terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Mineradora Taboca acelera tráfego de rede

Lucas Prado KallasEm ritmo acelerado de crescimento, a Mineradora Taboca tem investido em TI para suportar a expansão dos negócios e atender as demandas de seu ambiente distribuído, com escritórios nos estados do Amazonas, São Paulo e em outro país, no Peru. Uma das iniciativas recentes da área de TI foi implementar o Office 365 da Microsoft para fazer uso do sistema de email na nuvem e a plataforma da Riverbed Technology para acelerar tanto o tráfego de email, como a performance de toda a rede e a comunicação entre os escritórios da companhia.
O projeto, implementado pela integradora TDec, envolveu a implantação de doisequipamentos Steelhead  1555 da Riverbed, sendo um instalado em Pirapora do Bom Jesus, em São Paulo, e outro em Pitinga na Amazônia – além de uma licença específica para aceleração do Office 365. De acordo com Marco Fabossi Júnior, gerente de contas da TDec, foi feita um POC (Prova de Conceito) na mineradora de apenas 15 dias, tempo suficiente para o CIO da época, Marcos Bueno, decidir pela tecnologia Riverbed.
Com a plataforma de aceleração, a companhia obteve ganhos de 85% no tráfego de email, na performance do acesso às informações corporativas, conquistou agilidade no acesso à internet, às redes sociais, tornando possível, por exemplo, fazer download/upload de vídeo na unidade de Pitinga – que fica localizada numa vila na Amazônia, a 300 km  de Manaus.
Outro objetivo da Mineradora Taboca era centralizar toda a operação de infraestrutura de TI e garantir a alta disponibilidade da rede. Por isso, a companhia investiu em serviços de nuvem privada para hospedar seus servidores (private cloud) e também numa plataforma de segurança e controle do tráfego de dados (next generation firewall).
De acordo com Marcos Bueno de Oliveira, então CIO da empresa – que teve apoio de João Luiz Serafim, CEO da Mineração Taboca, na implementação do projeto – a tecnologia de aceleração proporcionou sensíveis ganhos de produtividade à equipe e melhorou a comunicação entre os sites do Grupo e com público externo.
O ambiente de TI da mineradora conta com mais de 10 servidores que atendem cerca de 700 usuários em vários serviços de segurança, entre eles firewall, antivírus, domain controller, web services, Active Directory etc.
"Hoje a mineradora está na vanguarda da tecnologia, utilizando o que há de mais moderno e seguro em TI. Com o ambiente centralizado em um único local administrado por uma equipe altamente especializada, temos tranquilidade para pensar no nosso negócio. As perdas geradas por paradas, seja por problemas técnicos ou por questões de manutenção na rede elétrica, acarretavam prejuízos imensuráveis à operação. Atualmente não temos mais esse tipo de problema", comentam os executivos.

Convergecom

Search assina acordo para adquirir mineradora de estanho no Pará

Lucas Prado KallasA Search Minerals anunciou hoje (27) que entrou em acordo definitivo de compra de ações com a Brasilis Kaduna Consultoria e Participações e a MS Marpin Consultoria e Participações em relação à aquisição total das cotas emitidas e em circulação da Mineração São Francisco de Assis (MSFA). O negócio vai resultar em um reverse takeover (RTO), um tipo de fusão para se tornar uma empresa de capital aberto.
Segundo os termos do acordo de compra de ações, a Search vai emitir 135 milhões de ações a um preço médio de US$ 0,55 por ação. Depois que o reverse takeover for concluído, a Brasilis e a Marpin vão ser detentoras de 61,3% das ações da Search.
O presidente e CEO da Search, Stephen Keith, disse que o acordo é muito importante para a empresa. “Essa aquisição demonstra que estamos prontos para executar estratégias de transição em mercados financeiros difíceis. É o primeiro passo para a implantação de nosso plano de negócios para nos tornarmos consolidados nos ativos de estanho no Brasil”, afirmou.
O executivo disse que a Search deixa de ser exploradora para se tornar produtora. “A mina de Mocambo, da MSFA, é um ativo produtor de estanho, com muitos alvos de desenvolvimento e exploração, incluindo áreas com mineralização de tungstênio”, comentou Keith.
A reverse takeover trata-se de uma negociação fora das condições normais de mercado, pelo fato de Roberto Giannetti da Fonseca ser diretor da Search e empregado tanto da Brasilis Kaduna, quanto da MSFA. O executivo detém menos de 1% de participação da Kaduna.
Fonseca se absteve de participar da transação, de forma que o acordo definitivo e a reverse takeover foram considerados e aprovados pela diretoria da Search. Em 14 de março, deve ser realizada uma reunião entre os acionistas da Search para aprovar o negócio.
A MSFA controla e opera a mina de Mocambo, que fica a 30 quilômetros da cidade de São Félix do Xingu, no Estado do Pará. A produção do projeto foi retomada no meio de 2012. Até o fim de outubro do ano passado, a produção foi de 441,2 toneladas de SnO2 (cassiterita), com um pico de produção de 40 toneladas de cassiterita por mês, com, aproximadamente, 70% de estanho no concentrado.
Em 20 de agosto do ano passado, a Search assinou declarações de intenções (LoI) não-vinculativas com a Mineração São Francisco de Assis (MSFA) e com a Carlos Mena Resources (CMR). A CMR detém os direitos minerários do projeto Arara, com ocorrência de estanho, nióbio, tântalo e óxido de terras raras.

Notícias de Mineração Brasil

Atlas Copco Brasil lança geradores compactos que reduzem custos de frete

Lucas Prado KallasA Atlas Copco Brasil anunciou o lançamento dos geradores de energia portáteis modelos QAS 360 e QAS 550, que ocupam exatamente metade do espaço de transporte que outros similares, na faixa de potência entre 360 e 550 kVA. Na prática, essa inovação reduz pela metade os custos com o transporte deste tipo de equipamento, já que torna possível transportar dois no espaço até então ocupado apenas por um.
Os geradores de energia portátil Atlas Copco QAS 360 e QAS 550 são equipamentos de grande porte, normalmente destinados a grandes obras. Em geral, empreendimentos assim tendem a se situar em locais mais distantes, onde o custo de frete é algo muito significativo, ao ponto de pagar rapidamente o investimento no equipamento.
Antes deste lançamento, as dimensões dos equipamentos nesta faixa de potência giravam em torno de 8m de largura por 2m de profundidade. Em comparação, o modelo Atlas Copco QAS 550 possui as medidas de 4,8 m X 1,18m e o QAS 360, de 4m X 1,18m.
“Dependendo da distância e da quantidade de geradores, a economia é tanta que sai mais barato se desfazer do equipamento antigo para investir no novo. E ainda vai sobrar dinheiro.”- explica o engenheiro Rodrigo Vidal, gerente de produto da Atlas Copco.
Além das dimensões inovadoras, os modelos Atlas Copco QAS 360 e 550 também reúnem outras características dos geradores de energia portátil da mesma família, como o chassi 100% vedado e o certificado de que não contamina o solo, além de taxas de financiamento facilitadas pelo FINAME e pelo Cartão BNDES.
O lançamento oficial dos novos geradores foi realizado em evento direcionado aos locadores especializados em equipamentos de grande porte, e toda a produção da fábrica da Atlas Copco em Barueri já está compromissada com pedidos.
“Temos orgulho deste projeto por representar uma inovação não apenas no Brasil, mas também em nível mundial. Tudo foi totalmente desenvolvido no Brasil, baseado em solicitações de nossos clientes, o que levou nosso relacionamento com eles a outro patamar. É a diferença entre apenas querer vender um produto e realmente querer deixar seu cliente totalmente satisfeito, a ponto de mudar seu produto para melhor atendê-lo.” – completa Fernando Groba, Business Line Manager da Atlas Copco – Energia Portátil.

Brasil Engenharia

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Mercados em baixa e o ouro na mesma

Os preços do ouro ter ficado em sua maioria , mesmo nas últimas 24 horas a $ 1,262.50 por onça. Prata está fazendo tão bem , depois de ter caído 1,35% para 19,85 dólares por onça.
O índice composto S & P / TSX caiu 1,62 %, para 13,711.99 eo S & P TSX Venture está fora de 1,96% para 964,16 a partir de meio-dia EST.
Europa e Ásia estão tendo um tempo muito difícil .
O FTSE 100 caiu -1,62 %, para 6,663.74 eo índice Hang Seng caiu 1,25 %, para 283,84 .
Houve menos danos no Australian Stock Exchange. O S & P / ASX 200 caiu apenas -0,42 % para 5,240.90 .
Algumas preocupações subjacentes que levaram os mercados a cair são China e do cone. Número de fabricação de ontem da China mostrou uma contração surpreendente, e com as Reservas Federais anunciada marcha para a normalidade , os mercados estrangeiros vai ver as taxas de juros sobem , o que irá torná-los menos competitivos como os seus custos de importação sobem.
Decliners Notáveis ​​foram Hudbay Minerais (TSE: HBM ) , o que era para baixo 5,59% para 8,78 dólares . A empresa lançar alguns ganhos recentes.
Portal Lucas Prado Kallas

Empresas recrutam pós-doutores para inovar

Lucas Prado KallasContratação de pesquisadores com esse nível de especialização é recente
Assim que concluiu o mais alto nível de especialização em uma universidade da Espanha, a pós-doutora em biologia molecular Ana Azambuja, 32, fez o caminho inverso de grande parte de seus colegas: em vez do mundo acadêmico, ela escolheu um trabalho na indústria.
"Eu tinha uma agonia em ver anos de pesquisa na universidade não sendo aplicados. Na indústria, o processo é mais rápido e palpável."
A pesquisadora trabalha no centro de pesquisas da Natura, na Grande São Paulo. Ela desenvolve estudos para retardar o envelhecimento da pele, a maior demanda da companhia.
A partir de março, ela vai integrar uma pesquisa que vai consumir R$ 20 milhões pelos próximos dez anos para investigar todos os fatores que levam o ser humano à sensação de bem-estar.
Azambuja faz parte de um seleto grupo de pesquisadores que desenvolve inovação na iniciativa privada.
Segundo a mais recente pesquisa de Inovação Tecnológica do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a falta de mão de obra qualificada é o segundo maior obstáculo à inovação na indústria brasileira. O primeiro é o custo elevado.
O presidente do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), Mariano Laplane, explica que a presença de "pós-docs" nas grandes corporações é um fenômeno novo.
"Esse processo ainda está emergindo no Brasil. A maior parte das pesquisas ainda é feita nas universidades, até pela quantidade de doutores que o país dispõe."
Em Belém do Pará, outro pós-doutor mantém em paralelo as atividades acadêmicas com a pesquisa no mercado.
Cleidison de Souza, 39, trabalha no instituto de tecnologia da Vale.
Especialista da área de computação, ele desenvolve um software para reduzir os índices de acidentes de trabalho nos trilhos entre Carajás (PA) e São Luís (MA), trecho utilizado pela companhia para o transporte de minério de ferro.
Ele diz que a "fuga" de pós-doutores rumo ao mercado ocorre pela remuneração.
"O salário do professor universitário não é adequado dado o papel desse profissional. Isso influencia a ida dele para a indústria."
O pós-doutorado não é um título acadêmico, mas a parte prática da pesquisa.
Em geral, tem um ano de duração. Ainda não se sabe a quantidade certa de pós-doutores que circula pelo país.
Só a Capes (autarquia do governo responsável pela pós-graduação) forneceu em 2013, mais de 6,1 mil benefícios para o pós-doutorado.
A Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) também é outra entidade que apoia a formação de "pós-docs".
Em seis anos, a fundação concedeu mais de 8.000 bolsas.

Folha de S. Paulo

Rejeito de minério em blocos ganha projeção industrial em Nova Lima

Lucas Prado KallasOs rejeitos sedimentados da mineração estão sendo transformados em matéria-prima para pisos pavimentados e abrindo caminho para um novo negócio em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Além do reaproveitamento industrial, o processo contribui para o desassoreamento de cursos d’água e barragens.
A ideia é antiga, começou a ser maturada no final da década de 60 após o rompimento de uma barragem no distrito de São Sebastião das Águas Claras, conhecido como Macacos. Mas só agora está tomando forma e projeção industrial.
 “Começamos com um equipamento emprestado, depois compramos o nosso, mas os dois tinham um desgaste prematuro que culminava em paradas técnicas. Agora, estamos concluindo a construção de uma nova máquina, que deverá ficar pronta em duas ou três semanas”, afirma Flávio Mourão, proprietário da empresa Bacia Viva, responsável pelo trabalho.
O produto
 As primeiras experiências foram feitas em 2002, com a produção-teste do PaviEco, como foi batizado, um pavimento ecológico intertravado resistente.
“Primeiro, precisávamos mostrar que o material era de boa qualidade e que seria bem aceito pelo mercado. Hoje, já sabemos que os rejeitos também podem ser empregados em toda a linha da construção civil: manilhas, postes, dormentes para trens e bocas de lobo, por exemplo”, diz Mourão.
 Os próximos passos, de acordo com o empresário, são o alinhamento de parcerias com a Prefeitura de Nova Lima e mineradoras que atuam na região, além do Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec), para que a produção atinja larga escala, o que vai possibilitar a redução dos custos.
 “Atendemos um supermercado do bairro Jardim Canadá e calçamos uma rua da cidade. No primeiro caso, tive 50% de perda de material, por causa dos equipamentos antigos. Mas esse gargalo acabou”, afirma Mourão.
 Segundo ele, demanda é o que não falta para o negócio engrenar. A Bacia Viva já conta com uma lista de espera de clientes interessados na “família” PaviEco. “Vários produtos vão sair dessa produção”, adianta o empresário.

Hoje em Dia

Planta de ferroligas de Corumbá será reativada no primeiro semestre

Lucas Prado KallasA Granha Ligas, empresa produtora de ferroligas, com sede em Minas Gerais, reativará, no primeiro semestre de 2014, a usina de ferroligas em Corumbá. A planta está parada desde 2009. A Granha adquiriu a usina e, segundo informações do Governo do Mato Grosso do Sul, o empreendimento deverá começar operar em até três meses. O empreendimento vai aumentar o consumo de manganês e minério de ferro na região.
Na primeira etapa da operação, apenas dois dos três fornos existentes serão ativados. A expectativa é de que 100 novas vagas de trabalho sejam criadas na cidade.
“Vamos produzir ferroligas à base de manganês”, informou Manuel Ignácio Martinez, sócio-proprietário da Granha Ligas, ao se reunir com o prefeito Paulo Duarte na quinta-feira (23). O diretor de operações de ferrosos do Centro-Oeste da Mineradora Vale, Alexandre Campanha, também participou do encontro.
“Um empreendimento deste porte é muito importante para o município, pois gera centenas de empregos diretos e indiretos e movimenta toda a economia local”, disse Duarte em comunicado emitido pela Prefeitura Municipal de Corumbá.
“Essa é uma notícia muito boa para a cidade. Trabalhamos para criar um ambiente favorável para que novos empreendimentos se instalem aqui, sempre respeitando todas as questões ambientais relacionadas a nossa maior riqueza, que é o Pantanal”, afirmou o prefeito.
A Granha Ligas tem unidades em Conselheiro Lafaiete e São João Del Rei. Seus principais produtos são o ferro silício manganês (FeSiMn com teor de 12 a 16% de Si) e ferro manganês alto carbono (FeMnAC), fabricados a partir de minérios de manganês, fundentes e redutores.
Os minérios são quase que em sua totalidade de minas pertencentes ao grupo, localizadas em Minas Gerais e na Bahia. É uma empresa certificada pela ISO 9001:2000 desde 2006, mantendo-se merecedora desse certificado durante todas as auditorias de manutenção pelas quais passou.
O grupo é o terceiro maior do país no segmento. Da sua produção, 80% são destinados ao mercado interno, onde seus principais clientes são os maiores produtores de aço do Brasil, e 20% para exportação, tendo como principais mercados a América do Sul e a Europa.

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