segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Portal Minerando- Alcoa desenvolve tecnologia exclusiva para o uso de alumínio aeroespacial na produção de aparelhos móveis


A Alcoa, líder mundial na produção de alumínio primário e alumínio transformado, desenvolveu tecnologia exclusiva de acabamento de superfícies que permite que empresas de eletrônicos utilizem alumínio aeroespacial para produzir aparelhos móveis mais finos, mais leves e mais resistentes.
A nova tecnologia de acabamento ProStrength™ da Alcoa é um processo que possibilita que os fabricantes de aparelhos móveis criem superfícies duráveis, sejam naturais ou coloridas por anodização, utilizando ligas de alumínio de alta resistência termicamente tratáveis, usadas nos setores aeroespacial e de defesa. O uso de ligas de alta resistência pode reduzir em mais de 50% a espessura e o peso de um aparelho.
O tamanho e o aspecto de um aparelho são fatores importantes para os consumidores, ao tomarem decisões de compra de eletrônicos de consumo. Essas duas características foram identificadas como importantes por mais de 50% dos consumidores consultados pela Accenture com relação à importância das características nas decisões de compra. (Fonte: Relatório Accenture 2013 sobre o uso de serviços e produtos eletrônicos de consumo).
“Os fabricantes de eletrônicos de consumo estavam explorando maneiras de criar belos acabamentos anodizados em ligas de alumínio aeroespaciais porque elas são mais resistentes e, ao mesmo tempo, as mais leves disponíveis”, afirmou Ray Kilmer, vice-presidente executivo e executivo-chefe de Tecnologia da Alcoa. “O acabamento anodizado do ProStrength™ dá o aspecto metálico que os consumidores preferem, e o alumínio de alta resistência permite que os fabricantes produzam invólucros mais finos, mais leves e mais duráveis”.
Segundo Leighton Cooper, diretor de tecnologia do Centro Tecnológico Alcoa, a expertise da companhia em acabamentos de alumínio e seus estreitos vínculos com o setor de eletrônicos de consumo foram fatores fundamentais para alcançar esse marco do desenvolvimento. “A tecnologia de acabamento ProStrength™ é a perfeita combinação de estética e função”, afirma. “A possibilidade de usar ligas aeroespaciais reforça a tendência crescente com foco no desenvolvimento de aparelhos móveis mais finos e mais leves.”
Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale
A Alcoa desenvolveu a tecnologia de acabamento ProStrength™ no seu Centro Tecnológico, maior instituição de pesquisa e desenvolvimento em metais leves do mundo, situado em Pittsburgh (EUA). A empresa contou com os principais designers e empresas mundiais de eletrônicos de consumo para possibilitar o uso de alumínio em aparelhos móveis. A entrada do alumínio no mercado de eletrônicos vem crescendo à medida que os fabricantes se voltam a suas qualidades estéticas, leveza e capacidade de dissipar calor – características que aumentam a durabilidade, o desempenho e a atratividade dos aparelhos para os consumidores.
No ano passado, a Alcoa anunciou outro avanço em eletrônicos de consumo: sua Tecnologia de Fundição ColorKastTM, que é usada pela Samsung. Devido a essa tecnologia inovadora, a Alcoa é capaz de produzir componentes fundidos de alumínio que podem ser coloridos por anodização, com uma estética de alto nível. A tecnologia ColorKast™ foi utilizada pela primeira vez na nova câmera digital NX210 da Samsung, sendo que outros fabricantes de eletrônicos de consumo estão se preparando para aplicar essa tecnologia em seus produtos.
Sobre a Alcoa Inc.
A Alcoa é líder mundial na produção de alumínio primário e alumínio transformado, assim como a maior mineradora de bauxita e refinadora de alumina do mundo. Além de inventar a atual indústria de alumínio, as inovações da Alcoa representam importantes marcos dos mercados aeroespacial, automotivo, industrial, de embalagens, de construção, de transporte comercial e de produtos eletrônicos e industriais nos últimos 125 anos. Entre as soluções que a Alcoa comercializa estão produtos laminados, extrudados e forjados, assim como rodas Alcoa®, sistemas de fixação e construção, além de expertise em outros metais leves, como superligas à base de níquel e titânio. A sustentabilidade integra as operações da Alcoa e as soluções que oferece aos clientes. A Alcoa faz parte do Índice Dow Jones de Sustentabilidade há 12 anos consecutivos e cerca de 75% de todo o alumínio produzido desde 1888 ainda está em uso hoje.

Assessoria

Portal Minerando- Bahia vai receber R$ 70 Bi em investimentos, inclusive no setor de mineração

Lucas Prado KallasO Estado da Bahia, quinto maior produtor de bens minerais do país, tem previstos cerca de R$ 70 bilhões em investimentos até 2016, incluindo grandes projetos na área de mineração. A informação foi divulgada por James Correia, secretário da Indústria, Comércio e Mineração.
Deste total, R$ 49,7 bilhões representam efetivamente investimentos que estão em implantação, com previsão de gerar cerca de 114 mil novos empregos diretos. Os demais R$ 20,8 bilhões são de protocolos assinados entre diversos grupos privados e o Governo da Bahia, à espera da resolução de alguns condicionantes, como, por exemplo, a conclusão das obras da Ferrovia Oeste-Leste ou do comportamento da economia e do mercado, caso de alguns empreendimentos de mineração e energia, informou a secretaria.
No ano passado, foram publicadas as portarias que concedem à Bahia Mineração (Bamin) lavrar minério de ferro nos municípios de Pindaí e Caetité. A Largo Resources poderá produzir 700 mil toneladas de vanádio em Maracás, no sudoeste do Estado.
O projeto Pedra de Ferro, da Bahia Mineração, com investimentos de R$ 3,5 bilhões, tem previsão de exportar 20 milhões de toneladas de minério de ferro por ano.
A canadense Largo Resources, por sua vez, opera a mina de vanádio, em Maracás, em um investimento de R$ 550 milhões. As máquinas britadoras e calcinadoras, importadas da China e dos Estados Unidos, já estão em operação. Quando entrar em escala de produção, marcada para fevereiro deste ano, a Bahia vai se tornar a maior fornecedora de vanádio do mundo. Esse minério é utilizado em foguetes espaciais, aviões e trilhos de trem.
Com capitais de Hong Kong, Bélgica e Canadá investindo R$ 100 milhões, a Lipari Mineração vai começar a produzir, em escala comercial, no primeiro trimestre de 2015, 225 mil quilates de diamantes na mina de Braúna, em Nordestina, no semiárido baiano.
Já o grupo francês Saint-Gobain investiu R$ 125 milhões na construção de sua nova fábrica de drywall – popularmente conhecido como gesso acartonado, no município de Feira de Santana, na Bahia. A nova unidade da Placo do Brasil, que é a segunda planta da empresa no país, deverá iniciar suas atividades no primeiro semestre 2014 e produzirá mais de 20 milhões de metros quadrados por ano de placas.
A Bahia também vai ganhar duas novas fábricas de cimento. Em Lajedinho, a CPX investe R$ 450 milhões, enquanto a Cimentos da Bahia se instala em Paripiranga, com investimentos de R$ 850 milhões. Quando estiverem produzindo em plena capacidade, as fábricas vão gerar, juntas, 500 novos empregos.
As informações são da secretaria da Indústria, Comércio e Mineração da Bahia.

Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale

Notícias de Mineração Brasil

Portal Minerando- Nova administração para crescer no mercado

Lucas Prado KallasNo mundo dos negócios é relativamente comum o empreendedor abrir uma empresa, ela crescer e ir bem no mercado graças ao inovador produto ou serviço lançados. Depois dela se tornar conhecida, é mais comum ainda o empreendedor ceder à cobiça da concorrência e vendê-la. Isso acaba de acontecer com a Devex Tecnologia e Sistemas S.A., de Belo Horizonte.
Ela previa, em cinco anos, multiplicar por dez o faturamento esperado para este ano, de R$ 60 milhões. Mas, em outubro, por um valor não revelado, foi vendida ao grupo sueco Hexagon, empregador de 14 mil pessoas, com atuação em 40 países e faturamento de € 2,4 bilhões.
“Eu vendi porque a empresa precisava crescer rápido”, explica Guilherme Bastos Alvarenga, CEO e fundador da Devex, anagrama de development (desenvolvimento) e expertise. A pressa advém do fato de que, no segmento da Devex, está havendo uma onda de fusões e incorporações. A americana Data Mining, por exemplo, foi comprada pela Cal Aviation.
Já a Dassault System, do grupo francês Dassault, comprou a Genco, dona de um software para planejamento de minas. Por sua vez, a ABB, outra gigante sueca, adquiriu a australiana Mincom, com expertise na área de mineração e gerenciamento de força de trabalho móvel.
Adicionalmente, em 2009, Guilherme e o sócio Luís Tomás do Nascimento já tinham vendido parte do capital ao fundo de investimentos da Fir Capital e estava chegando a hora de sair da sociedade. “No nosso mercado, é crescer ou morrer. Então, era abrir o capital ou vender”, diz Guilherme.
A oferta pública inicial de ações (IPO) estava fora de questão, pois a empresa ainda é bem pequena. Ela também não contava com os duradouros efeitos da crise sobre o mercado de capitais. “O Hexagon comprou 100% e eu continuo à frente da Devex, por tempo indefinido, agora com a missão de fazê-la crescer em todo o mundo”, diz Guilherme, que anteriormente à venda detinha cerca de um terço do capital.
Complementar
Com escritórios espalhados por todo o mundo e produtos complementares ao da Devex, o Hexagon deve facilitar a meta de crescimento da empresa. O crescimento será orgânico e também por meio de compra e fusão com empresas. “Esta é uma área em que o grupo sueco é craque: foram mais de 70 aquisições nos últimos 10 anos”, afirma Guilherme.
O futuro da empresa realmente é promissor. Segundo dados da Devex, 75% das minas de todo o mundo ainda não adotaram nenhuma solução de automação e controle. Nelas, tudo ainda é feito na base das anotações à mão e walkie talkies, os antigos rádios para comunicação a curta distância.
É aí que entram o Smart Mine e o Extreme – esse último adquirido quando a Devex comprou a também mineira Mining Inside –, os softwares da empresa. Eles controlam todas as operações nas minas. A da Usiminas, por exemplo, segundo publicado na revista Minérios e Minerales, aumentou a produção em 25% com a mesma frota e a mesma equipe porque os programas cobram o desempenho de homens e máquinas – todas têm um computador de bordo e um GPS – de acordo com os índices estipulados.
Como os softwares funcionam acoplados ao GPS, a cada instante os gerentes sabem a posição de cada uma das máquinas e equipamentos dentro da lavra, facilitando alterar ou manter o fluxo.
Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale


Hoje em dia

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Portal Minerando- Falta de acordo deve se intensificar no Congresso


Lucas KallasO tensionamento eleitoral que impediu que propostas sensíveis aos candidatos e ao eleitorado avançassem no Congresso Nacional já em 2013 deve fazer com que o Legislativo neste ano, tendo em vista a proximidade cada vez maior das eleições, deixe de lado as votações mais relevantes e amplie o estoque deixado do ano passado.
Casos exemplares são os projetos que mexem com as finanças municipais e, principalmente, estaduais, tendo em vista que muitos governadores são candidatos à reeleição em outubro. Na semana passada, o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), chegou a declarar que não seria candidato se o projeto não fosse aprovado.
O texto altera os indexadores dessas dívidas, prevê a retroatividade dos novos índices e tem como principal efeito uma flexibilização fiscal dos entes federados. Arrastou-se no Senado ao longo de 2013 e acabou aprovado em dezembro em reunião conjunta da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e da Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. A base aliada, de olho no interesse de suas bases regionais, promete votá-lo no plenário já em fevereiro. Mas como a aprovação da proposta dá um mal sinal ao mercado, pois permite a tomada de novas dívidas, o governo tenta evitar essa votação. "O projeto é de interesse de todos os Estados e municípios, que poderão ter a partir dele uma nova capacidade de financiamento e investimento", disse o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), presidente da CAE e provável candidato do PT a governador do Rio.
A base também quer aprovar no início do ano uma proposta que reduz as alíquotas do ICMS para operações interestaduais. O projeto está parado desde abril do ano passado, porque, em vez de diminuir, os senadores aumentaram o número das alíquotas apresentadas pelo governo federal para beneficiar seus Estados. O acordo com o governo é que ambas as matérias sejam votadas no início do ano legislativo, mas senadores não estão muito otimistas quanto a isso.
Considerada eleitoreira e fruto de troca de farpas no último mês de funcionamento do Senado, o texto que vincula o Bolsa Família à Lei Orçamentária de Assistência Social (LOAS) estará na fila de espera da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa e sofrerá pressão do PSDB para seguir para o plenário. Seu autor, o presidente nacional do PSDB e provável candidato do partido à presidência da República, pretende com a proposta demonstrar apreço dos tucanos pelo programa e seu interesse em aperfeiçoá-lo em face do discurso petista de que ele daria fim ao programa.
Outra discussão que será retomada em 2014 é a regulamentação do trabalho escravo. O relator, senador Romero Jucá (PMDB-RR), garante que a matéria será apreciada em plenário antes do carnaval. Nos bastidores, contudo, já se fala em barrar a proposta. O projeto prevê a expropriação de propriedade em que for encontrado trabalho análogo à escravidão.
Na Câmara, o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), elencou o Marco Civil da Internet, o novo Código da Mineração e a reforma política como prioridades para 2014, ano em que ele mesmo considera apertado devido ao calendário eleitoral e à Copa do Mundo no país. A expectativa é de que haja vida útil na Câmara até meados de abril apenas, pois a maioria dos deputados tentarão a reeleição. Isso acaba por encurtar o prazo de aprovação de propostas relevantes, que costumam demandar mais tempo de discussão.
Das três prioridades, a reforma política é a mais difícil de sair, pois cada parlamentar tem visão diferente sobre o melhor modelo. Já o Código de Mineração apresenta uma dificuldade política. Deputados de Estados mineradores como Minas Gerais e Pará tentam defender os interesses do seu eleitorado, ao passo que o restante das bancadas tentam incrementar ampliar a divisão dos recursos financeiros decorrentes da exploração da atividade.Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale
Fonte: Portal

Portal Minerando- Xangai paga preço por campanha chinesa contra poluição industrial


Lucas Kallas
PEQUIM, 3 Jan (Reuters) - A produção chinesa de aço está começando a sair do seu tradicional polo na província de Hebei em meio aos esforços do governo de combater a poluição do ar perto de Pequim, mas Xangai pode estar pagando o preço, com as siderúrgicas no entorno da capital comercial do país elevando a produção.
Restrições ambientais cada vez maiores em Hebei, que cerca Pequim, também criaram oportunidades para indústrias poluentes como as de cimento e vidro em províncias perto de Xangai.
Enquanto os índices de poluição do ar em Pequim e cidades próximas, na província de Hebei, ficaram relativamente baixos no último mês, os registros em Xangai e outros pontos da costa leste do país atingiram máximas recordes.
Acompanhando a iniciativa de Pequim de eliminar a produção de aço na cidade, Xangai também reduziu sua produção em mais de 10 por cento no ano passado. No entanto, a cidade pode estar sofrendo devido ao aumento de produção nas províncias vizinhas como Jiangsu, onde pequenas usinas estão tirando vantagem do esforço do governo de fechar usinas em Hebei.
A produção de aço caiu drasticamente em Hebei no fim de 2013, mas subiu nas Províncias de Jiangsu, Anhui e Zhejiang, todas perto de Xangai, de acordo com dados do Escritório Nacional de Estatísticas.
(Reportagem de David Stanway)
 Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kal
las, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas P
Fonte: Portalrado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale

Portal Minerando- Efeito "Zé Mané": entenda como LLX, MMX e outras chegaram a subir 30% no fechamennto

Lucas KallasSÃO PAULO - Um leilão de fechamento atípico, com diversas ações disparando no final do pregão. As ações da Prumo Logística Global, antiga LLX Logística (LLXL3) dispararam 32,65%, aos R$ 1,30, enquanto os papéis da MMX Mineração (MMXM3) tiveram uma alta de 26,87%, aos R$ 0,85. O índice do Ibovespa teve alta de 1,27%, aos 50.981 pontos - fortemente por esse movimento.
Segundo um operador que não quis se identificar, ocorreu um "efeito Zé Mané" na Bovespa: muitos investidores esperavam que, com a mudança do índice na segunda-feira, haveria um forte movimento dos fundos passivos no leilão de fechamento para adequar a carteira, fazendo fortes operações vendidas nas empresas que disparam durante o dia. O movimento dos especuladores foi mais forte que os dos fundos e acabou "estourando" no colo deles - eles tiveram que recomprar essas ações a qualquer preço.
Os papéis mais afetados foram os que iam deixar o índice. A LLX e a MMX, por exemplo, iam praticamente sair do índice na segunda-feira. A Oi (OIBR3; OIBR4), que ia ver suas ações ordinárias saírem no próximo pregão, viram esses papéis subirem 27,07%, aos R$ 4,46 - enquanto os preferenciais subiram 17,43%, aos R$ 4,11. Outras fortemente impactadas pelo movimento foi a Brookfield (BISA3), que subiu 12,75%, aos R$ 1,15, enquanto a B2W Varejo (BTOW3) subiu 11,04%, aos R$ 14,99.
Quedas também impactadas A ponta negativa da bolsa também foi impactada por esse movimento. Esperando uma forte movimento comprador, que não veio, especuladores compraram os papéis da Ecorodovias (ECOR3) - que deve entrar no índice na segunda-feira. Com a mudança de humor, o papel fechou com queda de 3,34%, aos R$ 14,20. Já os papéis da Ambev (ABEV3), que vão praticamente dobrar no índice, caíram 2,82%, aos R$ 16,90. Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale

Fonte: Portal

Portal Minerando- Governo arrecada 29,5% mais royalties da mineração

Lucas KallasSão Paulo - No ano passado o governo ampliou em quase 30% a arrecadação com a Compensação Financeira pela Exploração Mineral (Cfem), conhecido no jargão do setor como os royalties da mineração. Os cofres públicos registraram entrada de R$ 2,376 bilhões em 2013, de acordo com dados do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), ante R$ 1,834 bilhão registrado um ano antes.
O aumento da arrecadação com a Cfem ocorre em meio às discussões para mudança do Marco da Mineração, que tem entre as alterações previstas as alíquotas cobradas. Hoje, por exemplo, as alíquotas do imposto para o minério de ferro é de 2% sobre o faturamento líquido. O minério de ferro é o produto que mais contribui para a Cfem.
No novo código para o setor, que irá substituir o vigente desde 1967, o governo não definiu as alíquotas no texto que foi apresentado em junho e as deixou para serem fechadas via decreto. No entanto, o texto do marco foi alterado pela Comissão Especial criada para tratar do assunto, que já deixou clara a sua vontade de deixar o porcentual do imposto fechado.
No caso do minério de ferro a alíquota passaria para 4% do faturamento bruto, por exemplo. A expectativa é de que o texto do marco seja votado pelo Congresso Nacional no início do ano, para que o mesmo entre em vigor em 2014.
A maior pagadora da Cfem é a Vale, maior mineradora do País. Em 2013, a companhia enfrentou alguns problemas para ampliar a sua produção, que deverá registrar queda em relação ao visto um ano antes.
Se a meta da Vale de produção de minério de ferro foi alcançada no ano passado, o volume pode ter chegado a 306 milhões de toneladas, uma leve queda em relação ao ano prévio, quando a produção chegou a 319,96 milhões de toneladas.
Para 2014 a Vale projeta que o volume de minério de ferro produzido chegará em 321 milhões de toneladas, sendo 312 milhões de toneladas de produção própria e 9 milhões de terceiros.
Preço do minério
A arrecadação da Cfem subiu no ano passado, mesmo com o preço do minério de ferro apresentando queda no acumulado do ano no mercado à vista (spot) de quase 7%. Apesar desse queda, quando se compara o preço do insumo no início de 2013 e no fim, os preços se mantiveram ao longo de todo ano em um patamar elevado.
Em 2012, por exemplo, o preço da matéria-prima chegou a ficar abaixo de US$ 90 a tonelada, enquanto em 2013 o menor valor foi de US$ 110, considerando em ambos os casos o preço no mercado à vista. Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale
Fonte: Portal