no topo da lista dos setores que mais crescerão em 2014, apontou um estudo feito pela empresa de informação financeira Sageworks. Para chegar a essa conclusão, a consultoria analisou as demonstrações financeiras de empresas privadas nos Estados Unidos para identificar as indústrias que tiveram crescimento mais rápido nos últimos 12 meses.
De acordo com a pesquisa, os negócios ligados à mineração, como pesquisa geológica, estão em primeiro lugar no estudo, com crescimento esperado de 21% neste ano. Na área de mineração o crescimento esperado está na área de sondagem, retirada de amostras e observações geológicas para petróleo, gás e minerais.
As atividades de ligadas à mineração, além de terem um crescimento rápido, também apresentam um forte aumento nos lucros, apontou o estudo.
O analista da empresa responsável pelo estudo, Mike Lubansky, disse que o ranking pode servir como inspiração e base para muitos empreendedores que querem aumentar as vendas. “Existe um mundo de serviços de apoio a muitas dessas indústrias”, afirmou Lubansky, em nota.
No estudo da Sageworks, estão empatados no ranking, logo depois de mineração, as indústrias de fabricação de equipamentos para mineração, agricultura e construção; fabricação de bebidas e produção de grãos, com crescimento esperado de 20%.
A agricultura aparece em seguida, 18% de crescimento esperado. Também empatados na lista, e com 16% de crescimento esperado, aparecem Sistemas da Computação; Imóveis; Produtos Químicos; e Reformas e Reparos. Empregos aparece em décimo lugar com 15% de crescimento previsto.

Notícias de mineração Brasil


Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale

Portal Minerando- Cristiano Melcher é o novo presidente e CEO da MBAC

Lucas KallasA MBAC Fertilizantes anunciou, nesta segunda-feira, que Cristiano Melcher vai ser o novo presidente e CEO da empresa. Melcher assumirá o cargo no dia 1º de fevereiro. Com a mudança, o atual CEO, Antenor Silva, continuará na empresa, mas com o cargo de diretor.
Melcher tem experiência como executivo nos setores de recursos, fertilizantes e químicos, no Brasil. Nos últimos três anos, o executivo foi CEO da Fosbrasil, a maior produtora de ácido fosfórico purificado da América do Sul.
Antes da Fosbrasil, Melcher construiu uma carreira de sucesso na Anglo American, quando foi diretor executivo e membro do conselho da Copebras, uma produtora de fertilizantes de fosfato, da Anglo.
O executivo também exerceu diversos cargos dentro da Anglo, como, por exemplo, diretor global de Marketing, Estratégia, Desenvolvimento de Negócios e Otimização de Ativos para Fosfato, Níquel e Nióbio; diretor global para a Unidade de Negócios de Fosfato e Nióbio; e vice-presidente corporativo de Finança.
Após assumir o cargo, Melcher irá dirigir a companhia, direcionando seus esforços para transformar oramp-up em capacidade total das operações de Itafós. O executivo também assumirá as áreas de vendas, marketing, alianças estratégicas e posição de capital, levando a companhia a se consolidar como uma das maiores fornecedoras de suprimentos de fertilizantes de fosfato no Brasil, no próximo ano.
“Nós estamos muito felizes por Cristiano ter aceitado em fazer parte deste importante negócio, em um momento em que a companhia transita para a produção e organização de vendas. Sua experiência prévia se enquadra perfeitamente nas necessidades da companhia, enquanto nós caminhamos para nosso primeiro ano de produção em capacidade máxima”, disse Peter Marrone, presidente do conselho da companhia.
“Somos muito agradecidos pelas diversas contribuições de Antenor para a companhia. Ele apresentou notável empenho e determinação ao mesmo tempo em que proporcionou liderança inestimável durante esta fase muito crítica da companhia. Eu estou feliz por continuar trabalhando com Antenor como membro da diretoria do conselho”, acrescentou Marrone.
O atual CEO, Antenor Silva, elogiou Melcher. “A companhia está agora em um ponto onde a produção e as vendas são proeminentes enquanto nós seguimos para o próximo nível. Eu acredito que Cristiano tem habilidades e experiência para levar a companhia à atingir seus objetivos”, disse.
“Eu estou muito animado pela oportunidade na MBAC e continuando o momento em que a companhia se esforça para ser um player de liderança no setor de fertilizantes no Brasil. Itafόs e Santana representam oportunidades interessantes e eu estou ansioso para o crescimento da companhia e para o processo de fechamento da lacuna que se abriu entre o valor de seus projetos e do preço da ação", completou Silva.

Notícias de mineração Brasil
Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale